domingo, 30 de dezembro de 2007
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Festa de Natal na E. B. 1 do Covo




Mais um ano se passou e o Natal está à porta. Todos nós, crianças, estamos muito contentes com esta quadra natalícia. É o Pai Natal, são as prendas, as festas. Este ano a nossa festa de Natal realizou-se no dia 14 de Dezembro, último dia de aulas do 1.º período em conjunto com o Jardim-de-infância.
No dia anterior as professoras fizeram a aletria e as rabanadas de leite. Nós estivemos a ajudar também. Partimos a aletria, pusemos o leite no tacho, a canela, a casca de limão, a margarina e o sal. Quando o leite começou a ferver, deitamos a aletria e mais tarde o açúcar. Deixamos ferver mais um pouco e retirou-se o tacho do lume. Depois de arrefecer um pouco, misturamos as gemas. Deitamos nas travessas e quando estava fria, enfeitou-se com canela. Como não podia deixar de ser, tivemos de provar as rabanadas para ver se estavam boas ou não.
No dia 14 de Dezembro é que foi mesmo a festa. Enfeitamos o espaço em baixo, arranjou-se um palco com cortinas para fazermos as representações. Houve canções e teatros de Natal. Todos nos portamos muito bem, cada um no papel que tinha de fazer. Tivemos a agradável visita do vice-presidente do Agrupamento, professor Carlos Tavares, e da representante do Pré-escolar no Conselho Executivo, educadora Cristina Lages, além dos professores das AEC.
Depois de tanto trabalho que tivemos, deu-nos a fome. Então fomos partilhar o lanche melhorado que todos tínhamos trazido, alunos da E. B. 1 e do Jardim-de-infância, a aletria e as rabanadas.
Mas a melhor e a maior surpresa ainda estava para vir: o Pai Natal apareceu para distribuir as prendas. Foi uma grande alegria. Todos queríamos cumprimentar o Pai Natal e receber as prendas. Ficamos muito, muito contentes com os presentes que recebemos.
Queremos desejar um BOM NATAL e um PRÓSPERO ANO NOVO a toda a gente no mundo inteiro, muita saúde para todos até para o ano, se Deus quiser.
Alunos da E. B. 1 do Covo, 14 de Dezembro de 2007.
No dia anterior as professoras fizeram a aletria e as rabanadas de leite. Nós estivemos a ajudar também. Partimos a aletria, pusemos o leite no tacho, a canela, a casca de limão, a margarina e o sal. Quando o leite começou a ferver, deitamos a aletria e mais tarde o açúcar. Deixamos ferver mais um pouco e retirou-se o tacho do lume. Depois de arrefecer um pouco, misturamos as gemas. Deitamos nas travessas e quando estava fria, enfeitou-se com canela. Como não podia deixar de ser, tivemos de provar as rabanadas para ver se estavam boas ou não.
No dia 14 de Dezembro é que foi mesmo a festa. Enfeitamos o espaço em baixo, arranjou-se um palco com cortinas para fazermos as representações. Houve canções e teatros de Natal. Todos nos portamos muito bem, cada um no papel que tinha de fazer. Tivemos a agradável visita do vice-presidente do Agrupamento, professor Carlos Tavares, e da representante do Pré-escolar no Conselho Executivo, educadora Cristina Lages, além dos professores das AEC.
Depois de tanto trabalho que tivemos, deu-nos a fome. Então fomos partilhar o lanche melhorado que todos tínhamos trazido, alunos da E. B. 1 e do Jardim-de-infância, a aletria e as rabanadas.
Mas a melhor e a maior surpresa ainda estava para vir: o Pai Natal apareceu para distribuir as prendas. Foi uma grande alegria. Todos queríamos cumprimentar o Pai Natal e receber as prendas. Ficamos muito, muito contentes com os presentes que recebemos.
Queremos desejar um BOM NATAL e um PRÓSPERO ANO NOVO a toda a gente no mundo inteiro, muita saúde para todos até para o ano, se Deus quiser.
Alunos da E. B. 1 do Covo, 14 de Dezembro de 2007.
Câmara Municipal - Presépio Gigante
A E. B. 1 do Covo recebeu um convite para participarmos na construção de um Presépio Gigante. Aceitamos esse pedido e metemos mãos à obra. Coube-nos um dos três Reis Magos. Começámos a pensar …, a pensar…. Como é que vamos enfeitar o boneco? Vamos pintá-lo ou vesti-lo? Pensámos…Pensámos…e resolvemos vesti-lo. Agora tínhamos outro problema! Vesti-lo… como? Começámos a arranjar os tecidos que melhor se adaptavam para poderem estar ao tempo: vento, chuva, sol.
Depois de muito experimentar, vestir e despir, lá conseguimos fardá-lo definitivamente. Pensámos que ficou bonito. Pelo menos, esforçámo-nos o mais que pudemos para que isso acontecesse.
Como prova do nosso esforço, aqui vão também fotografias de um dos Reis Magos, aquele que nos coube vestir.
Os professores e os alunos da E. B. 1 do Covo, 11 de Dezembro de 2007.
Depois de muito experimentar, vestir e despir, lá conseguimos fardá-lo definitivamente. Pensámos que ficou bonito. Pelo menos, esforçámo-nos o mais que pudemos para que isso acontecesse.
Como prova do nosso esforço, aqui vão também fotografias de um dos Reis Magos, aquele que nos coube vestir.
Os professores e os alunos da E. B. 1 do Covo, 11 de Dezembro de 2007.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
ENTREGA DAS AVALIAÇÕES
As avaliações dos 2º e 3º CEB serão entregues no dia 20/12/2207 das 09h30 às 12h30, pelos/as Directores/as de Turma e um/a Professor/a Acompanhante.
Orientações para as reuniões de avaliação do 1ºperíodo
Agrupamento Vertical - Dairas
Escola E.B. 2,3 Dairas
— Ano Lectivo 2007/2008 —
Reunião do Conselho de Turma de Avaliação — 1.º Período
Orientações para o Director de Turma/Professores
(Aprovados na reunião ordinária do Conselho Pedagógico de 11/12/07)
Procedimentos a adoptar antes da reunião
ü Os Directores de Turma (DT) deverão:
ð Convocar, via caderneta, os EE dos alunos para uma reunião a realizar no dia 20 de Dezembro de 2007, das 9h30min às 12h30min;
ð Consultar a pasta “Avaliação 1.º Período” que se encontra no ambiente de trabalho, onde terão acesso à legislação, bem como a alguns ficheiros referidos neste documento;
ð Zelar pela organização da pasta que contém os documentos relativos à reunião de avaliação, com os cabeçalhos já preenchidos e ordenados alfabeticamente. Os documentos em questão são:
- registos de avaliação (preencher a lápis, sendo coerente entre o nível atribuído e a avaliação dos itens);
- registos de auto-avaliação;
- aulas previstas e dadas;
- relação das notas a atribuir;
- níveis por disciplina;
- relação das faltas de TPC e material (documento não obrigatório);
- relatório de actividades de compensação (propostas já preenchidas);
- proposta de actividades de compensação (a preencher);
- grelha “NEE / Psicologia /Apoios”;
- planos de acompanhamento/desenvolvimento;
- planos de recuperação.
Nota: Destes documentos, o único que deve ser obtido via informática, é o que se encontra sublinhado.
ð Regularizar, no programa “Alunos”, as faltas dadas pelos discentes e imprimir o relatório das faltas da turma até ao dia 14 de Dezembro. Em casos excepcionais (alunos com várias faltas injustificadas) dever-se-á imprimir um extracto individual de faltas. Em caso de dúvida quanto à natureza das faltas injustificadas (atraso, ausência, disciplinar) o Director de Turma deverá apurar juntos do(s) professor(es) das disciplinas em causa o motivo das mesmas e introduzi-lo no programa (caso tal não seja possível antes da reunião, deverão apurar os motivos durante o decorrer da mesma, e proceder à regularização informática após a reunião);
ð Imprimir a pauta provisória.
ü Os Professores da Turma deverão:
ð Proceder ao preenchimento dos registos de avaliação e da relação das notas a atribuir;
ð Ter presente na avaliação sumativa o que vem referido no Desp. Normativo n.º 1/2005 (assim como os esclarecimentos emanados do Gabinete do Secretário de Estado da Educação e as alterações introduzidas pelo Desp. Normativo n.º 18/2006) e no Desp. Normativo n.º 50/2005 – documentos que se encontram na pasta de “Avaliação 1.º Período”;
ð Identificar as dificuldades reveladas pelos alunos, delinear as estratégias de superação e propor as medidas a adoptar, de acordo com os recursos materiais e humanos da escola;
ð Ponderar antecipadamente os níveis a atribuir, preencher os relatórios dos alunos que frequentaram actividades de compensação (A.P.A./A.C.E.) e eventuais novas propostas, considerando-se prioritárias as que se destinem a alunos abrangidos pelo Dec-lei n.º 319/91 e/ou que sejam sujeitos a um plano de recuperação/plano de acompanhamento. Alerta-se, mais uma vez, que cada aluno não deverá frequentar mais de três aulas de apoio;
ð Proceder à contagem das aulas previstas e dadas – desde 14/09/2007 até 14/12/2007, inclusive –, e preencher a folha destinada a esse efeito;
ð Se a turma possuir alunos com necessidades educativas especiais, ler o Dec-lei n.º 319/91 que regulamenta sobre esses casos;
ð (Caso prevejam a sua ausência da reunião – por motivos justificáveis) deixar no Conselho Executivo – em envelope fechado, contendo a identificação do professor, da disciplina que lecciona e do Ano/Turma a que se refere – os níveis que pretendem atribuir, bem como outros elementos que devam constar em acta;
ð (…)
Procedimentos a adoptar na reunião
ð Ser pontual e colaborar nos trabalhos da reunião, sob a orientação do DT, ou de quem o representar.
ð Logo no início, deve proceder-se à verificação das presenças. Caso falte algum professor à reunião deve determinar-se a causa dessa ausência, para apurar se a reunião tem de ser adiada ou se pode realizar-se na data prevista (caso o professor ausente não tenha entregue os seus elementos de avaliação na Conselho Executivo, a reunião realizar-se-á após, no mínimo, 48 horas úteis). Se a reunião se puder realizar, deve preencher-se o espaço correspondente com o seu nome (escrito a azul ou preto) e, à frente, escrever (a vermelho) – FALTOU. Para além disso, deve referir-se, na acta, a ausência do professor e que o mesmo deixou os elementos de avaliação. O DT procederá ao seu levantamento no gabinete do referido órgão, na hora da reunião.
ð Se faltar o Presidente e/ou o Secretário nomeado para a reunião, recomenda-se a leitura do decreto-lei n.º 6/96, de 31 de Janeiro, Capítulo I, Secção II. art. 15.º, ponto 2 – se faltar o Presidente da reunião, este deve ser substituído pelo professor com maior antiguidade (em tempo de serviço); se faltar o Secretário, o mesmo deve ser substituído pelo professor com menor antiguidade (em tempo de serviço).
ð Evitar as conversas paralelas, que para além de prejudicarem o trabalho, prolongam em demasia a reunião.
ð Como é frequente acontecer, os professores de Educação Moral e Religiosa Católica poderão não estar presentes na reunião, em virtude de fazerem parte de outros CT que decorrem em simultâneo. Por esse motivo o DT deve averiguar, com a devida antecedência, as reuniões em que os referidos professores pensam estar presentes. Os professores daquela disciplina, devem fornecer os elementos de avaliação aos DT das reuniões em que não poderão estar presentes e dirigir-se à sala onde decorrem essas reuniões para assinar as correspondentes actas e participar em discussões e votações.
ð Não são permitidas abstenções nos assuntos tratados em órgãos colegiais.
ð A(s) Professora(s) dos Apoios Educativos e a Psicóloga, se fizerem parte do CT, assinam a acta.
ð A avaliação em cada disciplina não é da responsabilidade exclusiva do professor, mas sim do CT como entidade colegial.
ð Os intervenientes nas reuniões de avaliação não devem esquecer o carácter sigiloso das mesmas.
ð Todos os elementos do CT devem manter-se na reunião até o respectivo Presidente a dar por encerrada.
Nota: No canto superior direito do rosto da acta, o número a atribuir deve corresponder ao número efectivo de reuniões realizadas no período em questão, independentemente do carácter das mesmas.
Material que deve ser levado para a sala onde decorrerá a reunião do Conselho de Turma
ü Folha de acta.
ü Pauta provisória.
ü Pasta que contém os documentos relativos à reunião de avaliação.
ü Proposta-síntese para Adaptações Curriculares ou Currículo Escolar Próprio (caso seja previsível a sua utilização)
ü (outros julgados necessários)
Nota: Destes documentos, o único que deve ser obtido via informática, é o que se encontra sublinhado.
Elaboração da acta do Conselho de Turma relativo à avaliação
ð As assinaturas dos professores presentes devem ser redigidas na mesma cor (azul ou preto). As faltas serão escritas a vermelho.
ð A acta não pode conter algarismos, ou seja, tudo deve ser escrito por extenso – com excepção dos números relativos à legislação eventualmente mencionada (dec-lei, ofícios, portarias, etc).
ð O DT e o secretário devem rubricar, no canto superior direito, as páginas intermédias da acta.
ð Todos os anexos que sejam apensos à acta deverão ser numerados, datados, e rubricados pelo DT. Na acta deverão ser referenciados os anexos. (ex: “Foram depois lidos (…), os quais constituem o anexo número dois da presente acta.”)
ð Deve proceder-se à:
è constatação de eventuais disciplinas sem docente;
è ponderação da situação específica de cada aluno e à atribuição dos níveis;
è balanço da situação global da turma – aproveitamento e comportamento – justificando as menções atribuídas;
è indicação de informações relevantes mantidas com os Encarregados de Educação;
è elaboração de um plano de recuperação para os alunos com maior indício de insucesso ( três níveis inferiores a três, incluindo nestes a menção de Não Satisfaz a Área de Projecto).
è actualização/reformulação do plano de acompanhamento/desenvolvimento.
ð Devem ser ainda mencionados os nomes dos alunos:
è que apresentem três ou mais níveis inferiores a três;
è propostos ou excluídos – mencionando, neste último caso, o motivo – das actividades de compensação;
è que tenham tido comportamentos disciplinares graves (referir as atitudes e as áreas/disciplinas em que ocorreram);
è que estejam ao abrigo do Dec-lei n.º 319/91 e todos os aspectos considerados relevantes sobre os mesmos. No caso destes alunos, que usufruem de uma medida de Regime Educativo Especial, deverá ser feita uma apreciação em relação ao desempenho dos mesmos ao longo do período. Nesta, deve-se fazer referência às actividades desenvolvidas na sala de aula e referir se a medida aplicada tem surtido o efeito esperado;
è que apresentem um significativo número de faltas;
è que estão dispensados (por atestado médico) da prática de Educação Física.
ð Devem referir-se as anulações de matrícula, assim como as exclusões por excessivo n.º de faltas (desde que o aluno esteja fora da escolaridade obrigatória).
ð Devem ser apresentadas as justificações (sem esquecer a co-responsabilidade do CT):
è para os casos de disciplinas em que se verifique uma percentagem de níveis inferiores a três superior ou igual a 50%. Essa justificação deve ser solicitada ao professor da disciplina em que se verificar tal situação e pode constar da acta ou ser apensa à mesma. Na justificação devem ser propostas as respectivas estratégias de remediação;
è para os níveis 1 (um) que forem atribuídos;
è sempre que se achar pertinente.
ð Deve fazer-se o ponto da situação e, eventualmente, dar continuidade aos trabalhos da Área de Projecto e à interdisciplinaridade.
ð Na acta e, em alínea na pauta, deverão fazer-se as Observações (ex: “sem elementos de avaliação por falta de assiduidade do aluno”; “sem elementos de avaliação por falta de assiduidade do professor”; “frequenta Adaptações Curriculares, ao abrigo do Dec-lei n.º 319/91, de 23 de Agosto, artigo 2.º, alínea c”; “frequenta Currículo Escolar Próprio, ao abrigo do Dec-lei n.º 319/91, de 23 de Agosto, artigo 2.º, alínea i”; “transferido”; “não está matriculado na disciplina de E. M. R. C.”; “anulou a matrícula”; “dispensado da componente prática de Educação Física, por atestado médico”; “aluno avaliado em regime de Ensino Articulado/Portaria n.º 1550/2002”).
ð Os professores devem permanecer na reunião até à leitura, aprovação, assinatura (da acta e da pauta manual que contém as classificações atribuídas) e até ser dada a autorização de saída por parte do respectivo Presidente.
Nota: A pauta manual/provisória é assinada pelo docente ao fundo da coluna das classificações da sua disciplina, imediatamente a seguir à última classificação, responsabilizando-se desse modo, pelas classificações registadas.
Outras competências do Director de Turma
ð Lançar – após a reunião e juntamente com o secretário da reunião (ou outro professor do CT) – os níveis atribuídos e imprimir as (duas) respectivas pautas definitivas em formato A3. Nela fazem constar as observações que forem necessárias.
ð Todos os documentos resultantes da reunião de avaliação, incluindo as pautas em formato A3, deverão ser apresentados na Equipa de Verificação, que ficará responsável pelo encaminhamento dos mesmos para os respectivos destinatários (Conselho Executivo, Reprografia, Director de Turma).
ð Na reunião para a qual foram convocados os EE, o DT dará a conhecer os níveis obtidos pelo seu educando às diversas disciplinas, bem como a avaliação às áreas curriculares não disciplinares. A assiduidade e eventuais problemas disciplinares revelados até ao momento também poderão ser abordados. No final dessa reunião, caso se justifique, deverão ser registados, na Ficha Individual do Aluno, os assuntos nela discutidos, solicitando-se que o EE assine esse documento como confirmação. Os Encarregados de Educação que não puderem comparecer à reunião em questão, poderão fazê-lo no 2.º período, no horário de atendimento.
Escola E.B. 2,3 Dairas, 23 de Novembro de 2007
O Presidente do Conselho Executivo: Nelson da Silva Martins
O Coordenador dos Directores de Turma do 2.º ciclo: João Carlos da Cunha Marques
A Coordenadora dos Directores de Turma do 3º Ciclo: Tânia Lopes Praça
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Taxas de Insucesso na EB2,3 Dairas (2006-07)
5º ANO: em 118 alunos houve uma retenção (0,85% de insucesso);
6º ANO: em 116 alunos houve seis retenções (5,17% de insucesso);
7º ANO: em 127 alunos houve dezasseis retenções (12,60% de insucesso);
8º ANO: em 99 alunos houve seis retenções (6,06% de insucesso);
9º ANO: em 100 alunos houve duas retenções (2,00%).
Portanto, todos os alunos da EB2,3 Dairas se apresentaram aos exames nacionais e, em resultado da conjunção destes com os resultados da avaliação interna somente dois alunos não concluiram a escolaridade obrigatória. Parece-nos um execelente resultado, quando comparado com outras escolas (públicas e privadas), apesar de dois não terem alcançado os objectivos pretendidos.
Assim, o insucesso foi de 5,54 % (31 chumbos) para um total de 560 alunos do ensino regular.
6º ANO: em 116 alunos houve seis retenções (5,17% de insucesso);
7º ANO: em 127 alunos houve dezasseis retenções (12,60% de insucesso);
8º ANO: em 99 alunos houve seis retenções (6,06% de insucesso);
9º ANO: em 100 alunos houve duas retenções (2,00%).
Portanto, todos os alunos da EB2,3 Dairas se apresentaram aos exames nacionais e, em resultado da conjunção destes com os resultados da avaliação interna somente dois alunos não concluiram a escolaridade obrigatória. Parece-nos um execelente resultado, quando comparado com outras escolas (públicas e privadas), apesar de dois não terem alcançado os objectivos pretendidos.
Assim, o insucesso foi de 5,54 % (31 chumbos) para um total de 560 alunos do ensino regular.
Nos Cursos de Educação e Formação o insucesso foi de 36,84%.
Resumo da Reunião Com a SRª MINISTRA
RESUMO DA REUNIÃO COM MINISTRA DA EDUCAÇÃO E SECRETÁRIO DE ESTADO (Guimarães-2007/12/05)
I- REVISÃO DO NORMATIVO DE AUTONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO (DL115-A/98):
1- Neste ano lectivo sairá a lei
2- Será colocada em discussão pública
3- A autonomia será clarificada, no concernente às regras
4- Descentralizar-se-ão competências para as autarquias
5- Ao ME caberá o planeamento, o controle, a avaliação do currículo e a avaliação do funcionamento do sistema escolar
6- Para as autarquias ficará a afectação de recursos (PND, PD, Edifícios, Equipamentos, Verbas,…)
7- A gestão dos recursos ficará afecta às escolas
8- Fixar-se-ão poucas regras, por forma a dar maior amplitude organizacional às escolas
9- «São as pessoas e não os modelos que gerem as escolas!»
10- Gestão de topo: um professor (não obrigatoriamente da mesma escola onde se encontra); maior participação da comunidade nas escolas
II- AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PD
1- princípios e objectivos orientadores: o principal objectivo é o da diferenciação, distinguindo pelo MÉRITO, para se melhorarem os RESULTADOS ESCOLARES
2- dimensões da avaliação: transversal (profissional e ética – após o ensino superior); operacional (desenvolvimento do ensino e da aprendizagem = aulas, preparação de aulas, aprendizagens e avaliação dos alunos)
3- participação nas actividades da escola e relacionamento com a comunidade
4- desenvolvimento e formação profissional
III- PERIODICIDADE DA AVALIAÇÃO
1- de 2 em 2 anos
2- recolha anual de informação, através de instrumentos elaborados e aprovados pelo C.Pedagógico, tendo em conta as recomendações do CCAP
IV- REQUISITOS DE TEMPO DE SERVIÇO
1- um ano de serviço docente efectivo
2- 6 meses para contratados (avaliação no final do período de contrato)
3- Excepcionalmente 4 meses (substituição por maternidade), podendo a escola optar pela não avaliação destes professores
V- SITUAÇÕES ESPECIAIS
1- ano probatório (a seguir à profissionalização)
2- docentes sem actividade lectiva
3- docentes em mobilidade (funções ND ou técnico-pedagógicas)
4- coordenador de Depº Curricular
5- profs. Em CEx ou direcção de CFAE, quando não exerçam funções lectivas
6- Coordenador de Departamentos e Presidente do C.Executivo = AVALIADORES
7- A avaliação dos avaliadores ainda não está totalmente regulamentada
VI- AVALIADORES
1- o Coordenador poderá delegar a competência em Profs. Titulares
2- o PCE pode delegar competências em VPCE
3- a Comissão de Coordenação da Avaliação de Desempenho (PCE + 4 CD Titulares c/ assento no CP)
4- a CCAD analisa Insuficiente / Muito Bom / Excelente
5- o delegante não delega a RESPONSABILIDADE, pelo que será sempre o responsável pela avaliação
VII- FASES DO PROCESSO
1- preenchimento da ficha de auto-avaliação
2- preenchimento das fichas de avaliação, pelos avaliadores
3- avaliações excepcionais (Insuficiente, Muito Bom e Excelente) seguem para CCAD
4- realização de entrevistas entre Avaliador e Avaliado
5- realização de reunião conjunta de avaliadores para atribuírem a classificação final
VIII- COMPONENTES DA AVALIAÇÃO
1- auto-avaliação
2- avaliação pelo Coordenador do Depº Curricular (qualidade científico-pedagógica do docente)
3- avaliação pelo Conselho Executivo (assiduidade, progresso dos resultados escolares, exercício de cargos / funções pedagógicas, formação contínua, componente não lectiva, contribuição para a diminuição do abandono escolar, participação na vida do agrupamento, relação com a comunidade)
IX- INTERVENÇÃO DOS CONSELHOS EXECUTIVOS
1- nos primeiros vinte dias úteis após a publicação do Decreto-Regulamentar, cada CP aprovará os instrumentos de registo e indicadores de medida, a partir das referências do CCAD
2- nos dez dias úteis imediatos, estabelecem-se os objectivos individuais dos avaliados (2007/2009)
3- no prazo máximo de seis meses, deverão fixar-se as restantes matérias no RI
X- PERGUNTAS E RESPOSTAS
1- NOMEAÇÃO EM COMISSÃO DE SERVIÇO: esgotadas situações legais, avalia quem estiver em Comissão de serviço
2- Ed. Especial será avaliada nas Expressões, tal como a colega recém-destacada em ET
3- Que fazer quando o avaliado não reconhece qualidade ao avaliador ? «É a vida! As regras são estas, pelo que a escola terá de estabelecer regras de equidade e de controle.»
XI- INTERVENÇÃO DA SENHORA MINISTRA DA EDUCAÇÃO
XII- GRANDES INVESTIMENTOS
1- PARQUE ESCOLAR = 940 M€
2- CENTROS ESCOLARES = 400 M€
3- PLANO TECNOLÓGICO = 450 M€ (ligação das escolas à Internet; instalação de redes locais nas próprias escolas – apesar de muitas escolas já o terem; eixo de reequipamento das escolas; cartão electrónico do aluno; instalação de câmaras de vídeo - vigilância no espaço exterior da escola)
4- RBEscolares = 8 M€ (1800 Bibliotecas contempladas nos últimos dez anos; metade no 1º CEB com a colaboração das autarquias; 6.000 EB 1 não têm Biblioteca; 17 ESecundárias também; 136 EB2,3 também não têm; nas EB1 só haverá RBE quando existirem mais de 100 alunos, nas outras o recurso será a Escola-sede
5- QREN = Cursos Profissionais em Escolas Secundárias + Centros Novas Oportunidades + Territórios Educativos de Intervenção Prioritária
6- Para intervir nas EB’s haverá financiamentos disponíveis
7- E no 1º CEB ? Através dos Programas Ocupacionais Regionais recuperar-se-á a rede do 1º CEB, concentrando alunos nas sedes concelhias
XIII- RESULTADOS ESCOLARES
1- transmitir o reconhecimento sobre a melhoria dos resultados em todos os anos do Secundário
2- no ES aumentou o nº de alunos do 10º ano
3- especial atenção aos alunos do 10º para que não abandonem a Escola
4- «quanto ao ensino básico, não estou tão tranquila, porque o insucesso não está ser bem resolvido!»
5- Apesar de tudo, há melhoria em todos os anos
6- No 1º CEB a taxa de insucesso, nos últimos dez anos, reduz de 10 para 5%
7- Mas nos resultados do 2º ano verificam-se 10% de «chumbos» para alunos com 7 anos de idade: será do Pré-Escolar? Serão competências de leitura não adquiridas? SERÁ LANÇADO UM EDITAL PARA QUE AS ESCOLAS INVESTIGUEM
8- Também na passagem de Ciclo há problemas
9- Os CEF’s combatem o abandono, mas não o insucesso
10- Há 25% de insucesso no Secundário (muito acima dos restantes países europeus)
XIV- PREOCUPAÇÃO COM AS POLÍTICAS LANÇADAS
1- ACTIVIDADES EXTRA-CURRICULARES: no próximo ano haverá «Escola a Tempo Inteiro» no 2ºCEB, sob administração das escolas; a supervisão efectiva tem de ser feita pelos docentes titulares das turmas; há boas, e más, relações entre Conselhos Executivos e Autarquias
XV- AULAS DE SUBSTITUIÇÃO~
1- o absentismo docente desceu de 10 para 5%
2- os professores leccionam uma média semanal de 16 horas
3- raros são os professores com 20 horas semanais, por causa dos cargos
4- os contratados é que, normalmente, têm 22 horas semanais
5- há 200.000 horas semanais de tempos supervenientes
6- há escolas que têm sabido aproveitar os seus recursos de forma inteligente e eficaz, promovendo a melhoria dos resultados das aprendizagens dos seus alunos.
I- REVISÃO DO NORMATIVO DE AUTONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO (DL115-A/98):
1- Neste ano lectivo sairá a lei
2- Será colocada em discussão pública
3- A autonomia será clarificada, no concernente às regras
4- Descentralizar-se-ão competências para as autarquias
5- Ao ME caberá o planeamento, o controle, a avaliação do currículo e a avaliação do funcionamento do sistema escolar
6- Para as autarquias ficará a afectação de recursos (PND, PD, Edifícios, Equipamentos, Verbas,…)
7- A gestão dos recursos ficará afecta às escolas
8- Fixar-se-ão poucas regras, por forma a dar maior amplitude organizacional às escolas
9- «São as pessoas e não os modelos que gerem as escolas!»
10- Gestão de topo: um professor (não obrigatoriamente da mesma escola onde se encontra); maior participação da comunidade nas escolas
II- AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PD
1- princípios e objectivos orientadores: o principal objectivo é o da diferenciação, distinguindo pelo MÉRITO, para se melhorarem os RESULTADOS ESCOLARES
2- dimensões da avaliação: transversal (profissional e ética – após o ensino superior); operacional (desenvolvimento do ensino e da aprendizagem = aulas, preparação de aulas, aprendizagens e avaliação dos alunos)
3- participação nas actividades da escola e relacionamento com a comunidade
4- desenvolvimento e formação profissional
III- PERIODICIDADE DA AVALIAÇÃO
1- de 2 em 2 anos
2- recolha anual de informação, através de instrumentos elaborados e aprovados pelo C.Pedagógico, tendo em conta as recomendações do CCAP
IV- REQUISITOS DE TEMPO DE SERVIÇO
1- um ano de serviço docente efectivo
2- 6 meses para contratados (avaliação no final do período de contrato)
3- Excepcionalmente 4 meses (substituição por maternidade), podendo a escola optar pela não avaliação destes professores
V- SITUAÇÕES ESPECIAIS
1- ano probatório (a seguir à profissionalização)
2- docentes sem actividade lectiva
3- docentes em mobilidade (funções ND ou técnico-pedagógicas)
4- coordenador de Depº Curricular
5- profs. Em CEx ou direcção de CFAE, quando não exerçam funções lectivas
6- Coordenador de Departamentos e Presidente do C.Executivo = AVALIADORES
7- A avaliação dos avaliadores ainda não está totalmente regulamentada
VI- AVALIADORES
1- o Coordenador poderá delegar a competência em Profs. Titulares
2- o PCE pode delegar competências em VPCE
3- a Comissão de Coordenação da Avaliação de Desempenho (PCE + 4 CD Titulares c/ assento no CP)
4- a CCAD analisa Insuficiente / Muito Bom / Excelente
5- o delegante não delega a RESPONSABILIDADE, pelo que será sempre o responsável pela avaliação
VII- FASES DO PROCESSO
1- preenchimento da ficha de auto-avaliação
2- preenchimento das fichas de avaliação, pelos avaliadores
3- avaliações excepcionais (Insuficiente, Muito Bom e Excelente) seguem para CCAD
4- realização de entrevistas entre Avaliador e Avaliado
5- realização de reunião conjunta de avaliadores para atribuírem a classificação final
VIII- COMPONENTES DA AVALIAÇÃO
1- auto-avaliação
2- avaliação pelo Coordenador do Depº Curricular (qualidade científico-pedagógica do docente)
3- avaliação pelo Conselho Executivo (assiduidade, progresso dos resultados escolares, exercício de cargos / funções pedagógicas, formação contínua, componente não lectiva, contribuição para a diminuição do abandono escolar, participação na vida do agrupamento, relação com a comunidade)
IX- INTERVENÇÃO DOS CONSELHOS EXECUTIVOS
1- nos primeiros vinte dias úteis após a publicação do Decreto-Regulamentar, cada CP aprovará os instrumentos de registo e indicadores de medida, a partir das referências do CCAD
2- nos dez dias úteis imediatos, estabelecem-se os objectivos individuais dos avaliados (2007/2009)
3- no prazo máximo de seis meses, deverão fixar-se as restantes matérias no RI
X- PERGUNTAS E RESPOSTAS
1- NOMEAÇÃO EM COMISSÃO DE SERVIÇO: esgotadas situações legais, avalia quem estiver em Comissão de serviço
2- Ed. Especial será avaliada nas Expressões, tal como a colega recém-destacada em ET
3- Que fazer quando o avaliado não reconhece qualidade ao avaliador ? «É a vida! As regras são estas, pelo que a escola terá de estabelecer regras de equidade e de controle.»
XI- INTERVENÇÃO DA SENHORA MINISTRA DA EDUCAÇÃO
XII- GRANDES INVESTIMENTOS
1- PARQUE ESCOLAR = 940 M€
2- CENTROS ESCOLARES = 400 M€
3- PLANO TECNOLÓGICO = 450 M€ (ligação das escolas à Internet; instalação de redes locais nas próprias escolas – apesar de muitas escolas já o terem; eixo de reequipamento das escolas; cartão electrónico do aluno; instalação de câmaras de vídeo - vigilância no espaço exterior da escola)
4- RBEscolares = 8 M€ (1800 Bibliotecas contempladas nos últimos dez anos; metade no 1º CEB com a colaboração das autarquias; 6.000 EB 1 não têm Biblioteca; 17 ESecundárias também; 136 EB2,3 também não têm; nas EB1 só haverá RBE quando existirem mais de 100 alunos, nas outras o recurso será a Escola-sede
5- QREN = Cursos Profissionais em Escolas Secundárias + Centros Novas Oportunidades + Territórios Educativos de Intervenção Prioritária
6- Para intervir nas EB’s haverá financiamentos disponíveis
7- E no 1º CEB ? Através dos Programas Ocupacionais Regionais recuperar-se-á a rede do 1º CEB, concentrando alunos nas sedes concelhias
XIII- RESULTADOS ESCOLARES
1- transmitir o reconhecimento sobre a melhoria dos resultados em todos os anos do Secundário
2- no ES aumentou o nº de alunos do 10º ano
3- especial atenção aos alunos do 10º para que não abandonem a Escola
4- «quanto ao ensino básico, não estou tão tranquila, porque o insucesso não está ser bem resolvido!»
5- Apesar de tudo, há melhoria em todos os anos
6- No 1º CEB a taxa de insucesso, nos últimos dez anos, reduz de 10 para 5%
7- Mas nos resultados do 2º ano verificam-se 10% de «chumbos» para alunos com 7 anos de idade: será do Pré-Escolar? Serão competências de leitura não adquiridas? SERÁ LANÇADO UM EDITAL PARA QUE AS ESCOLAS INVESTIGUEM
8- Também na passagem de Ciclo há problemas
9- Os CEF’s combatem o abandono, mas não o insucesso
10- Há 25% de insucesso no Secundário (muito acima dos restantes países europeus)
XIV- PREOCUPAÇÃO COM AS POLÍTICAS LANÇADAS
1- ACTIVIDADES EXTRA-CURRICULARES: no próximo ano haverá «Escola a Tempo Inteiro» no 2ºCEB, sob administração das escolas; a supervisão efectiva tem de ser feita pelos docentes titulares das turmas; há boas, e más, relações entre Conselhos Executivos e Autarquias
XV- AULAS DE SUBSTITUIÇÃO~
1- o absentismo docente desceu de 10 para 5%
2- os professores leccionam uma média semanal de 16 horas
3- raros são os professores com 20 horas semanais, por causa dos cargos
4- os contratados é que, normalmente, têm 22 horas semanais
5- há 200.000 horas semanais de tempos supervenientes
6- há escolas que têm sabido aproveitar os seus recursos de forma inteligente e eficaz, promovendo a melhoria dos resultados das aprendizagens dos seus alunos.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
“ A Maior Flor do Mundo”
Livro de José Saramago
Prémio Nacional de Ilustração 2001
Ilustrações de João Caetano
Era uma vez um senhor velho que decidiu contar uma história.
A história, começava com um menino, chamado João que estava triste porque não com que se distrair.
Aborrecido por não fazer nada, decidiu sair de casa, mesmo sem pedir licença. Apetecia-lhe correr pelos campos.
Saiu com cuidado para não ser visto e, mal passou por baixo do arco do portão da quinta, pôs-se a correr. Sabia que não tinha pedido licença para atravessar o portão, mas resolveu arriscar.
Atravessou a aldeia num instante.
Viu um lindo pássaro vermelho e preto, das mesmas cores que ele tinha vestidas, cantava muito bem. O pássaro levantou voo. O menino resolveu segui-lo. Ele sabia que estava muito longe de casa, para lá de Marte!
Seguiu-o até ao cimo do monte, lá apenas encontrou uma flor que devia ter sido bonita, mas agora, estava quase seca.
Olhou para as mãos e teve uma ideia!
Teve de voltar ao rio que estava no fundo do monte, mais de vinte vezes, para dar à flor a água que ela precisava para crescer. Cada vez que regava a flor, ela crescia mais de um metro e as pétalas ficavam cada vez mais bonitas. O João sentia-se orgulhoso da sua obra e nem se lembrava de regressar a casa.
O seu pai tinha andado, com amigos e familiares, toda a noite à procura do filho. Ninguém sabia onde ele estava e temiam que tivesse sido comido por uma fera.
Quando amanheceu, viram no cimo do monte, uma flor enorme, maior do que uma árvore, tão grande, tão grande que nunca se vira coisa igual! Apesar de preocupados, com o João, quiseram ver de perto aquele fenómeno. Foi então que viram o João a dormir muito aconchegado numa pétala da flor que tinha todas as cores do arco-íris.
No dia seguinte, houve uma grande festa na aldeia, todas as janelas das casas de pedra, havia vasos de flores.
O menino cresceu e, com o tempo, tornou-se um senhor muito velho. Ainda hoje escreve histórias à sombra dessa flor. Para ele, aquela flor é a maior do mundo!
Colectivo
EB1 dos Dois – 3º ano
Participação da EB1 de Dois
S. MARTINHO
“ Ir ao pinhal à caruma”
Este dia especial
Que tanto esperei
A ida ao pinhal
Que tanto sonhei.
Foi lindo o dia,
Eu sorria
E corria,
Com alegria.
A caruma fomos apanhar
E estávamos a adorar,
Também gostei de cantar,
Foi pena termos que vir almoçar.
A manhã correu depressa
O que eu não queria
Mas como eu fiz uma promessa
E correu bem o dia.
Pedi um dia bonito.
Ele fez-me a vontade
Gostei muito de fazer
Esta nova actividade.
ANA MARGARIDA
4ºano
A ida ao pinhal á caruma para o Magusto
Fomos ao pinhal
Caruma apanhar
Foi especial
O molho atar.
Foi divertido
Correr e saltar
Trazer caruma
Para o magusto realizar.
Dia especial
Este dia foi especial
Para o São Martinho
Festejar
Saímos da escola
Para ir ao pinhal
Foi uma alegria
Sem igual
Encontramos ossos
Ao caminhar
Trouxemos para a escola
Para os estudar
Diana 4ºano
“ Ir ao pinhal à caruma”
Este dia especial
Que tanto esperei
A ida ao pinhal
Que tanto sonhei.
Foi lindo o dia,
Eu sorria
E corria,
Com alegria.
A caruma fomos apanhar
E estávamos a adorar,
Também gostei de cantar,
Foi pena termos que vir almoçar.
A manhã correu depressa
O que eu não queria
Mas como eu fiz uma promessa
E correu bem o dia.
Pedi um dia bonito.
Ele fez-me a vontade
Gostei muito de fazer
Esta nova actividade.
ANA MARGARIDA
4ºano
A ida ao pinhal á caruma para o Magusto
Fomos ao pinhal
Caruma apanhar
Foi especial
O molho atar.
Foi divertido
Correr e saltar
Trazer caruma
Para o magusto realizar.
Dia especial
Este dia foi especial
Para o São Martinho
Festejar
Saímos da escola
Para ir ao pinhal
Foi uma alegria
Sem igual
Encontramos ossos
Ao caminhar
Trouxemos para a escola
Para os estudar
Diana 4ºano
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Construção do Presépio e da Árvore de Natal
No dia três de Dezembro começámos a enfeitar a nossa escola porque a época natalícia começou neste mês.
Começámos por escolher o local para colocarmos a árvore e o presépio. Depois fomos buscar à arca reservada para esse efeito as imagens e os enfeites todos que tínhamos guardado dos anos anteriores. Escolhemos um canto da entrada que é visível de todos os lados. De seguida, enfeitámos a árvore. Pendurámos as bolas, as fitas e as luzes. A seguir e do lado direito, começámos por colocar o musgo, que servia de base ao presépio. Por cima as imagens que representam os seus elementos todos, como sejam: a cabana do Menino Jesus, que ficou muito bonita cheia de heras, o Menino Jesus todo satisfeito na sua caminha de palha, a Nossa Senhora e o S. José cheios de ternura a olharem para Ele, os Reis Magos com as prendas – o ouro, o incenso e a mirra, o burro e a vaca a aquecerem o Menino com o seu bafo, os pastores, as ovelhas, os carneiros e os seus filhos.
Por fim acendemos as luzes e ficamos maravilhados com o espectáculo que estava diante dos nossos olhos, com todas as luzes a piscar! … Até parecia que o Menino Jesus estava a sorrir! E nós ficámos todos muito satisfeitos também.
Também enfeitámos as salas e o corredor com azevinho e pinhas que nós trouxemos para a escola.
Ficou um espectáculo!...
Os alunos da:
E. B. 1 do Covo, 05 de Dezembro de 2007.
domingo, 25 de novembro de 2007
ANUÁRIO 2004-2005
Apesar de outras duas festas de finalistas do 9º ano na EB2,3 Dairas já se terem passado, há ainda cerca de uma dezena de Anuários, relativos ao ano 2004/2005, por levantar. Efectivamente, a impossibilidade de, em tempo oportuno, fazer a entrega de todos os livros de curso daquele ano, levou a que, somente quase no final do ano seguinte se pudesse realizar a entrega de uma obra para mais tarde recordar.
Aqueles/as que, tendo direito ao livro, ainda não procederam ao seu levantamento, deverão dirigir-se aos Serviços administrativos da Escola.
Publicada por
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas
à(s)
domingo, novembro 25, 2007
Sem comentários:
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Magusto na EB1 de Covo




O Magusto na minha Escola
No dia 9 de Novembro, sexta-feira, foi um dia diferente na nossa escola. Fomos assar castanhas porque se comemorava o S. Martinho.
Quando entramos na sala demos um beijo de bom dia à professora.
Depois, a professora chamou os alunos para irem colar uma folha na árvore que estes tinham pintado.
De seguida, deu-nos um desenho para pintarmos e ao mesmo tempo fazia perguntas sobre a lenda de S. Martinho.
Depois tocou a campainha para os alunos irem para baixo.
Enquanto os professores faziam os cartuxos, os alunos brincavam.
Todos os alunos da escola e do jardim se juntaram com os professores, educadoras e auxiliares para se começar os festejos deste dia.
Os alunos fizeram uma roda à volta da fogueira e cantaram.
A fogueira foi feita pela dona Alcinda.
Depois os alunos fizeram uma fila, para ir comer castanhas assadas e beber groselha.
Acabamos de comer e fomos brincar.
Pintámo-nos todos com cinza.
À uma hora os pais vieram buscar os alunos.
Foi um dia diferente, muito bem passado, na companhia de todos.
Carlos Gonçalves Henriques - 3.º ano – E. B. 1 do Covo.
No dia 9 de Novembro, sexta-feira, foi um dia diferente na nossa escola. Fomos assar castanhas porque se comemorava o S. Martinho.
Quando entramos na sala demos um beijo de bom dia à professora.
Depois, a professora chamou os alunos para irem colar uma folha na árvore que estes tinham pintado.
De seguida, deu-nos um desenho para pintarmos e ao mesmo tempo fazia perguntas sobre a lenda de S. Martinho.
Depois tocou a campainha para os alunos irem para baixo.
Enquanto os professores faziam os cartuxos, os alunos brincavam.
Todos os alunos da escola e do jardim se juntaram com os professores, educadoras e auxiliares para se começar os festejos deste dia.
Os alunos fizeram uma roda à volta da fogueira e cantaram.
A fogueira foi feita pela dona Alcinda.
Depois os alunos fizeram uma fila, para ir comer castanhas assadas e beber groselha.
Acabamos de comer e fomos brincar.
Pintámo-nos todos com cinza.
À uma hora os pais vieram buscar os alunos.
Foi um dia diferente, muito bem passado, na companhia de todos.
Carlos Gonçalves Henriques - 3.º ano – E. B. 1 do Covo.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
A envolvência da Comunidade de Macinhata
As professoras e educadoras do núcleo educativo de Macinhata, agradecem a toda a Comunidade Educativa e ao senhor Presidente da Junta de Freguesia de S. Pedro de Castelões a colaboração prestada na organização e realização da nossa " Feirinha Bio ".
Opinião dos alunos:
" A nossa feira foi fenomenal " - Francisco 4º ano
" A feirinha teve muito sucesso " - Mariana 4º ano
" Adorei quando a minha família chegou" - Beatriz 4º ano
" O Júri viu-se atrapalhado para decidir qual o melhor desenho " - Gonçalo 2º ano
" Assar castanhas na fogueira foi fixe. "- (Inês – 3º ano).
" Era tamanha fumarada que até ardia nos olhos. "(Tomás – 3º ano).
Feirinha " Bio " na EB 1 de Macinhata
As alterações climáticas que ocorrem em todo o Planeta, devem ser motivo suficiente para reflectirmos sobre os nossos comportamentos diários com o ambiente.
Urge consciencializar para o respeito que devemos ter com o nosso próximo, incluindo a Natureza.
Esta consciencialização implica mudança de atitudes, de comportamentos e modos de vida mais amiga da Natureza e que não a danifiquem, nem a desequilibrem.
A melhoria das condições de vida, que todos nós almejamos, foi impulsionada pela industrialização, pela agricultura mecanizada, que ocasionaram uma maior e mais barata oferta de produtos. Os produtores para oferecerem estes produtos, recorrem a pesticidas, adubos e fertilizantes que em grande parte são responsáveis pela poluição dos níveis freáticos e a contaminação do próprio ser humano.
É por isso necessário reequilibrar e crescer de modo sustentado, reeducando para valores que defendam a Natureza, desde os primeiros anos escolares.
Nesse âmbito e aproveitando a época dos magustos, a E.B. 1 de Macinhata, levou a efeito, nesse dia, uma feira de produtos naturais.
Pretendia-se sensibilizar os alunos e a Comunidade escolar para a importância dos produtos naturais, provenientes de uma agricultura Bio - isenta de produtos tóxicos e levar os alunos a contactar com o campo, a agricultura, os produtos, em suma com a Natureza, uma vez que cada vez mais os nossos alunos estão alheios deste contacto tão importante para o seu crescimento.
Foi um dia cheio e envolvente para todos. Os pais e avós carinhosamente nos trouxeram os produtos: cabaças, plantas medicinais e aromáticas, frutos outonais, legumes da horta, compotas naturais, etc.. Os alunos pesquisaram na Internet as indicações de cada uma das plantas, ajudaram os professores e funcionárias a organizar a “feirinha”, onde não faltaram as barraquinhas e as etiquetas com preços convidativos.
O final foi feliz, não só porque os objectivos pedagógicos foram alcançados, como as bancas de venda ficaram vazias, dada a boa vontade de todos.
Queremos agradecer a presença do Senhor presidente da Junta de Freguesia que nos ofereceu as castanhas que tão boas estavam e pela sua participação como membro do júri na selecção dos desenhos alusivos ao S. Martinho.
Urge consciencializar para o respeito que devemos ter com o nosso próximo, incluindo a Natureza.
Esta consciencialização implica mudança de atitudes, de comportamentos e modos de vida mais amiga da Natureza e que não a danifiquem, nem a desequilibrem.
A melhoria das condições de vida, que todos nós almejamos, foi impulsionada pela industrialização, pela agricultura mecanizada, que ocasionaram uma maior e mais barata oferta de produtos. Os produtores para oferecerem estes produtos, recorrem a pesticidas, adubos e fertilizantes que em grande parte são responsáveis pela poluição dos níveis freáticos e a contaminação do próprio ser humano.
É por isso necessário reequilibrar e crescer de modo sustentado, reeducando para valores que defendam a Natureza, desde os primeiros anos escolares.
Nesse âmbito e aproveitando a época dos magustos, a E.B. 1 de Macinhata, levou a efeito, nesse dia, uma feira de produtos naturais.
Pretendia-se sensibilizar os alunos e a Comunidade escolar para a importância dos produtos naturais, provenientes de uma agricultura Bio - isenta de produtos tóxicos e levar os alunos a contactar com o campo, a agricultura, os produtos, em suma com a Natureza, uma vez que cada vez mais os nossos alunos estão alheios deste contacto tão importante para o seu crescimento.
Foi um dia cheio e envolvente para todos. Os pais e avós carinhosamente nos trouxeram os produtos: cabaças, plantas medicinais e aromáticas, frutos outonais, legumes da horta, compotas naturais, etc.. Os alunos pesquisaram na Internet as indicações de cada uma das plantas, ajudaram os professores e funcionárias a organizar a “feirinha”, onde não faltaram as barraquinhas e as etiquetas com preços convidativos.
O final foi feliz, não só porque os objectivos pedagógicos foram alcançados, como as bancas de venda ficaram vazias, dada a boa vontade de todos.
Queremos agradecer a presença do Senhor presidente da Junta de Freguesia que nos ofereceu as castanhas que tão boas estavam e pela sua participação como membro do júri na selecção dos desenhos alusivos ao S. Martinho.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
A FEIRA DAS CASTANHAS


No dia dois de Novembro tivemos uma manhã diferente na E. B. 1 do Covo: Fomos visitar a Feira da Castanha na Praça de S. Pedro de Castelões!
O Sr. Presidente da Junta de Freguesia, que organizou a Feira da Castanha, convidou-nos a participar.
Durante a semana, cada menino pintou e recortou uma castanha e colou-a na coroa. Fez também um cartuxo; cada um colocou a sua coroa e pegou no cartuxo.
- Que janotas que estávamos!
Pouco depois das nove horas lá partimos no autocarro.
Quando chegámos lá vimos uma tecedeira a trabalhar no seu tear.
Também visitamos a exposição com os trabalhos relacionados com a castanha, feitos pelos alunos das escolas da freguesia de S. Pedro de Castelões.
A nossa escola expôs um grande cartaz em forma de castanha onde todos os meninos assinaram o seu nome. Fizemos também um livrinho em forma de castanha com receitas de castanhas, ditos populares, a história da castanha e a lenda de S. Martinho.
Mais tarde ofereceram-nos um delicioso lanche: um pão com queijo, um sumo de laranja e castanhas assadas!
Finalmente, o Sr. Presidente da Junta entregou os diplomas às escolas presentes.
Ao fim da manhã regressámos à escola, cansados mas muito felizes.
Assim foi a nossa ida à Feira da Castanha.
E. B. 1 do Covo, 05 de Novembro de 2007.
Inês de Almeida Rodrigues – 3.º ano
O Sr. Presidente da Junta de Freguesia, que organizou a Feira da Castanha, convidou-nos a participar.
Durante a semana, cada menino pintou e recortou uma castanha e colou-a na coroa. Fez também um cartuxo; cada um colocou a sua coroa e pegou no cartuxo.
- Que janotas que estávamos!
Pouco depois das nove horas lá partimos no autocarro.
Quando chegámos lá vimos uma tecedeira a trabalhar no seu tear.
Também visitamos a exposição com os trabalhos relacionados com a castanha, feitos pelos alunos das escolas da freguesia de S. Pedro de Castelões.
A nossa escola expôs um grande cartaz em forma de castanha onde todos os meninos assinaram o seu nome. Fizemos também um livrinho em forma de castanha com receitas de castanhas, ditos populares, a história da castanha e a lenda de S. Martinho.
Mais tarde ofereceram-nos um delicioso lanche: um pão com queijo, um sumo de laranja e castanhas assadas!
Finalmente, o Sr. Presidente da Junta entregou os diplomas às escolas presentes.
Ao fim da manhã regressámos à escola, cansados mas muito felizes.
Assim foi a nossa ida à Feira da Castanha.
E. B. 1 do Covo, 05 de Novembro de 2007.
Inês de Almeida Rodrigues – 3.º ano
terça-feira, 6 de novembro de 2007
A Desfolhada


E . B. 1 do Covo, 28 de Setembro de 2007.
Texto colectivo
Uma das actividades que estão programadas pela nossa escola para realizarmos ao longo do ano, é fazer uma desfolhada.
No passado dia 28 de Setembro de 2007 estava um lindo e quente dia de Outono. Resolvemos fazer a desfolhada, depois de falarmos com os donos do campo. Nesse dia, todos os alunos da escola, todos os professores e as auxiliares, foram fazer essa desfolhada, num campo que ficava perto da nossa escola, mais precisamente em Mourio.
Saímos da escola do Covo às 14 horas, fomos a pé e chegámos ao local às 14 horas e 15 minutos. Pelo caminho, íamos todos contentes a cantar e a conversar uns com os outros. Quando chegámos ao campo de milho, os donos já estavam à nossa espera. Nós tínhamos cestos e cabazes para pôr as espigas. Entrámos no campo todos satisfeitos da vida. Começámos a tirar o folhelho das espigas que eram colocadas nos cabazes e depois eram despejadas em sacos, para serem levadas para casa no tractor.
Depois deste trabalho todo, estávamos transpirados, cansados, e começámos a ficar com fome e sede. Então tivemos uma agradável surpresa: os donos do campo, o Sr. Emídio e a D. Alice, ofereceram-nos um lanche. Sentamo-nos todos na palha que o Sr. Emídio cortou e começámos a comer. Do lanche fazia parte um pão-de-leite com fiambre e bolinhos com chocolate para cada uma das crianças, professores e auxiliares, sumos e água.
A seguir, cansados e sujos mas com a barriga cheia, regressámos à escola. Trouxemos também algumas espigas para colocarmos na nossa escola.
Esta actividade foi muito divertida, todos gostamos muito e também aprendemos muitas coisas sobre o milho.
Texto colectivo
Uma das actividades que estão programadas pela nossa escola para realizarmos ao longo do ano, é fazer uma desfolhada.
No passado dia 28 de Setembro de 2007 estava um lindo e quente dia de Outono. Resolvemos fazer a desfolhada, depois de falarmos com os donos do campo. Nesse dia, todos os alunos da escola, todos os professores e as auxiliares, foram fazer essa desfolhada, num campo que ficava perto da nossa escola, mais precisamente em Mourio.
Saímos da escola do Covo às 14 horas, fomos a pé e chegámos ao local às 14 horas e 15 minutos. Pelo caminho, íamos todos contentes a cantar e a conversar uns com os outros. Quando chegámos ao campo de milho, os donos já estavam à nossa espera. Nós tínhamos cestos e cabazes para pôr as espigas. Entrámos no campo todos satisfeitos da vida. Começámos a tirar o folhelho das espigas que eram colocadas nos cabazes e depois eram despejadas em sacos, para serem levadas para casa no tractor.
Depois deste trabalho todo, estávamos transpirados, cansados, e começámos a ficar com fome e sede. Então tivemos uma agradável surpresa: os donos do campo, o Sr. Emídio e a D. Alice, ofereceram-nos um lanche. Sentamo-nos todos na palha que o Sr. Emídio cortou e começámos a comer. Do lanche fazia parte um pão-de-leite com fiambre e bolinhos com chocolate para cada uma das crianças, professores e auxiliares, sumos e água.
A seguir, cansados e sujos mas com a barriga cheia, regressámos à escola. Trouxemos também algumas espigas para colocarmos na nossa escola.
Esta actividade foi muito divertida, todos gostamos muito e também aprendemos muitas coisas sobre o milho.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Halloween
O Halloween é um evento tradicional dos países anglo-saxónicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como origem as celebrações pagãs dos antigos povos celtas que acreditavam que na véspera do Dia de Todos os Santos os espíritos voltavam para as suas casas. Por estar relacionada na sua origem à morte, fazem parte elementos e figuras assustadoras.
Assim, no dia 31 de Outubro, e tal como em muitos países, os grupos de Língua Inglesa dos 2º e 3ºciclos e Secção de Animação vão lembrar esta data dinamizando dois concursos, o da melhor fantasia e o da abóbora mais original.
Goretti Vieira
Assim, no dia 31 de Outubro, e tal como em muitos países, os grupos de Língua Inglesa dos 2º e 3ºciclos e Secção de Animação vão lembrar esta data dinamizando dois concursos, o da melhor fantasia e o da abóbora mais original.
Goretti Vieira
domingo, 21 de outubro de 2007
Falta de Pessoal Auxiliar - já vêm POC's a caminho
A Coordenação Educativa de Entre Douro e Vouga acaba de nos informar (em resposta ao n/ ofício de 03/09/2007) que o Gabinete de Gestão Financeira em 17/10/2007 autorizou a admissão de 3 trabalhadores oriundos do Instituto de Emprego e Formação Profissional, pelo que, na presente data oficializaremos os pedidos ao IEFP, a fim de, com brevidade, suprirmos as necessidades.
Nelson Martins
Publicada por
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas
à(s)
domingo, outubro 21, 2007
Sem comentários:
sábado, 20 de outubro de 2007
Falta de Pessoal Auxiliar
Apesar das imensas tentativas (telefónicas, escritas e presenciais), quem de direito não tem encontrado soluções para a falta de Pessoal Auxiliar na EB2,3 Dairas. Contando com a Chefe de Pessoal são 14 as Auxiliares de Acção Educativa (AAE)em exercício de funções durante o dia, o que significaria 1 AAE a trabalhar/vigiar 40 alunos/as. Como a Portaria tem de estar sob vigilância todo o dia; o Pavilhão Desportivo tem de ter uma AAE de manhã ao fim da tarde; a Papelaria/Reprografia está de serviço em todo o horário de expediente; o Bufete dos Alunos tem de estsar aberto; o atendimento telefónico tem de ser garantido; a Biblioteca está aberta (excepto entre as 12h45 e as 13h30)...o número de alunos a vigiar por cada AAE sobe para 70.
Não podendo aumentar (felizmente para todos) a carga horária e tendo os AAE direito ao seu período de descanso para a refeição, o número de alunos por AAE torna-se assustador.
Na hora do almoço, é, ainda, necessário controlar a fila de acesso ao Refeitório, a Sala de Convívio e espaços exteriores ... sem esquecer aqueles que, no exterior da escola e sem dela fazerem parte por lá vão rondando sem que haja vigilância policial visível!
Os alunos portadores de deficiência (NEE's) são, este ano, bem mais que no ano anterior, mas reforço de pessoal para apoiar não existiu. Há alunos que, pela primeira vez chegaram às Dairas que requerem uma atenção individualizada e constante (há os que são dependentes fisicamente; há -os com trissomia 21; há-os com problemas de convivência social, tornando-se, uns agressivos, outros incapazes de obedecer a ordens de pessoal, seja docente ou não). No concelho de Vale de Cambra há uma Unidade de Intervenção Especializada / UIE(a funcionar em Lordelo e sob a dependência das Dairas). Tem de estar aberta a tempo inteiro, com AAE e professor especializado. Sabem quantos AAE nos deram? Zero! Sabem quantos professores do Ensino Especial nos atribuiram para todo o AVED (Pré-Escolar + 1º CEB + 2º CEB + 3º CEB + UIE)? Quatro (uma e meia já fica na UIE)...
Nas aulas de Educação Física, por vezes, há alunos que se magoam e é necessário acompanhá-los ao Centro de Saúde de Vale de Cambra. Daqui (e infelizmente não é novidade para ninguém) vão para S. J. da Madeira ou Santa Maria da Feira. Com quem? Com AAE das Dairas! Há crianças que chegam bastante doentes (febres, dor de dentes, gripes, constipações, otites e outras infecções, por exemplo) e cujos pais insistem em mandá-las à escola, talvez na esperança de as levarmos ao médico... e quem vai? AAE ou membros do Conselho Executivo !
Desde que houve junção de escolas e jardins de infância e se criou o Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas (AVED), tem sido prática resolver falhas das Prés e das Escolas Primárias com pessoal das Dairas (porque ultrapassamos as burocracias em benefício imediato da comunidade educativa). Agora não é possível, pois não há mais lençol para esticar!
Neste momento, duas AAE estão de baixa (cirurgia) e, como dos cinco AAE pedidos desde o início do ano não chegou autorização para qualquer contrato, o Presidente, tal como prometeu à Coordenação Educativa, vai tentar ser, também AAE, quiçá porteiro, pois, nem para POC's do Instituto de Emprego estamos autorizados (unzinho só!). Há intervalos em que elementos do Conselho Executivo conseguem algum tempo para ajudarem na vigilância (exterior e interior)...
No Jardim de Infância de Lordelo, como noutros estabelecimentos do AVED, teve o Conselho Executivo de atender reclamações de professores, abaixos-assinados de encarregadsos de educação, ouvir dizer que determinados senhores disseram que a culpa era do Conselho Executivo ... e tentámos resolver, pedindo a quem de direito. A resposta tardou, mas chegou: através de ofício, a Coordenação Educativa informou que cabia à autarquia a substituição de Pessoal Auxiliar no Pré-Escolar.
A tudo isto acresce o seguinte: ainda há que manter salas, corredores, casas de banho, portas e janelas, vitrinas e espaços ajardinados, espaço exterior ... LIMPO e APRESENTÁVEL.
Louvo o desempenho do Pessoal Não Docente deste AVED, porque melhor, não sendo impossível, é muito difícil. Para não termos de lamentar situações desagradáveis, apelamos ao bom-senso e à colaboração de toda a Comunidade.
Já agora... diminuíam-nos as preocupações se as consolas e os telemóveis ficassem em casa!
Não podendo aumentar (felizmente para todos) a carga horária e tendo os AAE direito ao seu período de descanso para a refeição, o número de alunos por AAE torna-se assustador.
Na hora do almoço, é, ainda, necessário controlar a fila de acesso ao Refeitório, a Sala de Convívio e espaços exteriores ... sem esquecer aqueles que, no exterior da escola e sem dela fazerem parte por lá vão rondando sem que haja vigilância policial visível!
Os alunos portadores de deficiência (NEE's) são, este ano, bem mais que no ano anterior, mas reforço de pessoal para apoiar não existiu. Há alunos que, pela primeira vez chegaram às Dairas que requerem uma atenção individualizada e constante (há os que são dependentes fisicamente; há -os com trissomia 21; há-os com problemas de convivência social, tornando-se, uns agressivos, outros incapazes de obedecer a ordens de pessoal, seja docente ou não). No concelho de Vale de Cambra há uma Unidade de Intervenção Especializada / UIE(a funcionar em Lordelo e sob a dependência das Dairas). Tem de estar aberta a tempo inteiro, com AAE e professor especializado. Sabem quantos AAE nos deram? Zero! Sabem quantos professores do Ensino Especial nos atribuiram para todo o AVED (Pré-Escolar + 1º CEB + 2º CEB + 3º CEB + UIE)? Quatro (uma e meia já fica na UIE)...
Nas aulas de Educação Física, por vezes, há alunos que se magoam e é necessário acompanhá-los ao Centro de Saúde de Vale de Cambra. Daqui (e infelizmente não é novidade para ninguém) vão para S. J. da Madeira ou Santa Maria da Feira. Com quem? Com AAE das Dairas! Há crianças que chegam bastante doentes (febres, dor de dentes, gripes, constipações, otites e outras infecções, por exemplo) e cujos pais insistem em mandá-las à escola, talvez na esperança de as levarmos ao médico... e quem vai? AAE ou membros do Conselho Executivo !
Desde que houve junção de escolas e jardins de infância e se criou o Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas (AVED), tem sido prática resolver falhas das Prés e das Escolas Primárias com pessoal das Dairas (porque ultrapassamos as burocracias em benefício imediato da comunidade educativa). Agora não é possível, pois não há mais lençol para esticar!
Neste momento, duas AAE estão de baixa (cirurgia) e, como dos cinco AAE pedidos desde o início do ano não chegou autorização para qualquer contrato, o Presidente, tal como prometeu à Coordenação Educativa, vai tentar ser, também AAE, quiçá porteiro, pois, nem para POC's do Instituto de Emprego estamos autorizados (unzinho só!). Há intervalos em que elementos do Conselho Executivo conseguem algum tempo para ajudarem na vigilância (exterior e interior)...
No Jardim de Infância de Lordelo, como noutros estabelecimentos do AVED, teve o Conselho Executivo de atender reclamações de professores, abaixos-assinados de encarregadsos de educação, ouvir dizer que determinados senhores disseram que a culpa era do Conselho Executivo ... e tentámos resolver, pedindo a quem de direito. A resposta tardou, mas chegou: através de ofício, a Coordenação Educativa informou que cabia à autarquia a substituição de Pessoal Auxiliar no Pré-Escolar.
A tudo isto acresce o seguinte: ainda há que manter salas, corredores, casas de banho, portas e janelas, vitrinas e espaços ajardinados, espaço exterior ... LIMPO e APRESENTÁVEL.
Louvo o desempenho do Pessoal Não Docente deste AVED, porque melhor, não sendo impossível, é muito difícil. Para não termos de lamentar situações desagradáveis, apelamos ao bom-senso e à colaboração de toda a Comunidade.
Já agora... diminuíam-nos as preocupações se as consolas e os telemóveis ficassem em casa!
Nelson Martins
Publicada por
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas
à(s)
sábado, outubro 20, 2007
Sem comentários:
terça-feira, 9 de outubro de 2007
III Feira de Produtos Agrícolas
Na próxima terça-feira, 16 de Outubro, irá decorrer na Escola E.B. 2,3 Dairas uma feira de produtos agrícolas entre as 10 e as 14 horas.
Esta iniciativa é dinamizada por todos os professores de Ciências e conta com a colaboração de toda a comunidade escolar.
Pede-se a colaboração de toda a comunidade, no sentido de aumentar a oferta e procura de produtos.
Contamos com a sua presença!
Esta iniciativa é dinamizada por todos os professores de Ciências e conta com a colaboração de toda a comunidade escolar.
Pede-se a colaboração de toda a comunidade, no sentido de aumentar a oferta e procura de produtos.
Contamos com a sua presença!
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
JORNAL DO AVED
Aos Encarregados de Educação,
A nossa Escola, à semelhança de muitas outras, tem um jornal que se tem mantido desde há oito anos.
O jornal da escola faz sentido. Permite divulgar, dar a conhecer os trabalhos criativos dos alunos. Podem imaginar a felicidade dos vossos filhos ao ver os seus trabalhos publicados e apreciados pelos colegas e pelos familiares!
Permite também dar a conhecer o muito que se faz com os nossos alunos e que, de outra forma, nunca chega ao conhecimento dos pais: desde visitas de estudo a exposições, palestras, feirinhas temáticas, etc. etc.
Permite-nos ainda divulgar aos pais o que queremos para o nosso Agrupamento, que rumo queremos seguir, aonde queremos chegar. Divulgar novos cursos, novas saídas, as constantes mudanças no ensino.
Com o passar do tempo, o jornal da escola fica sempre como uma recordação deste tempo que aqui passaram, com fotografias dos colegas e das actividades. Torna-se algo que um dia mais tarde folheamos com nostalgia e agrado.
Os próprios pais poderão participar, fazendo-nos chegar textos de opinião e notícias, sempre que possível com ilustração, através do nosso email dairasinfo@gmail.com .
A assinatura anual de dois euros corresponde a quatro edições do jornal, que vos faremos chegar através do vosso educando. É um preço que não cobre as despesas de tipografia, bastante inferior ao que outras escolas solicitam dos pais, mas que se torna essencial para que esta ideia tenha pernas para continuar.
Dairas, Outubro de 2007
A Equipa coordenadora:
Prof. Ana Luísa Simões
Prof. Diamantino Antunes
Prof. Nelson da Silva Martins.
A nossa Escola, à semelhança de muitas outras, tem um jornal que se tem mantido desde há oito anos.
O jornal da escola faz sentido. Permite divulgar, dar a conhecer os trabalhos criativos dos alunos. Podem imaginar a felicidade dos vossos filhos ao ver os seus trabalhos publicados e apreciados pelos colegas e pelos familiares!
Permite também dar a conhecer o muito que se faz com os nossos alunos e que, de outra forma, nunca chega ao conhecimento dos pais: desde visitas de estudo a exposições, palestras, feirinhas temáticas, etc. etc.
Permite-nos ainda divulgar aos pais o que queremos para o nosso Agrupamento, que rumo queremos seguir, aonde queremos chegar. Divulgar novos cursos, novas saídas, as constantes mudanças no ensino.
Com o passar do tempo, o jornal da escola fica sempre como uma recordação deste tempo que aqui passaram, com fotografias dos colegas e das actividades. Torna-se algo que um dia mais tarde folheamos com nostalgia e agrado.
Os próprios pais poderão participar, fazendo-nos chegar textos de opinião e notícias, sempre que possível com ilustração, através do nosso email dairasinfo@gmail.com .
A assinatura anual de dois euros corresponde a quatro edições do jornal, que vos faremos chegar através do vosso educando. É um preço que não cobre as despesas de tipografia, bastante inferior ao que outras escolas solicitam dos pais, mas que se torna essencial para que esta ideia tenha pernas para continuar.
Dairas, Outubro de 2007
A Equipa coordenadora:
Prof. Ana Luísa Simões
Prof. Diamantino Antunes
Prof. Nelson da Silva Martins.
sexta-feira, 1 de junho de 2007
Concurso Professor Titular
Abertura do Concurso, próxima 2ª Feira 4 de Junho.
Os interessados deverão consultar no sítio da DGRHE:
Área de candidatos:
http://www.dgrhe.min-edu.pt/CONCURSOTITULARES/areaCandidatosConcTitulares.htm
Área de escolas:
http://www.dgrhe.min-edu.pt/CONCURSOTITULARES/areaEscolasConcTitulares.htm
Recomenda-se aos intervenientes do processo a leitura atenta do Aviso de Abertura, do DL nº 200/2007, do Manual de Candidatura e das FAQ disponíveis no site da DGRHE.
Qualquer dúvida adicional não esclarecida na documentação disponível poderá ser colocada para o seguinte endereço de e-mail: professor.titular@dren.min-edu.pt.
1. Vagas fixadas para 151695 - Escolas das Dairas
Nos termos do Despacho n.º 342/SEE/2007, de 28 de Maio de 2007, e no âmbito do n.º 2 do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 200/2007, de 22 de Maio, o número de lugares a prover no concurso de acesso à categoria de professor titular destinado aos professores posicionados nos índices 299 e 245 é o seguinte:
DEPARTAMENTOS - Anexo I do Decreto-Lei nº 200/2007, de 22 de Maio
Vagas:
Educação
Pré-Escolar..................3
1º Ciclo do Ensino Básico....4
Línguas......................2
Ciências Sociais e
Humanas......................1
Matemática e Ciências
Experimentais................2
Expressões...................2
151695 Escolas das Dairas
Os interessados deverão consultar no sítio da DGRHE:
Área de candidatos:
http://www.dgrhe.min-edu.pt/CONCURSOTITULARES/areaCandidatosConcTitulares.htm
Área de escolas:
http://www.dgrhe.min-edu.pt/CONCURSOTITULARES/areaEscolasConcTitulares.htm
Recomenda-se aos intervenientes do processo a leitura atenta do Aviso de Abertura, do DL nº 200/2007, do Manual de Candidatura e das FAQ disponíveis no site da DGRHE.
Qualquer dúvida adicional não esclarecida na documentação disponível poderá ser colocada para o seguinte endereço de e-mail: professor.titular@dren.min-edu.pt.
1. Vagas fixadas para 151695 - Escolas das Dairas
Nos termos do Despacho n.º 342/SEE/2007, de 28 de Maio de 2007, e no âmbito do n.º 2 do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 200/2007, de 22 de Maio, o número de lugares a prover no concurso de acesso à categoria de professor titular destinado aos professores posicionados nos índices 299 e 245 é o seguinte:
DEPARTAMENTOS - Anexo I do Decreto-Lei nº 200/2007, de 22 de Maio
Vagas:
Educação
Pré-Escolar..................3
1º Ciclo do Ensino Básico....4
Línguas......................2
Ciências Sociais e
Humanas......................1
Matemática e Ciências
Experimentais................2
Expressões...................2
151695 Escolas das Dairas
Publicada por
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas
à(s)
sexta-feira, junho 01, 2007
1 comentário:
quinta-feira, 31 de maio de 2007
Resultados da eleição para o Conselho Executivo
Inscritos................227
Votantes.................222
Lista A..........................166....74,77%
Lista B...........................50....22,52%
Brancos............................5.....2,25%
Nulos..............................1.....0,45%
Votantes.................222
Lista A..........................166....74,77%
Lista B...........................50....22,52%
Brancos............................5.....2,25%
Nulos..............................1.....0,45%
Publicada por
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas
à(s)
quinta-feira, maio 31, 2007
9 comentários:
terça-feira, 29 de maio de 2007
ECO-CÓDIGO
- Reutilizar para o ambiente ajudar.
- Não brincar com a poluição.
- Reciclar não é estragar.
- Poupar energia é um bem precioso.
- Parar para pensar antes de estragar.
- Proteger a Natureza para um bom ar respirar.
- Cortar uma árvore implica plantar outra.
- Separar sempre, devidamente, o lixo.
- Separar é conquistar o Meio Ambiente.
- Gota a gota se perde um bem essencial à vida – A Água.
- Se és cuidadoso trata do Mundo.
- Separar toca a todos.
- Não poluir para melhor viver.
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas - EB1 do Covo
2006/2007
- Não brincar com a poluição.
- Reciclar não é estragar.
- Poupar energia é um bem precioso.
- Parar para pensar antes de estragar.
- Proteger a Natureza para um bom ar respirar.
- Cortar uma árvore implica plantar outra.
- Separar sempre, devidamente, o lixo.
- Separar é conquistar o Meio Ambiente.
- Gota a gota se perde um bem essencial à vida – A Água.
- Se és cuidadoso trata do Mundo.
- Separar toca a todos.
- Não poluir para melhor viver.
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas - EB1 do Covo
2006/2007
Publicada por
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas
à(s)
terça-feira, maio 29, 2007
Sem comentários:
domingo, 20 de maio de 2007
Finalistas em viagem
A dez e onze de Maio (2007) os/as alunos/as do 9º ano, sob a coordenação dos professores Martinho Horácio Vilarinho e Pedro Santos (EMRC), demandaram terras alentejanas: Vila Viçosa e Évora.
Com a colaboração dos docentes Ana Luísa Simões, Diamantino Antunes, Helena Pereira, Mª de Lurdes Silva, Nelson Martins, Paulete Pereira e Vanessa Rocha, visitou-se o Palácio de Vila Viçosa e o Museu dos Coches em Vila Viçosa, a Igreja de S.Francisco e a Capela dos Ossos em Évora.
Foi um saudável convívio, com algumas peripécias agradáveis (brincadeira na Praça do Giraldo até ao início da madrugada; passeio pedestre organizado pelo professor Diamantino; saborear as laranjas municipais; impossibilidade de dormir; o aparecimento da socialite Paula Bobone). A exemplo de anos anteriores, é uma actividade a repetir.
Com a colaboração dos docentes Ana Luísa Simões, Diamantino Antunes, Helena Pereira, Mª de Lurdes Silva, Nelson Martins, Paulete Pereira e Vanessa Rocha, visitou-se o Palácio de Vila Viçosa e o Museu dos Coches em Vila Viçosa, a Igreja de S.Francisco e a Capela dos Ossos em Évora.
Foi um saudável convívio, com algumas peripécias agradáveis (brincadeira na Praça do Giraldo até ao início da madrugada; passeio pedestre organizado pelo professor Diamantino; saborear as laranjas municipais; impossibilidade de dormir; o aparecimento da socialite Paula Bobone). A exemplo de anos anteriores, é uma actividade a repetir.
Publicada por
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas
à(s)
domingo, maio 20, 2007
Sem comentários:
sábado, 19 de maio de 2007
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Resposta a «CAIXA DE SUGESTÕES»
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas
EB2,3 Dairas
Assunto: Reclamações colocadas na «Caixa de Sugestões»
Na presente data, e na caixa de sugestões, encontrei mais algumas reclamações que, apesar de serem anónimas me merecem a melhor atenção, pelo que, por um lado darei explicações e, por outro procurarei soluções.
1- A fila da cantina é, efectivamente, uma grande preocupação, nomeadamente no que diz respeito ao facto de alguns/as alunos/as tentarem «furar», pelo que, hoje mesmo, e uma vez mais, dei instruções à Coordenadora do Pessoal Auxiliar para reforçar o controlo;
2- A multa que se paga quando se pretende almoçar e se tira a senha no próprio dia, é de carácter obrigatória e é imposta pela legislação;
3- No bufete dos/as alunos/as evita aceitar-se dinheiro, privilegiando-se o uso do cartão magnético por quatro razões: é mais higiénico, há um maior controlo de verbas recebidas, os vossos pais poderão saber se gastaram o dinheiro na escola ou se nunca o depositaram cá e os furtos de dinheiro são muitíssimo menores;
4- As Câmaras de Vigilância têm funcionado e a prova disso é que, ainda hoje, foram entregues dois telemóveis aos respectivos donos;
5- Os/As alunos/as podem circular por toda a escola, menos na zona próxima da Sala de Professores, e aqui por razões de alguma segurança por causa de testes, informações confidenciais, registo de faltas, etc;
6- Os/As alunos/as não podem ficar nos corredores do piso de cima, durante os intervalos e na hora de almoço, para que haja maior segurança de pessoas e bens, pois, funcionários temos poucos;
7- A limpeza da escola é feita diariamente e, no exterior também em vários espaços, porém, à quarta-feira e à sexta-feira de tarde é feita uma limpeza geral em todos os espaços exteriores;
8- Quanto às aulas de substituição, como sabem a regra é imposta directamente pelo Ministério da Educação e cabe aos/às professores/as dar o melhor que sabem e a vocês (alunos/as) avaliar o que vos oferecem (como já dei aulas de substituição à quase totalidade da escola, cada um poderá fazer a avaliação).
EB2,3 Dairas – 2007/05/09
Nelson Martins
(Presidente do C. Executivo)
EB2,3 Dairas
Assunto: Reclamações colocadas na «Caixa de Sugestões»
Na presente data, e na caixa de sugestões, encontrei mais algumas reclamações que, apesar de serem anónimas me merecem a melhor atenção, pelo que, por um lado darei explicações e, por outro procurarei soluções.
1- A fila da cantina é, efectivamente, uma grande preocupação, nomeadamente no que diz respeito ao facto de alguns/as alunos/as tentarem «furar», pelo que, hoje mesmo, e uma vez mais, dei instruções à Coordenadora do Pessoal Auxiliar para reforçar o controlo;
2- A multa que se paga quando se pretende almoçar e se tira a senha no próprio dia, é de carácter obrigatória e é imposta pela legislação;
3- No bufete dos/as alunos/as evita aceitar-se dinheiro, privilegiando-se o uso do cartão magnético por quatro razões: é mais higiénico, há um maior controlo de verbas recebidas, os vossos pais poderão saber se gastaram o dinheiro na escola ou se nunca o depositaram cá e os furtos de dinheiro são muitíssimo menores;
4- As Câmaras de Vigilância têm funcionado e a prova disso é que, ainda hoje, foram entregues dois telemóveis aos respectivos donos;
5- Os/As alunos/as podem circular por toda a escola, menos na zona próxima da Sala de Professores, e aqui por razões de alguma segurança por causa de testes, informações confidenciais, registo de faltas, etc;
6- Os/As alunos/as não podem ficar nos corredores do piso de cima, durante os intervalos e na hora de almoço, para que haja maior segurança de pessoas e bens, pois, funcionários temos poucos;
7- A limpeza da escola é feita diariamente e, no exterior também em vários espaços, porém, à quarta-feira e à sexta-feira de tarde é feita uma limpeza geral em todos os espaços exteriores;
8- Quanto às aulas de substituição, como sabem a regra é imposta directamente pelo Ministério da Educação e cabe aos/às professores/as dar o melhor que sabem e a vocês (alunos/as) avaliar o que vos oferecem (como já dei aulas de substituição à quase totalidade da escola, cada um poderá fazer a avaliação).
EB2,3 Dairas – 2007/05/09
Nelson Martins
(Presidente do C. Executivo)
Publicada por
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas
à(s)
quarta-feira, maio 09, 2007
Sem comentários:
segunda-feira, 7 de maio de 2007
Feira das Plantas
Há uns tempos atrás, embora neste ano lectivo de 2006/07, o grupo disciplinar de Ciências, com a colaboração da professora Elsa Oliveira (Físico-Química) havia realizado uma pequena feira agrícola, que contou com a participação dupla de encarregados/as de educação: foram simultaneamente ofertantes e consumidores dos produtos naturais.
Numa perspectiva de conjugar a divulgação do tratamento de plantas de ornamentação, com a comemoração do Dia da Mãe e a angariação de verbas para as áreas curriculares de Ciências da Natureza e de Ciências Naturais, entre outras docentes, as professoras Margarida Costa, Clara Ferreira, Daniela Rosas, Carla Almeida, Elsa oliveira, Ana Luísa Simões e Catarina Camilo, com a ajuda de alguns jovens alunos, promoveram uma actividade comercial na EB2,3 Dairas, a feira das plantas. O evento ocorreu a 3 e 4 de Maio de 2007.
É com estes actos, cansativos e demorados na preparação e na conclusão, que se vê o dinamismo e empenho de uma comunidade educativa, que busca soluções para as dificuldades. À custa de actividades anteriores, algo similares a esta, já estes grupos disciplinares, contando com o prestimoso contriubuto de alunos/as e encarregados/as de educação, conseguiram verbas, que potenciaram a aquisição de um aparelho de TV, de um leitor de DVD e de um data-show.
O Ambiente é de Todos
Professor Doutor Carlos Borrego
Como corolário de um projecto iniciado semanas antes, com a realização de uma sessão de sensibilização para os nossos docentes, autarcas e escolas vizinhas (EB2,3 de Sever do Vouga e EB2,3 Bento Carqueja), na noite de 27/03/2007, o Professor Doutor Carlos Borrego (ex-Ministro do Ambiente) proferiu uma palestra no auditório municipal, em Macieira de Cambra.
Contando com uma audiência de algumas dezenas (professores, autarcas, responsáveis políticos, alunos, curiosos...), o conceituado orador discorreu sobre os excessos do ser humano no que à preservação ambiental concerne. Deixou várias indicações e interagiu com a assistência (nomeadamente com a professora Elsa Oliveira), pelo que todos saímos mais incomodados e concienciosos...
A organização, que contou com a colaboração dos professores Paulo Abrantes e José Maria Santos, esteve a cargo das docentes Tânia Praça e Clara Ferreira que, já em Abril, candidataram a EB2,3 Dairas a um projecto ambiental, de grande monta e verba, promovido pela EDP, no qual também houve colaboração do professor Nuno Costa (TIC).
Melhoramento da escola de Areias
Agradecimento aos pais
Nas férias da Páscoa, alguns pais (encarregados de educação) puseram as mãos à obra e pintaram todo o interior da nossa escola.
Tiveram muito trabalho mas valeu a pena, a nossa escola ficou muito bonita e colorida: uma sala ficou branca e cor-de-laranja, outra ficou branca e verde, outra ficou branca e azul e, por fim a outra ficou branca e amarela.
Estávamos todos muito ansiosos para ver como estava a nossa escola. Os professores explicaram-nos que foi graças à boa vontade de alguns pais e da Junta de Freguesia na cedência das tintas e do material de pintura que permitiram este resultado fantástico.
Ficamos muito alegres, contentes e com mais vontade de vir para a escola depois de concluída a pintura. Por isso, agradecemos imenso a todos os que, de alguma forma, contribuíram no melhoramento da nossa escola.
Alunos da EB1 de Areias
Nas férias da Páscoa, alguns pais (encarregados de educação) puseram as mãos à obra e pintaram todo o interior da nossa escola.
Tiveram muito trabalho mas valeu a pena, a nossa escola ficou muito bonita e colorida: uma sala ficou branca e cor-de-laranja, outra ficou branca e verde, outra ficou branca e azul e, por fim a outra ficou branca e amarela.
Estávamos todos muito ansiosos para ver como estava a nossa escola. Os professores explicaram-nos que foi graças à boa vontade de alguns pais e da Junta de Freguesia na cedência das tintas e do material de pintura que permitiram este resultado fantástico.
Ficamos muito alegres, contentes e com mais vontade de vir para a escola depois de concluída a pintura. Por isso, agradecemos imenso a todos os que, de alguma forma, contribuíram no melhoramento da nossa escola.
Alunos da EB1 de Areias
domingo, 6 de maio de 2007
Nova Sala de Aulas na EB1 de Janardo

Em Janardo está a construir-se uma sala de aulas.
Para que a Escola não fechasse por falta de salas para funcionar em regime normal, os Encarregados de Educação dos alunos da EB1 de Janardo avançaram com uma proposta à Câmara Municipal.
Depois de muito se discutir, chegou-se a um acordo que agradou ambas as partes.
A Câmara Municipal forneceria o material e a mão-de-obra seria dada pelos Encarregados de Educação.
O esforço que estes Encarregados de Educação têm vindo a despender, tanto a nível físico como económico, é compensado pelo facto de terem a certeza de que os seus filhos não vão sair do lugar, para outra escola
Neste momento a sala está quase concluída.
Para o próximo ano lectivo, já estará pronta para que se possam iniciar em pleno actividades com melhores condições.
Mais uma batalha vencida pelo grande querer destes encarregados de educação.
As professoras da EB1 de Janardo.
Para que a Escola não fechasse por falta de salas para funcionar em regime normal, os Encarregados de Educação dos alunos da EB1 de Janardo avançaram com uma proposta à Câmara Municipal.
Depois de muito se discutir, chegou-se a um acordo que agradou ambas as partes.
A Câmara Municipal forneceria o material e a mão-de-obra seria dada pelos Encarregados de Educação.
O esforço que estes Encarregados de Educação têm vindo a despender, tanto a nível físico como económico, é compensado pelo facto de terem a certeza de que os seus filhos não vão sair do lugar, para outra escola
Neste momento a sala está quase concluída.
Para o próximo ano lectivo, já estará pronta para que se possam iniciar em pleno actividades com melhores condições.
Mais uma batalha vencida pelo grande querer destes encarregados de educação.
As professoras da EB1 de Janardo.
Publicada por
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas
à(s)
domingo, maio 06, 2007
Sem comentários:
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Informação CONCURSOS PROFESSORES
Informamos todos os Colegas, em especial os que pretendem continuar colocados por Condição Específica, que de 1 a 31 de Maio se encontra disponível uma aplicação electrónica, na página da dghre, ( http://www.dgrhe.min-edu.pt/ ), na área de candidatos 2007, destinada apenas aos docentes colocados por Condições Específicas.
Para poder continuar a beneficiar deste destacamento têm que apresentar documentos comprovativos da continuidade da situação de doença e naturalmente responder ao inquérito disponibilizado na página referida.
Qualquer dúvida ou questão disponham.
Para poder continuar a beneficiar deste destacamento têm que apresentar documentos comprovativos da continuidade da situação de doença e naturalmente responder ao inquérito disponibilizado na página referida.
Qualquer dúvida ou questão disponham.
Publicada por
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas
à(s)
quarta-feira, maio 02, 2007
Sem comentários:
terça-feira, 1 de maio de 2007
EB1 do Côvo no Projecto Eco-Escolas


O aquecimento Global da Terra é um facto que preocupa todo o Planeta. Ninguém pode ficar indiferente aos diversos problemas causados e que ainda virá a causar.
Foi com sentido neste facto preocupante que, a EB1 do Côvo, se inscreveu no projecto Eco-Escolas. Pretendem, com isto, consciencializar, alertar, sensibilizar toda a comunidade escolar, dar a conhecer as diferentes formas de poupar bens tão preciosos e, principalmente, melhorar o desempenho ambiental dos alunos.
Dos temas propostos , por este projecto, as turmas optaram por trabalhar a água, as energias, os resíduos, a agricultura biológica, os espaços exteriores, a biodiversidade e as alterações climatéricas.
Os alunos, fazem pesquisas em revistas, na internet e em diversos livros sobre a poluição e, a partir daí, debatem ideias e elaboram cartazes informativos. Nos trabalhos de Expressão Plástica há uma preocupação em aproveitar materiais já utilizados. Por exemplo, para os cestos da Páscoa, os alunos, uitilizaram garrafas de plástico. No dia da árvore, cada turma trabalhou e explorou a importância deste ser vivo e, cada aluno, deixou, numa flor de papel de uma árvore afixada numa parede da escola, uma mensagem. Para além disto e entre outras coisas, os alunos fazem recolha de pilhas e de tampas, fazem a separação do lixo e utilizam brigadas para a vigilância de iluminação e aquecimento.
Publicada por
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas
à(s)
terça-feira, maio 01, 2007
Sem comentários:
Subscrever:
Comentários (Atom)

















