
Desde o início, que uma das grandes preocupações da comunidade educativa das Dairas passou pela criação de infraestruturas desportivas, nomeadamente de um pavilhão desportiva. Se até 1998 as tentativas foram principalmente pela via institucional, a partir de então juntaram-se outras variáveis: envolvimento total da comunidade, o que passou também pela criação de uma associação de pais e encarregados de educação dedicada aos alunos das Dairas.
O novo presidente da Comissão Executiva Instaladora da EB2,3 Dairas, contando com a colaboração de alunos, pais, pessoal docente e não docente, tentou transmitir a voz de todos os que ansiavam por um pavilhão desportivo. Seguidamente, duas fases surgiram: a cedência, embora ao custo de 3.000$00/hora do Pavilhão Municipal para que, nas aulas de 110 minutos, os nossos jovens pudessem saborear uma aula semanal de Educação Física, longe do frio, do vento e da chuva, pese embora terem de percorrer a pé a distância de, e para, o Pavilhão... Simultaneamente, decorreu a fase negocial com a Câmara Municipal, com a DREN e com os proprietários de terrenos... culminando a 21/05/2001 com a reunião decisiva, na qual participaram: Lino Ferreira (Director-Regional Adjunto), Casimiro Rocha (Chefe de Serviços da DREN), António Fonseca (Presidente da Câmara de V. Cambra), Pina Marques (Vereador), António Couto (Associação de Pais), Nélson Martins (Presidente do C.Ex.) e Martinho Almeida (Vice-Presidente do C.Ex.). Fundamentais haviam sido os desempenhos do Professor José Nogueira (Presidente da Comissão Provisória), da Assembleia de Escola (liderada pelas professoras Teresa Paula e Cristina Maurício), dos membros da Direcção da Associação de Pais (Alberto Pinho, António Couto, Fernando Abílio, Joaquim Bastos, Luís Silva, Manuel Martins, entre outros), da Junta de Freguesia de S.Pedro de Castelões, do executivo camarário liderado pelo Dr. António Fonseca e, posteriormente, pelo Dr. Eduardo Coelho, da DREN (essencia
lmente do Dr. Lino Ferreira e do Engº Casimiro) e dos executivos liderados por Nelson Martins.
O novo presidente da Comissão Executiva Instaladora da EB2,3 Dairas, contando com a colaboração de alunos, pais, pessoal docente e não docente, tentou transmitir a voz de todos os que ansiavam por um pavilhão desportivo. Seguidamente, duas fases surgiram: a cedência, embora ao custo de 3.000$00/hora do Pavilhão Municipal para que, nas aulas de 110 minutos, os nossos jovens pudessem saborear uma aula semanal de Educação Física, longe do frio, do vento e da chuva, pese embora terem de percorrer a pé a distância de, e para, o Pavilhão... Simultaneamente, decorreu a fase negocial com a Câmara Municipal, com a DREN e com os proprietários de terrenos... culminando a 21/05/2001 com a reunião decisiva, na qual participaram: Lino Ferreira (Director-Regional Adjunto), Casimiro Rocha (Chefe de Serviços da DREN), António Fonseca (Presidente da Câmara de V. Cambra), Pina Marques (Vereador), António Couto (Associação de Pais), Nélson Martins (Presidente do C.Ex.) e Martinho Almeida (Vice-Presidente do C.Ex.). Fundamentais haviam sido os desempenhos do Professor José Nogueira (Presidente da Comissão Provisória), da Assembleia de Escola (liderada pelas professoras Teresa Paula e Cristina Maurício), dos membros da Direcção da Associação de Pais (Alberto Pinho, António Couto, Fernando Abílio, Joaquim Bastos, Luís Silva, Manuel Martins, entre outros), da Junta de Freguesia de S.Pedro de Castelões, do executivo camarário liderado pelo Dr. António Fonseca e, posteriormente, pelo Dr. Eduardo Coelho, da DREN (essencia
lmente do Dr. Lino Ferreira e do Engº Casimiro) e dos executivos liderados por Nelson Martins. A 21 de Maio de 2003, o Primeiro-Ministro (J.M.Durão Barroso) inaugurou as novas instalações desportivas.
Hoje, sem o Pavilhão e a Sala de Ginástica seria impensável poderem os nossos jovens usufruir de uma qualidade de vida desportiva como a que têm. Todavia, como afirmou o grande cientista Newton, «se hoje vejo mais além é porque estou aos ombros de gigantes», pelo que a nossa juventude deverá honrar aqueles que lutaram pelo seu bem-estar actual, de modo a que outros, no futuro, beneficiem desta infraestrutura.
Hoje, sem o Pavilhão e a Sala de Ginástica seria impensável poderem os nossos jovens usufruir de uma qualidade de vida desportiva como a que têm. Todavia, como afirmou o grande cientista Newton, «se hoje vejo mais além é porque estou aos ombros de gigantes», pelo que a nossa juventude deverá honrar aqueles que lutaram pelo seu bem-estar actual, de modo a que outros, no futuro, beneficiem desta infraestrutura.

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