No dia 20 de Fevereiro vieram duas enfermeiras do Centro de Saúde de Vale de Cambra, falar sobre a higiene e a alimentação.
– O que devemos fazer para a nossa higiene? - Perguntou a enfermeira. E nós respondemos:
- Lavar os dentes, tomar banho, lavar os pés as mãos e ver se tem piolhos.
Vimos uma enfermeira a mostrar como se lava os dentes. Disse que os devemos lavar depois das refeições e lavar as mãos antes de comer.
Também falou da nossa alimentação e que devemos comer muita fruta e hortaliça. Devemos comer um pouco de tudo. Mas devemos comer menos azeite e manteiga. Também não devemos comer muitos doces, só de vez em quando.
No fim fizeram-nos perguntas e entregaram uns diplomas.
Eu gostei muito da visita das enfermeiras.
Fábio – 4º ano
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
INFORMAÇÃO DO PRESIDENTE DO CONSELHO EXECUTIVO
Assunto: Avaliação do Pessoal Docente
1- no dia 01/02/2008 reuniu o Conselho Pedagógico, com a equipa que constitui o CCAvaliação;
2- essa sessão começou com uma questão acerca do processo de avaliação em marcha, tendo o Presidente feito uma introdução e questionado sobre a posição do Conselho Pedagógico no sentido de se iniciar, ou não, o processo;
3- considerou-se que os prazos dados pela tutela eram bastante reduzidos;
4- constatou-se que a tutela não estava a respeitar os princípios da democraticidade e da transparência, entre outros;
5- acordou-se que os trâmites inerentes ao processo avaliativo teriam de ser seguidos, tendo em conta os novos prazos e a inevitabilidade da existência de um novo modelo avaliativo;
6- enfim, concordando com o objectivo de avaliar de forma diferente da anteriormente realizada, discordavam todos do processo encontrado pela tutela;
7- em 06 e 07/02/2008 reuniram os Departamentos / Conselhos de Docentes para tomarem conhecimento do conteúdo das fichas de avaliação e de auto-avaliação;
8- em 08/02/2008 reuniu novamente o Conselho Pedagógico, de forma extraordinária;
9- nessa reunião, foi lida uma Declaração do Departamento de Expressões, tendo-se considerado que a mesma devia ser remetida para a tutela, pois, sobre a grande maioria dos pontos aí focados estava todo o plenário de acordo;
10- foram apresentados alguns Instrumentos de Registo como base de trabalho para os Departamentos e o Conselho Pedagógico se pronunciarem e aprovarem, respectiva e sequencialmente;
11- em 13/02/2008 nalguns Departamentos poderão ter havido tentativas de boicote à ordem de trabalhos previamente estabelecida pelos respectivos presidentes;
12- para que o espírito de democraticidade interna, que deve começar pelo RESPEITO A TODOS OS ÓRGÃOS, prevaleça sobre o divisionismo e o mau clima/ambiente de trabalho potenciados por eventuais tentativas de desestabilização / imposição, no âmbito dos princípios do bom-senso, da razoabilidade e da defesa da DIGNIDADE, da COERÊNCIA, do RESPEITO e da UNIDADE DOCENTE, solicito aos colegas que presidiram às reuniões referenciadas no ponto 11 que:
a)- descrevam exaustivamente o modo como a Ordem de Trabalhos foi alterada e a forma de cumprimento dos trâmites legais para se proceder a alterações;
b)- que tipo de documento e em que circunstância foi lido/imposto/discutido na sessão ?;
c)- quem trouxe e com que objectivos tal/tais documentos para uma reunião de departamento?;
d)- houve ou não perturbação da reunião e em que moldes?;
e)- houve ou não cumprimento da Ordem de Trabalhos previamente estabelecida ?
f)- houve, ou não, tentativas de imposição de vontades?
Para que o processo seja transparente e construtivo, enquanto PRESIDENTE ELEITO POR 75,00% do corpo eleitoral[1], tenho o dever de apelar ao bom-senso e de exigir razoabilidade e respeito para com todo e qualquer colega, seja qual for a sua opinião. Tenho o direito e a obrigação de zelar pelo cumprimento das mais elementares regras de convivência democrática, dentro dum espírito de responsabilização e de construção, onde a hipotética imposição de tomadas de posição será passível de enquadramento legal.
Se uns são acusados de seguir a tutela, outros parecem querer impor o caos e a desordem. Não haverá lugar ao meio termo ? Se iniciamos um processo e se nele podemos criar indicadores, medidores, objectivos … vamos parar e demonstrar que todos os dias avaliamos, mas que não queremos ser avaliados, ou vamos, com mais tempo, mais calma e mais partilha, criar mecanismos para que a Avaliação se concretize?
Para que se considere a alteração de prazos decidida pela tutela e se mostre que nós PROFESSORES DESEJAMOS UMA AVALIAÇÃO DIFERENCIADA, e não continuar com um fato surrado onde cabia o mais inovador e o mais incompetente como parecia ser o modelo anterior, saibamos RUMAR PELA DIGNIDADE![2]
Dairas, 2008/02/14
Presidente do Conselho Executivo
(Nelson da Silva Martins)
[1] A representatividade é para 100% da Comunidade Educativa!
[2] Reclamámos dos prazos e da falta de indicadores; deram-nos autonomia para estabelecer prazos, mas exigem-nos datas.
1- no dia 01/02/2008 reuniu o Conselho Pedagógico, com a equipa que constitui o CCAvaliação;
2- essa sessão começou com uma questão acerca do processo de avaliação em marcha, tendo o Presidente feito uma introdução e questionado sobre a posição do Conselho Pedagógico no sentido de se iniciar, ou não, o processo;
3- considerou-se que os prazos dados pela tutela eram bastante reduzidos;
4- constatou-se que a tutela não estava a respeitar os princípios da democraticidade e da transparência, entre outros;
5- acordou-se que os trâmites inerentes ao processo avaliativo teriam de ser seguidos, tendo em conta os novos prazos e a inevitabilidade da existência de um novo modelo avaliativo;
6- enfim, concordando com o objectivo de avaliar de forma diferente da anteriormente realizada, discordavam todos do processo encontrado pela tutela;
7- em 06 e 07/02/2008 reuniram os Departamentos / Conselhos de Docentes para tomarem conhecimento do conteúdo das fichas de avaliação e de auto-avaliação;
8- em 08/02/2008 reuniu novamente o Conselho Pedagógico, de forma extraordinária;
9- nessa reunião, foi lida uma Declaração do Departamento de Expressões, tendo-se considerado que a mesma devia ser remetida para a tutela, pois, sobre a grande maioria dos pontos aí focados estava todo o plenário de acordo;
10- foram apresentados alguns Instrumentos de Registo como base de trabalho para os Departamentos e o Conselho Pedagógico se pronunciarem e aprovarem, respectiva e sequencialmente;
11- em 13/02/2008 nalguns Departamentos poderão ter havido tentativas de boicote à ordem de trabalhos previamente estabelecida pelos respectivos presidentes;
12- para que o espírito de democraticidade interna, que deve começar pelo RESPEITO A TODOS OS ÓRGÃOS, prevaleça sobre o divisionismo e o mau clima/ambiente de trabalho potenciados por eventuais tentativas de desestabilização / imposição, no âmbito dos princípios do bom-senso, da razoabilidade e da defesa da DIGNIDADE, da COERÊNCIA, do RESPEITO e da UNIDADE DOCENTE, solicito aos colegas que presidiram às reuniões referenciadas no ponto 11 que:
a)- descrevam exaustivamente o modo como a Ordem de Trabalhos foi alterada e a forma de cumprimento dos trâmites legais para se proceder a alterações;
b)- que tipo de documento e em que circunstância foi lido/imposto/discutido na sessão ?;
c)- quem trouxe e com que objectivos tal/tais documentos para uma reunião de departamento?;
d)- houve ou não perturbação da reunião e em que moldes?;
e)- houve ou não cumprimento da Ordem de Trabalhos previamente estabelecida ?
f)- houve, ou não, tentativas de imposição de vontades?
Para que o processo seja transparente e construtivo, enquanto PRESIDENTE ELEITO POR 75,00% do corpo eleitoral[1], tenho o dever de apelar ao bom-senso e de exigir razoabilidade e respeito para com todo e qualquer colega, seja qual for a sua opinião. Tenho o direito e a obrigação de zelar pelo cumprimento das mais elementares regras de convivência democrática, dentro dum espírito de responsabilização e de construção, onde a hipotética imposição de tomadas de posição será passível de enquadramento legal.
Se uns são acusados de seguir a tutela, outros parecem querer impor o caos e a desordem. Não haverá lugar ao meio termo ? Se iniciamos um processo e se nele podemos criar indicadores, medidores, objectivos … vamos parar e demonstrar que todos os dias avaliamos, mas que não queremos ser avaliados, ou vamos, com mais tempo, mais calma e mais partilha, criar mecanismos para que a Avaliação se concretize?
Para que se considere a alteração de prazos decidida pela tutela e se mostre que nós PROFESSORES DESEJAMOS UMA AVALIAÇÃO DIFERENCIADA, e não continuar com um fato surrado onde cabia o mais inovador e o mais incompetente como parecia ser o modelo anterior, saibamos RUMAR PELA DIGNIDADE![2]
Dairas, 2008/02/14
Presidente do Conselho Executivo
(Nelson da Silva Martins)
[1] A representatividade é para 100% da Comunidade Educativa!
[2] Reclamámos dos prazos e da falta de indicadores; deram-nos autonomia para estabelecer prazos, mas exigem-nos datas.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
A Visita da Equipa Escola Segura

No dia 11 de Janeiro, a convite da turma do 1º e 4º anos da E. B. 1 de Junqueira, a Equipa Escolas Segura da Guarda Nacional Republicana veio à nossa escola falar-nos de Segurança.
Decidimos juntar os alunos do 2º e 3º anos e do Jardim de Infância para ouvir e ver o que nos iam mostrar. Era um tema muito importante para todos!
Começaram por nos mostrar um filme com uns guardas e crianças a falar dos cuidados que devemos ter na rua e em casa. Por exemplo, não mexer em armas, não falar com pessoas desconhecidas, atravessar nas passadeiras, não mexer na lixívia nem nos medicamentos, entre outras coisas.
No fim, fizemos perguntas e conversamos sobre o filme e sobre outras coisas importantes. Também nos deram uns panfletos e uma régua.
Foi uma tarde muito divertida e aprendemos muitas coisas!
Alunos do 4º ano
Decidimos juntar os alunos do 2º e 3º anos e do Jardim de Infância para ouvir e ver o que nos iam mostrar. Era um tema muito importante para todos!
Começaram por nos mostrar um filme com uns guardas e crianças a falar dos cuidados que devemos ter na rua e em casa. Por exemplo, não mexer em armas, não falar com pessoas desconhecidas, atravessar nas passadeiras, não mexer na lixívia nem nos medicamentos, entre outras coisas.
No fim, fizemos perguntas e conversamos sobre o filme e sobre outras coisas importantes. Também nos deram uns panfletos e uma régua.
Foi uma tarde muito divertida e aprendemos muitas coisas!
Alunos do 4º ano
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
O Carnaval na E. B. 1 do Covo
Como vem sendo hábito nesta escola, todos os anos nesta altura, no Carnaval, os alunos e professores festejam esta data.
Assim, combinámos e viemos todos mascarados, cada um como pôde e como lhe apeteceu, e, à hora marcada, todos nos apresentámos na escola. Eram bruxas, palhaços, chinesas, chineses, fadas, cinderelas, árabes, rainhas e princesas, eu sei lá, éramos tantos e tão diferentes!... Mas ficou muito, mas muito, bonito.
Começámos a formar o cortejo na escola, aos pares, para desfilar, e lá fomos todos contentes a cantar. Então saímos da escola, atravessámos a estrada, passámos em vários lugares da freguesia como o Souto, a Formiga, a Igreja, e fomos fazer uma visita à sede da Junta de Freguesia de S. Pedro de Castelões. Entrámos, vimos as fotos e mapas que estavam lá e que representavam a freguesia. Depois saímos em direcção ao Centro Social de S. Pedro de Castelões. Fomos lá fazer uma visita aos idosos daquele Centro, que ficaram todos contentes, bem dispostos e sorridentes, quando nos viram entrar. No fim, entregámos um miminho para sobremesa deles a uma responsável do Centro e saímos. Encontrámos também o Sr. Presidente da Junta de Freguesia que fez questão de tirar uma fotografia connosco.
Regressámos à escola por outro caminho, pelo Engenho, e chegámos à escola. Estávamos muito cansados mas felizes.
Mas para surpresa nossa, quando entrámos na sala, ficámos deveras admirados: tínhamos à nossa espera um delicioso lanche. Era batatas fritas (não podiam faltar), biscoitos, bolachas variadas, pães-de-leite, três qualidades de bolos, sumos, água e leite. Foi um verdadeiro banquete!...
No fim, de barriga cheia e mais cansados ainda, lá fomos embora, cada um para suas casas.
Foi mesmo um dia divertido, alegre, todos nos portámos muito bem.
Apesar de sermos ainda crianças, também nos lembrámos daqueles que já não o são, mas que também são gente e que precisam que alguém, de vez em quando, se lembre dos que já têm alguns anos.
Gostámos muito, mas mesmo muito, deste nosso Cortejo de Carnaval.
Professores e alunos da E. B. 1 do Covo
01 de Fevereiro de 2008.
Assim, combinámos e viemos todos mascarados, cada um como pôde e como lhe apeteceu, e, à hora marcada, todos nos apresentámos na escola. Eram bruxas, palhaços, chinesas, chineses, fadas, cinderelas, árabes, rainhas e princesas, eu sei lá, éramos tantos e tão diferentes!... Mas ficou muito, mas muito, bonito.
Começámos a formar o cortejo na escola, aos pares, para desfilar, e lá fomos todos contentes a cantar. Então saímos da escola, atravessámos a estrada, passámos em vários lugares da freguesia como o Souto, a Formiga, a Igreja, e fomos fazer uma visita à sede da Junta de Freguesia de S. Pedro de Castelões. Entrámos, vimos as fotos e mapas que estavam lá e que representavam a freguesia. Depois saímos em direcção ao Centro Social de S. Pedro de Castelões. Fomos lá fazer uma visita aos idosos daquele Centro, que ficaram todos contentes, bem dispostos e sorridentes, quando nos viram entrar. No fim, entregámos um miminho para sobremesa deles a uma responsável do Centro e saímos. Encontrámos também o Sr. Presidente da Junta de Freguesia que fez questão de tirar uma fotografia connosco.
Regressámos à escola por outro caminho, pelo Engenho, e chegámos à escola. Estávamos muito cansados mas felizes.
Mas para surpresa nossa, quando entrámos na sala, ficámos deveras admirados: tínhamos à nossa espera um delicioso lanche. Era batatas fritas (não podiam faltar), biscoitos, bolachas variadas, pães-de-leite, três qualidades de bolos, sumos, água e leite. Foi um verdadeiro banquete!...
No fim, de barriga cheia e mais cansados ainda, lá fomos embora, cada um para suas casas.
Foi mesmo um dia divertido, alegre, todos nos portámos muito bem.
Apesar de sermos ainda crianças, também nos lembrámos daqueles que já não o são, mas que também são gente e que precisam que alguém, de vez em quando, se lembre dos que já têm alguns anos.
Gostámos muito, mas mesmo muito, deste nosso Cortejo de Carnaval.
Professores e alunos da E. B. 1 do Covo
01 de Fevereiro de 2008.
A Nossa Escola do Covo
I
É na nossa escola
Que vamos aprender.
Tantos livros bonitos
Que vamos poder ler.
II
Nesta nossa escola do Covo
Tantos amigos vamos conhecer.
E pela nossa vida fora
Nunca os iremos esquecer.
III
Aprendemos muitas coisas
Temos muito p’ra trabalhar.
Mas só seremos alguém
Se, para isso, estudar!...
IV
Mas para que isso aconteça
Temos a ajuda de muita gente.
Alunos, professoras e família
Por isso, seguimos em frente.
V
Mas não podemos só estudar
Precisamos de distracção.
A brincar também se aprende
Já diz a velha canção.
Alunos da escola do Covo, 29 de Janeiro de 2008.
É na nossa escola
Que vamos aprender.
Tantos livros bonitos
Que vamos poder ler.
II
Nesta nossa escola do Covo
Tantos amigos vamos conhecer.
E pela nossa vida fora
Nunca os iremos esquecer.
III
Aprendemos muitas coisas
Temos muito p’ra trabalhar.
Mas só seremos alguém
Se, para isso, estudar!...
IV
Mas para que isso aconteça
Temos a ajuda de muita gente.
Alunos, professoras e família
Por isso, seguimos em frente.
V
Mas não podemos só estudar
Precisamos de distracção.
A brincar também se aprende
Já diz a velha canção.
Alunos da escola do Covo, 29 de Janeiro de 2008.
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