
I
Estávamos todos ansiosos
Sair da escola desejosos
Para conhecer novas terras.
Guimarães íamos visitar
A nossa história recordar
No alto daquelas serras.
II
Primeiro nós pesquisámos
A seguir interiorizámos
Para saber alguma coisinha.
A história é muito bonita
Mas a criançada já estava aflita
E se não se lembrasse de nadinha?
III
À hora marcada lá estavam
O farnel também levavam
Para comer durante o dia.
Todos bastante contentes
Sem sono nem pés dormentes
E carregados de euforia!
IV
A camioneta chegou
Toda a malta lá entrou
Cada um no seu lugar.
Os alunos do Covo foram os primeiros
Os alunos dos Dois foram derradeiros
Ninguém se atreveu a faltar.
V
As quatro camionetas em andamento
Só pararam durante um momento
Para os alunos lanchar.
A viagem nós continuámos
E depressa nós chegámos
Ao parque para estacionar.
VI
As camionetas pararam
Os miúdos logo saltaram
Para o Castelo ver.
Tal era a admiração
E tão grande a confusão
Que alguns nem queriam crer.
VII
Alunos e professores
Caminhando sem favores
Paço dos Duques, a direcção.
Fomos todos entrando
Ouvindo a voz de comando
Para perceber a explicação.
VIII
Lá dentro, era tal a alegria
E tamanha a euforia
De todas aquelas crianças.
Ficavam embasbacadas
E deveras admiradas
Que não tinham paranças.
IX
Saíram daquele Paço
E alargando o passo
Passaram a Igreja de S. Miguel.
Iam também animados
Alguns até esfomeados
Pois queriam comer o farnel.
X
Ainda apanhámos uns chuviscos
E à semelhança dos piscos
Comemos nas árvores abrigados.
Depois fomos ver o Castelo
Lá de cima, cenário tão belo
Ficámos mesmo entusiasmados.
XI
Mas tivemos de correr
Pois começou a chover
Cada vez com mais intensidade.
- Mas que pena! - Diziam uns
- Não faz mal! - Respondiam alguns
Entrar na camioneta, uma necessidade.
XII
O Paço dos Duques de Bragança
Entusiasmou toda a criança
O altaneiro Castelo e a Igreja.
Ficará sempre nas suas memórias
Conhecer todas estas histórias
Estávamos todos ansiosos
Sair da escola desejosos
Para conhecer novas terras.
Guimarães íamos visitar
A nossa história recordar
No alto daquelas serras.
II
Primeiro nós pesquisámos
A seguir interiorizámos
Para saber alguma coisinha.
A história é muito bonita
Mas a criançada já estava aflita
E se não se lembrasse de nadinha?
III
À hora marcada lá estavam
O farnel também levavam
Para comer durante o dia.
Todos bastante contentes
Sem sono nem pés dormentes
E carregados de euforia!
IV
A camioneta chegou
Toda a malta lá entrou
Cada um no seu lugar.
Os alunos do Covo foram os primeiros
Os alunos dos Dois foram derradeiros
Ninguém se atreveu a faltar.
V
As quatro camionetas em andamento
Só pararam durante um momento
Para os alunos lanchar.
A viagem nós continuámos
E depressa nós chegámos
Ao parque para estacionar.
VI
As camionetas pararam
Os miúdos logo saltaram
Para o Castelo ver.
Tal era a admiração
E tão grande a confusão
Que alguns nem queriam crer.
VII
Alunos e professores
Caminhando sem favores
Paço dos Duques, a direcção.
Fomos todos entrando
Ouvindo a voz de comando
Para perceber a explicação.
VIII
Lá dentro, era tal a alegria
E tamanha a euforia
De todas aquelas crianças.
Ficavam embasbacadas
E deveras admiradas
Que não tinham paranças.
IX
Saíram daquele Paço
E alargando o passo
Passaram a Igreja de S. Miguel.
Iam também animados
Alguns até esfomeados
Pois queriam comer o farnel.
X
Ainda apanhámos uns chuviscos
E à semelhança dos piscos
Comemos nas árvores abrigados.
Depois fomos ver o Castelo
Lá de cima, cenário tão belo
Ficámos mesmo entusiasmados.
XI
Mas tivemos de correr
Pois começou a chover
Cada vez com mais intensidade.
- Mas que pena! - Diziam uns
- Não faz mal! - Respondiam alguns
Entrar na camioneta, uma necessidade.
XII
O Paço dos Duques de Bragança
Entusiasmou toda a criança
O altaneiro Castelo e a Igreja.
Ficará sempre nas suas memórias
Conhecer todas estas histórias
É o que o(a) professor(a) deseja.
