segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Acta do dia 19 de Dezembro de 2008.

I
O Conselho de Docentes decidiu
Aos dezanove dias se reuniu
Para fazer esta reunião.
Até porque tinha de ser
Muito assunto para escrever
Era mesmo uma obrigação.


II
A reunião era em Areias
E todos nós sem peias
À hora marcada chegámos.
Todos nos fomos sentando
Os grupos das escolas juntando
E muito nós falámos!...


III
Eram os planos de recuperação!
E também a avaliação
De toda a pequenada!
Era também a monitorização!
Até se falou da inspecção!
Não faltou mesmo nada!

IV
Mas afinal faltavam papéis
E nós sempre fiéis
A ouvir o administrador.
Faltavam ainda as menções!
E a pauta das avaliações!
Valha-me Nosso Senhor!...

V
Ele já estava tão cansado!...
Até que ficou sentado!
À espera que acalmassem.
O tempo ia passando
A hora do almoço chegando
Os assuntos? Que esperassem!...

VI
Mas o povo logo acalmou
A reunião sempre acabou
E resolvemos ir almoçar.
Onde vamos? Onde vamos?
Com a “chefe” acordámos
Ao Manuel fomos festejar!

VII
Cada qual a refeição marcada:
Para uns era espetada
Para outros bacalhau.
Também escolheram vitela
Vinho para acompanhar com ela
E água até dar com um pau!

VIII
Mónica e Amélia Silva sorriam
E beijos as duas recebiam
Também era o seu aniversário.
Tiveram de oferecer a sobremesa
Obrigadas a fazer esta fineza
Como era usuário.

IX
Do chefe veio a mensagem
Para levarmos nesta “viagem”
Durante o resto do mês.
Para todos, BOAS FESTAS!
E mais reuniões destas
Unindo-nos mais uma vez.

X
Pagámos e fomos embora
Assuntos tratar sem demora
No nosso Agrupamento.
Até porque o dever chama,
Dentro de nós clama
Outro importante momento.

XI
Alguns de nós tinham programado Jantar de Natal marcado
Na E.B. 2,3 às dezanove.
Como não podia deixar de ser
À hora, tivemos de aparecer
Ao todo, éramos nove.

XII
As mesas bem enfeitadas
Logo em cima, as entradas
O vinho, a broa e o chouriço.
O fígado, o sangue e rojões,
Grelos e batatas em montões
Tudo isto levou sumiço.

XIII
Bolo-rei, aletria e rabanadas,
Outras sobremesas variadas,
Não faltando mesmo nada!
O tempo foi-se esgotando
A noite ia avançando
A barriga a ficar pesada!

XIV
Mas o nosso Presidente,
Fotografava, muito contente,
A torto e a direito.
No chão ou empoleirado
Não se fazia rogado
Um fotógrafo mesmo a preceito.

XV
D. Fátima foi homenageada
Muitos anos empenhada
Cheia de dedicação.
Mas como tudo tem um fim
Ela chegou à reforma, enfim!
Foi para casa, com emoção.

XVI
O Presidente botou faladura
Nesta quadra, com ternura,
Para toda aquela gente.
Cada um foi à sua vida
Fazendo uma breve despedida
Até dali a uns dias, certamente.

XVII
E agora, para acabar,
Boas Festas quero desejar
A todos aqueles do Agrupamento. Cada qual no seu mister
Até para o ano, se Deus quiser,
Nesta quadra de encantamento.

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