segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Festa de Natal na E. B. 1 do Covo











Mais um ano se passou e o Natal está à porta. Todos nós, crianças, estamos muito contentes com esta quadra natalícia. É o Pai Natal, são as prendas, as festas. Este ano a nossa festa de Natal realizou-se no dia 14 de Dezembro, último dia de aulas do 1.º período em conjunto com o Jardim-de-infância.
No dia anterior as professoras fizeram a aletria e as rabanadas de leite. Nós estivemos a ajudar também. Partimos a aletria, pusemos o leite no tacho, a canela, a casca de limão, a margarina e o sal. Quando o leite começou a ferver, deitamos a aletria e mais tarde o açúcar. Deixamos ferver mais um pouco e retirou-se o tacho do lume. Depois de arrefecer um pouco, misturamos as gemas. Deitamos nas travessas e quando estava fria, enfeitou-se com canela. Como não podia deixar de ser, tivemos de provar as rabanadas para ver se estavam boas ou não.
No dia 14 de Dezembro é que foi mesmo a festa. Enfeitamos o espaço em baixo, arranjou-se um palco com cortinas para fazermos as representações. Houve canções e teatros de Natal. Todos nos portamos muito bem, cada um no papel que tinha de fazer. Tivemos a agradável visita do vice-presidente do Agrupamento, professor Carlos Tavares, e da representante do Pré-escolar no Conselho Executivo, educadora Cristina Lages, além dos professores das AEC.
Depois de tanto trabalho que tivemos, deu-nos a fome. Então fomos partilhar o lanche melhorado que todos tínhamos trazido, alunos da E. B. 1 e do Jardim-de-infância, a aletria e as rabanadas.
Mas a melhor e a maior surpresa ainda estava para vir: o Pai Natal apareceu para distribuir as prendas. Foi uma grande alegria. Todos queríamos cumprimentar o Pai Natal e receber as prendas. Ficamos muito, muito contentes com os presentes que recebemos.
Queremos desejar um BOM NATAL e um PRÓSPERO ANO NOVO a toda a gente no mundo inteiro, muita saúde para todos até para o ano, se Deus quiser.

Alunos da E. B. 1 do Covo, 14 de Dezembro de 2007.

Câmara Municipal - Presépio Gigante

A E. B. 1 do Covo recebeu um convite para participarmos na construção de um Presépio Gigante. Aceitamos esse pedido e metemos mãos à obra. Coube-nos um dos três Reis Magos. Começámos a pensar …, a pensar…. Como é que vamos enfeitar o boneco? Vamos pintá-lo ou vesti-lo? Pensámos…Pensámos…e resolvemos vesti-lo. Agora tínhamos outro problema! Vesti-lo… como? Começámos a arranjar os tecidos que melhor se adaptavam para poderem estar ao tempo: vento, chuva, sol.
Depois de muito experimentar, vestir e despir, lá conseguimos fardá-lo definitivamente. Pensámos que ficou bonito. Pelo menos, esforçámo-nos o mais que pudemos para que isso acontecesse.
Como prova do nosso esforço, aqui vão também fotografias de um dos Reis Magos, aquele que nos coube vestir.
Os professores e os alunos da E. B. 1 do Covo, 11 de Dezembro de 2007.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

ENTREGA DAS AVALIAÇÕES

As avaliações dos 2º e 3º CEB serão entregues no dia 20/12/2207 das 09h30 às 12h30, pelos/as Directores/as de Turma e um/a Professor/a Acompanhante.

Orientações para as reuniões de avaliação do 1ºperíodo


Agrupamento Vertical - Dairas
Escola E.B. 2,3 Dairas

— Ano Lectivo 2007/2008 —

Reunião do Conselho de Turma de Avaliação — 1.º Período

Orientações para o Director de Turma/Professores
(Aprovados na reunião ordinária do Conselho Pedagógico de 11/12/07)


Procedimentos a adoptar antes da reunião


ü Os Directores de Turma (DT) deverão:


ð Convocar, via caderneta, os EE dos alunos para uma reunião a realizar no dia 20 de Dezembro de 2007, das 9h30min às 12h30min;
ð Consultar a pasta “Avaliação 1.º Período” que se encontra no ambiente de trabalho, onde terão acesso à legislação, bem como a alguns ficheiros referidos neste documento;
ð Zelar pela organização da pasta que contém os documentos relativos à reunião de avaliação, com os cabeçalhos já preenchidos e ordenados alfabeticamente. Os documentos em questão são:

- registos de avaliação (preencher a lápis, sendo coerente entre o nível atribuído e a avaliação dos itens);
- registos de auto-avaliação;
- aulas previstas e dadas;
- relação das notas a atribuir;
- níveis por disciplina;
- relação das faltas de TPC e material (documento não obrigatório);
- relatório de actividades de compensação (propostas já preenchidas);
- proposta de actividades de compensação (a preencher);
- grelha “NEE / Psicologia /Apoios”;
- planos de acompanhamento/desenvolvimento;
- planos de recuperação.

Nota: Destes documentos, o único que deve ser obtido via informática, é o que se encontra sublinhado.

ð Regularizar, no programa “Alunos”, as faltas dadas pelos discentes e imprimir o relatório das faltas da turma até ao dia 14 de Dezembro. Em casos excepcionais (alunos com várias faltas injustificadas) dever-se-á imprimir um extracto individual de faltas. Em caso de dúvida quanto à natureza das faltas injustificadas (atraso, ausência, disciplinar) o Director de Turma deverá apurar juntos do(s) professor(es) das disciplinas em causa o motivo das mesmas e introduzi-lo no programa (caso tal não seja possível antes da reunião, deverão apurar os motivos durante o decorrer da mesma, e proceder à regularização informática após a reunião);
ð Imprimir a pauta provisória.


ü Os Professores da Turma deverão:

ð Proceder ao preenchimento dos registos de avaliação e da relação das notas a atribuir;
ð Ter presente na avaliação sumativa o que vem referido no Desp. Normativo n.º 1/2005 (assim como os esclarecimentos emanados do Gabinete do Secretário de Estado da Educação e as alterações introduzidas pelo Desp. Normativo n.º 18/2006) e no Desp. Normativo n.º 50/2005 – documentos que se encontram na pasta de “Avaliação 1.º Período”;
ð Identificar as dificuldades reveladas pelos alunos, delinear as estratégias de superação e propor as medidas a adoptar, de acordo com os recursos materiais e humanos da escola;
ð Ponderar antecipadamente os níveis a atribuir, preencher os relatórios dos alunos que frequentaram actividades de compensação (A.P.A./A.C.E.) e eventuais novas propostas, considerando-se prioritárias as que se destinem a alunos abrangidos pelo Dec-lei n.º 319/91 e/ou que sejam sujeitos a um plano de recuperação/plano de acompanhamento. Alerta-se, mais uma vez, que cada aluno não deverá frequentar mais de três aulas de apoio;
ð Proceder à contagem das aulas previstas e dadas – desde 14/09/2007 até 14/12/2007, inclusive –, e preencher a folha destinada a esse efeito;
ð Se a turma possuir alunos com necessidades educativas especiais, ler o Dec-lei n.º 319/91 que regulamenta sobre esses casos;
ð (Caso prevejam a sua ausência da reunião – por motivos justificáveis) deixar no Conselho Executivo – em envelope fechado, contendo a identificação do professor, da disciplina que lecciona e do Ano/Turma a que se refere – os níveis que pretendem atribuir, bem como outros elementos que devam constar em acta;
ð (…)

Procedimentos a adoptar na reunião


ð Ser pontual e colaborar nos trabalhos da reunião, sob a orientação do DT, ou de quem o representar.
ð Logo no início, deve proceder-se à verificação das presenças. Caso falte algum professor à reunião deve determinar-se a causa dessa ausência, para apurar se a reunião tem de ser adiada ou se pode realizar-se na data prevista (caso o professor ausente não tenha entregue os seus elementos de avaliação na Conselho Executivo, a reunião realizar-se-á após, no mínimo, 48 horas úteis). Se a reunião se puder realizar, deve preencher-se o espaço correspondente com o seu nome (escrito a azul ou preto) e, à frente, escrever (a vermelho) – FALTOU. Para além disso, deve referir-se, na acta, a ausência do professor e que o mesmo deixou os elementos de avaliação. O DT procederá ao seu levantamento no gabinete do referido órgão, na hora da reunião.
ð Se faltar o Presidente e/ou o Secretário nomeado para a reunião, recomenda-se a leitura do decreto-lei n.º 6/96, de 31 de Janeiro, Capítulo I, Secção II. art. 15.º, ponto 2 – se faltar o Presidente da reunião, este deve ser substituído pelo professor com maior antiguidade (em tempo de serviço); se faltar o Secretário, o mesmo deve ser substituído pelo professor com menor antiguidade (em tempo de serviço).
ð Evitar as conversas paralelas, que para além de prejudicarem o trabalho, prolongam em demasia a reunião.
ð Como é frequente acontecer, os professores de Educação Moral e Religiosa Católica poderão não estar presentes na reunião, em virtude de fazerem parte de outros CT que decorrem em simultâneo. Por esse motivo o DT deve averiguar, com a devida antecedência, as reuniões em que os referidos professores pensam estar presentes. Os professores daquela disciplina, devem fornecer os elementos de avaliação aos DT das reuniões em que não poderão estar presentes e dirigir-se à sala onde decorrem essas reuniões para assinar as correspondentes actas e participar em discussões e votações.
ð Não são permitidas abstenções nos assuntos tratados em órgãos colegiais.
ð A(s) Professora(s) dos Apoios Educativos e a Psicóloga, se fizerem parte do CT, assinam a acta.
ð A avaliação em cada disciplina não é da responsabilidade exclusiva do professor, mas sim do CT como entidade colegial.
ð Os intervenientes nas reuniões de avaliação não devem esquecer o carácter sigiloso das mesmas.
ð Todos os elementos do CT devem manter-se na reunião até o respectivo Presidente a dar por encerrada.


Nota: No canto superior direito do rosto da acta, o número a atribuir deve corresponder ao número efectivo de reuniões realizadas no período em questão, independentemente do carácter das mesmas.
Material que deve ser levado para a sala onde decorrerá a reunião do Conselho de Turma

ü Folha de acta.
ü Pauta provisória.
ü Pasta que contém os documentos relativos à reunião de avaliação.
ü Proposta-síntese para Adaptações Curriculares ou Currículo Escolar Próprio (caso seja previsível a sua utilização)
ü (outros julgados necessários)

Nota: Destes documentos, o único que deve ser obtido via informática, é o que se encontra sublinhado.

Elaboração da acta do Conselho de Turma relativo à avaliação

ð As assinaturas dos professores presentes devem ser redigidas na mesma cor (azul ou preto). As faltas serão escritas a vermelho.
ð A acta não pode conter algarismos, ou seja, tudo deve ser escrito por extenso – com excepção dos números relativos à legislação eventualmente mencionada (dec-lei, ofícios, portarias, etc).
ð O DT e o secretário devem rubricar, no canto superior direito, as páginas intermédias da acta.
ð Todos os anexos que sejam apensos à acta deverão ser numerados, datados, e rubricados pelo DT. Na acta deverão ser referenciados os anexos. (ex: “Foram depois lidos (…), os quais constituem o anexo número dois da presente acta.”)
ð Deve proceder-se à:
è constatação de eventuais disciplinas sem docente;
è ponderação da situação específica de cada aluno e à atribuição dos níveis;
è balanço da situação global da turma – aproveitamento e comportamento – justificando as menções atribuídas;
è indicação de informações relevantes mantidas com os Encarregados de Educação;
è elaboração de um plano de recuperação para os alunos com maior indício de insucesso ( três níveis inferiores a três, incluindo nestes a menção de Não Satisfaz a Área de Projecto).
è actualização/reformulação do plano de acompanhamento/desenvolvimento.
ð Devem ser ainda mencionados os nomes dos alunos:
è que apresentem três ou mais níveis inferiores a três;
è propostos ou excluídos – mencionando, neste último caso, o motivo – das actividades de compensação;
è que tenham tido comportamentos disciplinares graves (referir as atitudes e as áreas/disciplinas em que ocorreram);
è que estejam ao abrigo do Dec-lei n.º 319/91 e todos os aspectos considerados relevantes sobre os mesmos. No caso destes alunos, que usufruem de uma medida de Regime Educativo Especial, deverá ser feita uma apreciação em relação ao desempenho dos mesmos ao longo do período. Nesta, deve-se fazer referência às actividades desenvolvidas na sala de aula e referir se a medida aplicada tem surtido o efeito esperado;
è que apresentem um significativo número de faltas;
è que estão dispensados (por atestado médico) da prática de Educação Física.
ð Devem referir-se as anulações de matrícula, assim como as exclusões por excessivo n.º de faltas (desde que o aluno esteja fora da escolaridade obrigatória).
ð Devem ser apresentadas as justificações (sem esquecer a co-responsabilidade do CT):
è para os casos de disciplinas em que se verifique uma percentagem de níveis inferiores a três superior ou igual a 50%. Essa justificação deve ser solicitada ao professor da disciplina em que se verificar tal situação e pode constar da acta ou ser apensa à mesma. Na justificação devem ser propostas as respectivas estratégias de remediação;
è para os níveis 1 (um) que forem atribuídos;
è sempre que se achar pertinente.
ð Deve fazer-se o ponto da situação e, eventualmente, dar continuidade aos trabalhos da Área de Projecto e à interdisciplinaridade.

ð Na acta e, em alínea na pauta, deverão fazer-se as Observações (ex: “sem elementos de avaliação por falta de assiduidade do aluno”; “sem elementos de avaliação por falta de assiduidade do professor”; “frequenta Adaptações Curriculares, ao abrigo do Dec-lei n.º 319/91, de 23 de Agosto, artigo 2.º, alínea c”; “frequenta Currículo Escolar Próprio, ao abrigo do Dec-lei n.º 319/91, de 23 de Agosto, artigo 2.º, alínea i”; “transferido”; “não está matriculado na disciplina de E. M. R. C.”; “anulou a matrícula”; “dispensado da componente prática de Educação Física, por atestado médico”; “aluno avaliado em regime de Ensino Articulado/Portaria n.º 1550/2002”).
ð Os professores devem permanecer na reunião até à leitura, aprovação, assinatura (da acta e da pauta manual que contém as classificações atribuídas) e até ser dada a autorização de saída por parte do respectivo Presidente.

Nota: A pauta manual/provisória é assinada pelo docente ao fundo da coluna das classificações da sua disciplina, imediatamente a seguir à última classificação, responsabilizando-se desse modo, pelas classificações registadas.



Outras competências do Director de Turma


ð Lançar – após a reunião e juntamente com o secretário da reunião (ou outro professor do CT) – os níveis atribuídos e imprimir as (duas) respectivas pautas definitivas em formato A3. Nela fazem constar as observações que forem necessárias.
ð Todos os documentos resultantes da reunião de avaliação, incluindo as pautas em formato A3, deverão ser apresentados na Equipa de Verificação, que ficará responsável pelo encaminhamento dos mesmos para os respectivos destinatários (Conselho Executivo, Reprografia, Director de Turma).
ð Na reunião para a qual foram convocados os EE, o DT dará a conhecer os níveis obtidos pelo seu educando às diversas disciplinas, bem como a avaliação às áreas curriculares não disciplinares. A assiduidade e eventuais problemas disciplinares revelados até ao momento também poderão ser abordados. No final dessa reunião, caso se justifique, deverão ser registados, na Ficha Individual do Aluno, os assuntos nela discutidos, solicitando-se que o EE assine esse documento como confirmação. Os Encarregados de Educação que não puderem comparecer à reunião em questão, poderão fazê-lo no 2.º período, no horário de atendimento.




Escola E.B. 2,3 Dairas, 23 de Novembro de 2007



O Presidente do Conselho Executivo: Nelson da Silva Martins
O Coordenador dos Directores de Turma do 2.º ciclo: João Carlos da Cunha Marques
A Coordenadora dos Directores de Turma do 3º Ciclo: Tânia Lopes Praça

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Taxas de Insucesso na EB2,3 Dairas (2006-07)

5º ANO: em 118 alunos houve uma retenção (0,85% de insucesso);
ANO: em 116 alunos houve seis retenções (5,17% de insucesso);
ANO: em 127 alunos houve dezasseis retenções (12,60% de insucesso);
ANO: em 99 alunos houve seis retenções (6,06% de insucesso);
ANO: em 100 alunos houve duas retenções (2,00%).

Portanto, todos os alunos da EB2,3 Dairas se apresentaram aos exames nacionais e, em resultado da conjunção destes com os resultados da avaliação interna somente dois alunos não concluiram a escolaridade obrigatória. Parece-nos um execelente resultado, quando comparado com outras escolas (públicas e privadas), apesar de dois não terem alcançado os objectivos pretendidos.
Assim, o insucesso foi de 5,54 % (31 chumbos) para um total de 560 alunos do ensino regular.
Nos Cursos de Educação e Formação o insucesso foi de 36,84%.









Resumo da Reunião Com a SRª MINISTRA

RESUMO DA REUNIÃO COM MINISTRA DA EDUCAÇÃO E SECRETÁRIO DE ESTADO (Guimarães-2007/12/05)

I- REVISÃO DO NORMATIVO DE AUTONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO (DL115-A/98):

1- Neste ano lectivo sairá a lei
2- Será colocada em discussão pública
3- A autonomia será clarificada, no concernente às regras
4- Descentralizar-se-ão competências para as autarquias
5- Ao ME caberá o planeamento, o controle, a avaliação do currículo e a avaliação do funcionamento do sistema escolar
6- Para as autarquias ficará a afectação de recursos (PND, PD, Edifícios, Equipamentos, Verbas,…)
7- A gestão dos recursos ficará afecta às escolas
8- Fixar-se-ão poucas regras, por forma a dar maior amplitude organizacional às escolas
9- «São as pessoas e não os modelos que gerem as escolas!»
10- Gestão de topo: um professor (não obrigatoriamente da mesma escola onde se encontra); maior participação da comunidade nas escolas

II- AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PD

1- princípios e objectivos orientadores: o principal objectivo é o da diferenciação, distinguindo pelo MÉRITO, para se melhorarem os RESULTADOS ESCOLARES
2- dimensões da avaliação: transversal (profissional e ética – após o ensino superior); operacional (desenvolvimento do ensino e da aprendizagem = aulas, preparação de aulas, aprendizagens e avaliação dos alunos)
3- participação nas actividades da escola e relacionamento com a comunidade
4- desenvolvimento e formação profissional

III- PERIODICIDADE DA AVALIAÇÃO

1- de 2 em 2 anos
2- recolha anual de informação, através de instrumentos elaborados e aprovados pelo C.Pedagógico, tendo em conta as recomendações do CCAP

IV- REQUISITOS DE TEMPO DE SERVIÇO

1- um ano de serviço docente efectivo
2- 6 meses para contratados (avaliação no final do período de contrato)
3- Excepcionalmente 4 meses (substituição por maternidade), podendo a escola optar pela não avaliação destes professores

V- SITUAÇÕES ESPECIAIS

1- ano probatório (a seguir à profissionalização)
2- docentes sem actividade lectiva
3- docentes em mobilidade (funções ND ou técnico-pedagógicas)
4- coordenador de Depº Curricular
5- profs. Em CEx ou direcção de CFAE, quando não exerçam funções lectivas
6- Coordenador de Departamentos e Presidente do C.Executivo = AVALIADORES
7- A avaliação dos avaliadores ainda não está totalmente regulamentada

VI- AVALIADORES

1- o Coordenador poderá delegar a competência em Profs. Titulares
2- o PCE pode delegar competências em VPCE
3- a Comissão de Coordenação da Avaliação de Desempenho (PCE + 4 CD Titulares c/ assento no CP)
4- a CCAD analisa Insuficiente / Muito Bom / Excelente
5- o delegante não delega a RESPONSABILIDADE, pelo que será sempre o responsável pela avaliação

VII- FASES DO PROCESSO

1- preenchimento da ficha de auto-avaliação
2- preenchimento das fichas de avaliação, pelos avaliadores
3- avaliações excepcionais (Insuficiente, Muito Bom e Excelente) seguem para CCAD
4- realização de entrevistas entre Avaliador e Avaliado
5- realização de reunião conjunta de avaliadores para atribuírem a classificação final

VIII- COMPONENTES DA AVALIAÇÃO

1- auto-avaliação
2- avaliação pelo Coordenador do Depº Curricular (qualidade científico-pedagógica do docente)
3- avaliação pelo Conselho Executivo (assiduidade, progresso dos resultados escolares, exercício de cargos / funções pedagógicas, formação contínua, componente não lectiva, contribuição para a diminuição do abandono escolar, participação na vida do agrupamento, relação com a comunidade)

IX- INTERVENÇÃO DOS CONSELHOS EXECUTIVOS

1- nos primeiros vinte dias úteis após a publicação do Decreto-Regulamentar, cada CP aprovará os instrumentos de registo e indicadores de medida, a partir das referências do CCAD
2- nos dez dias úteis imediatos, estabelecem-se os objectivos individuais dos avaliados (2007/2009)
3- no prazo máximo de seis meses, deverão fixar-se as restantes matérias no RI

X- PERGUNTAS E RESPOSTAS

1- NOMEAÇÃO EM COMISSÃO DE SERVIÇO: esgotadas situações legais, avalia quem estiver em Comissão de serviço
2- Ed. Especial será avaliada nas Expressões, tal como a colega recém-destacada em ET
3- Que fazer quando o avaliado não reconhece qualidade ao avaliador ? «É a vida! As regras são estas, pelo que a escola terá de estabelecer regras de equidade e de controle.»

XI- INTERVENÇÃO DA SENHORA MINISTRA DA EDUCAÇÃO

XII- GRANDES INVESTIMENTOS
1- PARQUE ESCOLAR = 940 M€
2- CENTROS ESCOLARES = 400 M€
3- PLANO TECNOLÓGICO = 450 M€ (ligação das escolas à Internet; instalação de redes locais nas próprias escolas – apesar de muitas escolas já o terem; eixo de reequipamento das escolas; cartão electrónico do aluno; instalação de câmaras de vídeo - vigilância no espaço exterior da escola)
4- RBEscolares = 8 M€ (1800 Bibliotecas contempladas nos últimos dez anos; metade no 1º CEB com a colaboração das autarquias; 6.000 EB 1 não têm Biblioteca; 17 ESecundárias também; 136 EB2,3 também não têm; nas EB1 só haverá RBE quando existirem mais de 100 alunos, nas outras o recurso será a Escola-sede
5- QREN = Cursos Profissionais em Escolas Secundárias + Centros Novas Oportunidades + Territórios Educativos de Intervenção Prioritária
6- Para intervir nas EB’s haverá financiamentos disponíveis
7- E no 1º CEB ? Através dos Programas Ocupacionais Regionais recuperar-se-á a rede do 1º CEB, concentrando alunos nas sedes concelhias

XIII- RESULTADOS ESCOLARES
1- transmitir o reconhecimento sobre a melhoria dos resultados em todos os anos do Secundário
2- no ES aumentou o nº de alunos do 10º ano
3- especial atenção aos alunos do 10º para que não abandonem a Escola
4- «quanto ao ensino básico, não estou tão tranquila, porque o insucesso não está ser bem resolvido!»
5- Apesar de tudo, há melhoria em todos os anos
6- No 1º CEB a taxa de insucesso, nos últimos dez anos, reduz de 10 para 5%
7- Mas nos resultados do 2º ano verificam-se 10% de «chumbos» para alunos com 7 anos de idade: será do Pré-Escolar? Serão competências de leitura não adquiridas? SERÁ LANÇADO UM EDITAL PARA QUE AS ESCOLAS INVESTIGUEM
8- Também na passagem de Ciclo há problemas
9- Os CEF’s combatem o abandono, mas não o insucesso
10- Há 25% de insucesso no Secundário (muito acima dos restantes países europeus)

XIV- PREOCUPAÇÃO COM AS POLÍTICAS LANÇADAS
1- ACTIVIDADES EXTRA-CURRICULARES: no próximo ano haverá «Escola a Tempo Inteiro» no 2ºCEB, sob administração das escolas; a supervisão efectiva tem de ser feita pelos docentes titulares das turmas; há boas, e más, relações entre Conselhos Executivos e Autarquias

XV- AULAS DE SUBSTITUIÇÃO~
1- o absentismo docente desceu de 10 para 5%
2- os professores leccionam uma média semanal de 16 horas
3- raros são os professores com 20 horas semanais, por causa dos cargos
4- os contratados é que, normalmente, têm 22 horas semanais
5- há 200.000 horas semanais de tempos supervenientes
6- há escolas que têm sabido aproveitar os seus recursos de forma inteligente e eficaz, promovendo a melhoria dos resultados das aprendizagens dos seus alunos.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

“ A Maior Flor do Mundo”








Livro de José Saramago
Prémio Nacional de Ilustração 2001
Ilustrações de João Caetano

Era uma vez um senhor velho que decidiu contar uma história.
A história, começava com um menino, chamado João que estava triste porque não com que se distrair.
Aborrecido por não fazer nada, decidiu sair de casa, mesmo sem pedir licença. Apetecia-lhe correr pelos campos.
Saiu com cuidado para não ser visto e, mal passou por baixo do arco do portão da quinta, pôs-se a correr. Sabia que não tinha pedido licença para atravessar o portão, mas resolveu arriscar.
Atravessou a aldeia num instante.
Viu um lindo pássaro vermelho e preto, das mesmas cores que ele tinha vestidas, cantava muito bem. O pássaro levantou voo. O menino resolveu segui-lo. Ele sabia que estava muito longe de casa, para lá de Marte!
Seguiu-o até ao cimo do monte, lá apenas encontrou uma flor que devia ter sido bonita, mas agora, estava quase seca.
Olhou para as mãos e teve uma ideia!
Teve de voltar ao rio que estava no fundo do monte, mais de vinte vezes, para dar à flor a água que ela precisava para crescer. Cada vez que regava a flor, ela crescia mais de um metro e as pétalas ficavam cada vez mais bonitas. O João sentia-se orgulhoso da sua obra e nem se lembrava de regressar a casa.
O seu pai tinha andado, com amigos e familiares, toda a noite à procura do filho. Ninguém sabia onde ele estava e temiam que tivesse sido comido por uma fera.
Quando amanheceu, viram no cimo do monte, uma flor enorme, maior do que uma árvore, tão grande, tão grande que nunca se vira coisa igual! Apesar de preocupados, com o João, quiseram ver de perto aquele fenómeno. Foi então que viram o João a dormir muito aconchegado numa pétala da flor que tinha todas as cores do arco-íris.
No dia seguinte, houve uma grande festa na aldeia, todas as janelas das casas de pedra, havia vasos de flores.
O menino cresceu e, com o tempo, tornou-se um senhor muito velho. Ainda hoje escreve histórias à sombra dessa flor. Para ele, aquela flor é a maior do mundo!

Colectivo
EB1 dos Dois – 3º ano

Participação da EB1 de Dois




S. MARTINHO

“ Ir ao pinhal à caruma”

Este dia especial
Que tanto esperei
A ida ao pinhal
Que tanto sonhei.

Foi lindo o dia,
Eu sorria
E corria,
Com alegria.

A caruma fomos apanhar
E estávamos a adorar,
Também gostei de cantar,
Foi pena termos que vir almoçar.

A manhã correu depressa
O que eu não queria
Mas como eu fiz uma promessa
E correu bem o dia.

Pedi um dia bonito.
Ele fez-me a vontade
Gostei muito de fazer
Esta nova actividade.

ANA MARGARIDA
4ºano


A ida ao pinhal á caruma para o Magusto

Fomos ao pinhal
Caruma apanhar
Foi especial
O molho atar.

Foi divertido
Correr e saltar
Trazer caruma
Para o magusto realizar.

Dia especial

Este dia foi especial
Para o São Martinho
Festejar

Saímos da escola
Para ir ao pinhal
Foi uma alegria
Sem igual

Encontramos ossos
Ao caminhar
Trouxemos para a escola
Para os estudar

Diana 4ºano

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Construção do Presépio e da Árvore de Natal












No dia três de Dezembro começámos a enfeitar a nossa escola porque a época natalícia começou neste mês.
Começámos por escolher o local para colocarmos a árvore e o presépio. Depois fomos buscar à arca reservada para esse efeito as imagens e os enfeites todos que tínhamos guardado dos anos anteriores. Escolhemos um canto da entrada que é visível de todos os lados. De seguida, enfeitámos a árvore. Pendurámos as bolas, as fitas e as luzes. A seguir e do lado direito, começámos por colocar o musgo, que servia de base ao presépio. Por cima as imagens que representam os seus elementos todos, como sejam: a cabana do Menino Jesus, que ficou muito bonita cheia de heras, o Menino Jesus todo satisfeito na sua caminha de palha, a Nossa Senhora e o S. José cheios de ternura a olharem para Ele, os Reis Magos com as prendas – o ouro, o incenso e a mirra, o burro e a vaca a aquecerem o Menino com o seu bafo, os pastores, as ovelhas, os carneiros e os seus filhos.
Por fim acendemos as luzes e ficamos maravilhados com o espectáculo que estava diante dos nossos olhos, com todas as luzes a piscar! … Até parecia que o Menino Jesus estava a sorrir! E nós ficámos todos muito satisfeitos também.
Também enfeitámos as salas e o corredor com azevinho e pinhas que nós trouxemos para a escola.
Ficou um espectáculo!...

Os alunos da:
E. B. 1 do Covo, 05 de Dezembro de 2007.