I
O Conselho de Docentes decidiu
Aos dezanove dias se reuniu
Para fazer esta reunião.
Até porque tinha de ser
Muito assunto para escrever
Era mesmo uma obrigação.
II
A reunião era em Areias
E todos nós sem peias
À hora marcada chegámos.
Todos nos fomos sentando
Os grupos das escolas juntando
E muito nós falámos!...
III
Eram os planos de recuperação!
E também a avaliação
De toda a pequenada!
Era também a monitorização!
Até se falou da inspecção!
Não faltou mesmo nada!
IV
Mas afinal faltavam papéis
E nós sempre fiéis
A ouvir o administrador.
Faltavam ainda as menções!
E a pauta das avaliações!
Valha-me Nosso Senhor!...
V
Ele já estava tão cansado!...
Até que ficou sentado!
À espera que acalmassem.
O tempo ia passando
A hora do almoço chegando
Os assuntos? Que esperassem!...
VI
Mas o povo logo acalmou
A reunião sempre acabou
E resolvemos ir almoçar.
Onde vamos? Onde vamos?
Com a “chefe” acordámos
Ao Manuel fomos festejar!
VII
Cada qual a refeição marcada:
Para uns era espetada
Para outros bacalhau.
Também escolheram vitela
Vinho para acompanhar com ela
E água até dar com um pau!
VIII
Mónica e Amélia Silva sorriam
E beijos as duas recebiam
Também era o seu aniversário.
Tiveram de oferecer a sobremesa
Obrigadas a fazer esta fineza
Como era usuário.
IX
Do chefe veio a mensagem
Para levarmos nesta “viagem”
Durante o resto do mês.
Para todos, BOAS FESTAS!
E mais reuniões destas
Unindo-nos mais uma vez.
X
Pagámos e fomos embora
Assuntos tratar sem demora
No nosso Agrupamento.
Até porque o dever chama,
Dentro de nós clama
Outro importante momento.
XI
Alguns de nós tinham programado Jantar de Natal marcado
Na E.B. 2,3 às dezanove.
Como não podia deixar de ser
À hora, tivemos de aparecer
Ao todo, éramos nove.
XII
As mesas bem enfeitadas
Logo em cima, as entradas
O vinho, a broa e o chouriço.
O fígado, o sangue e rojões,
Grelos e batatas em montões
Tudo isto levou sumiço.
XIII
Bolo-rei, aletria e rabanadas,
Outras sobremesas variadas,
Não faltando mesmo nada!
O tempo foi-se esgotando
A noite ia avançando
A barriga a ficar pesada!
XIV
Mas o nosso Presidente,
Fotografava, muito contente,
A torto e a direito.
No chão ou empoleirado
Não se fazia rogado
Um fotógrafo mesmo a preceito.
XV
D. Fátima foi homenageada
Muitos anos empenhada
Cheia de dedicação.
Mas como tudo tem um fim
Ela chegou à reforma, enfim!
Foi para casa, com emoção.
XVI
O Presidente botou faladura
Nesta quadra, com ternura,
Para toda aquela gente.
Cada um foi à sua vida
Fazendo uma breve despedida
Até dali a uns dias, certamente.
XVII
E agora, para acabar,
Boas Festas quero desejar
A todos aqueles do Agrupamento. Cada qual no seu mister
Até para o ano, se Deus quiser,
Nesta quadra de encantamento.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
O Dia das Bruxas - 31 de Outubro de 2008
I
O grupo de Inglês pensou
E depois organizou
Uma festa à maneira.
Mas para não ficarem sozinhos
Convidaram os mais pequenininhos
Para se juntarem à brincadeira.
II
Foi no dia trinta e um
E, sem medo algum,
Para a escola nós partimos.
Todos bem mascarados
Os nossos rostos pintados
Para assim nos divertirmos!
III
A carrinha chegou
Toda a malta entrou
Cada um o mais contente!
A E. B. Dairas a direcção
Todos em grande animação
Ninguém ficou indiferente.
IV
Chegados à E.B. 2,3
E cada um por sua vez
Depressa saímos da carrinha.
Subimos a escadaria
Entrámos na frontaria
Caminhando em filinha.
V
Esperámos um bom bocado
Mas recebemos o chamado
E um filme fomos ver.
Chamava-se “A Ovelha Choné”
Fartámo-nos de rir, até.
Era divertido, podem crer!
VI
Era tudo preto à volta
E imitando bruxas à solta
As cabaças enfeitadas.
Cada uma mais medonha
Apresentava cada fronha
Também por dentro iluminadas.
VII
Passámos para outra actividade
Para ficar para a posteridade
Tirámos uma fotografia.
Em conjunto e individual
Mas só a cara, afinal,
Pois o resto não cabia.
VIII
Era uma risota pegada
Cada cara mais engraçada
No buraco aparecia.
Mas depois de aqui terminar
Noutra etapa fomos participar
Onde muitos gritos se ouvia.
IX
Começámos a ficar aflitos
Mas porquê tantos gritos
Que ali se ouvia?
Em grupos iam entrando
E cada vez mais berrando
Mas o que é que ali havia?
X
Quando a nossa vez chegou
O grupo devagar lá entrou
Naquele escuro como breu.
Eram mãos que nos puxavam
Cócegas e rasteiras pregavam
Um valente susto nos deu!
XI
Saímos de lá à pressa
Para nos vermos livres dessa
Da salinha dos terrores.
Batia depressa o coração
Era tamanha a aflição
Para fugir daqueles estupores.
XII
Agora mais sossegados
Também nos deram rebuçados
Num buraco metendo a mão.
Tínhamos de ir lá buscá-los
E muito bem agarrá-los
Dando um grande puxão.
XIII
Como tudo tem um fim
Esta actividade acabou assim
À escola tivemos de voltar.
Ainda queríamos mais
Destas festas e outras que tais
E a nossa alegria soltar.
XIV
Chegámos à escola radiantes
Eufóricos e bem falantes
Contando o que se passou.
Aos colegas que ficaram
E que não participaram
A tristeza lhes restou!
XV
Foi um bocado bem passado
Diferente do costumado
Um exemplo de articulação.
Foi pena que não aparecessem
As outras escolas comparecessem
Mas sem transporte é que não.
XVI
Um agradecimento aos professores
Auxiliares e outros senhores
Que trabalharam muito bem!
Durante o ano esperámos
Com outras actividades contámos
E que nos convidem também!
domingo, 2 de novembro de 2008
Halloween na nossa Escola
Realizou-se no passado dia 31 de Outubro um Halloween na nossa Escola, que representa uma das mais famosas tradições dos Povos Britânico e Americano. O ambiente fantasmagórico e aterrador estava bem patente na decoração da Escola, onde também estiveram expostas as Bruxinhas, Cabaças e tantos outros adornos alusivos.Foram muitos os alunos que se associaram à iniciativa, vestindo-se a rigor. O ambiente era de brincadeira mas onde não faltaram as assombrações, espalhando um clima de medo e terror um pouco por toda a escola. Com pinturas, fatos e adereços “horripilantes”, muitos dos alunos do 2º e 3º ciclos “assustaram de morte os Colegas e professores.
Bruxas, fantasmas, vampiros, monstros e aberrações de causar calafrios fizeram do dia 31 de Outubro, um dia que irá provocar pesadelos tenebrosos aos que ousaram presenciar o evento.Como se tudo isto não bastasse, o cinema do terror e da assombração também marcou presença com a passagem de algumas películas de cortar a respiração.Não faltaram corajosos e destemidos na Escola que enfrentaram todos os medos que estas actividades implicaram, contribuindo para mais um fantástico e aterrador Halloween.Para o ano há mais e tenham muito medo … tenham muuuuuuuuito medo …!
Bruxas, fantasmas, vampiros, monstros e aberrações de causar calafrios fizeram do dia 31 de Outubro, um dia que irá provocar pesadelos tenebrosos aos que ousaram presenciar o evento.Como se tudo isto não bastasse, o cinema do terror e da assombração também marcou presença com a passagem de algumas películas de cortar a respiração.Não faltaram corajosos e destemidos na Escola que enfrentaram todos os medos que estas actividades implicaram, contribuindo para mais um fantástico e aterrador Halloween.Para o ano há mais e tenham muito medo … tenham muuuuuuuuito medo …!
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Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas
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domingo, novembro 02, 2008
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terça-feira, 28 de outubro de 2008
Visita ao Castelo de Guimarães

I
Estávamos todos ansiosos
Sair da escola desejosos
Para conhecer novas terras.
Guimarães íamos visitar
A nossa história recordar
No alto daquelas serras.
II
Primeiro nós pesquisámos
A seguir interiorizámos
Para saber alguma coisinha.
A história é muito bonita
Mas a criançada já estava aflita
E se não se lembrasse de nadinha?
III
À hora marcada lá estavam
O farnel também levavam
Para comer durante o dia.
Todos bastante contentes
Sem sono nem pés dormentes
E carregados de euforia!
IV
A camioneta chegou
Toda a malta lá entrou
Cada um no seu lugar.
Os alunos do Covo foram os primeiros
Os alunos dos Dois foram derradeiros
Ninguém se atreveu a faltar.
V
As quatro camionetas em andamento
Só pararam durante um momento
Para os alunos lanchar.
A viagem nós continuámos
E depressa nós chegámos
Ao parque para estacionar.
VI
As camionetas pararam
Os miúdos logo saltaram
Para o Castelo ver.
Tal era a admiração
E tão grande a confusão
Que alguns nem queriam crer.
VII
Alunos e professores
Caminhando sem favores
Paço dos Duques, a direcção.
Fomos todos entrando
Ouvindo a voz de comando
Para perceber a explicação.
VIII
Lá dentro, era tal a alegria
E tamanha a euforia
De todas aquelas crianças.
Ficavam embasbacadas
E deveras admiradas
Que não tinham paranças.
IX
Saíram daquele Paço
E alargando o passo
Passaram a Igreja de S. Miguel.
Iam também animados
Alguns até esfomeados
Pois queriam comer o farnel.
X
Ainda apanhámos uns chuviscos
E à semelhança dos piscos
Comemos nas árvores abrigados.
Depois fomos ver o Castelo
Lá de cima, cenário tão belo
Ficámos mesmo entusiasmados.
XI
Mas tivemos de correr
Pois começou a chover
Cada vez com mais intensidade.
- Mas que pena! - Diziam uns
- Não faz mal! - Respondiam alguns
Entrar na camioneta, uma necessidade.
XII
O Paço dos Duques de Bragança
Entusiasmou toda a criança
O altaneiro Castelo e a Igreja.
Ficará sempre nas suas memórias
Conhecer todas estas histórias
Estávamos todos ansiosos
Sair da escola desejosos
Para conhecer novas terras.
Guimarães íamos visitar
A nossa história recordar
No alto daquelas serras.
II
Primeiro nós pesquisámos
A seguir interiorizámos
Para saber alguma coisinha.
A história é muito bonita
Mas a criançada já estava aflita
E se não se lembrasse de nadinha?
III
À hora marcada lá estavam
O farnel também levavam
Para comer durante o dia.
Todos bastante contentes
Sem sono nem pés dormentes
E carregados de euforia!
IV
A camioneta chegou
Toda a malta lá entrou
Cada um no seu lugar.
Os alunos do Covo foram os primeiros
Os alunos dos Dois foram derradeiros
Ninguém se atreveu a faltar.
V
As quatro camionetas em andamento
Só pararam durante um momento
Para os alunos lanchar.
A viagem nós continuámos
E depressa nós chegámos
Ao parque para estacionar.
VI
As camionetas pararam
Os miúdos logo saltaram
Para o Castelo ver.
Tal era a admiração
E tão grande a confusão
Que alguns nem queriam crer.
VII
Alunos e professores
Caminhando sem favores
Paço dos Duques, a direcção.
Fomos todos entrando
Ouvindo a voz de comando
Para perceber a explicação.
VIII
Lá dentro, era tal a alegria
E tamanha a euforia
De todas aquelas crianças.
Ficavam embasbacadas
E deveras admiradas
Que não tinham paranças.
IX
Saíram daquele Paço
E alargando o passo
Passaram a Igreja de S. Miguel.
Iam também animados
Alguns até esfomeados
Pois queriam comer o farnel.
X
Ainda apanhámos uns chuviscos
E à semelhança dos piscos
Comemos nas árvores abrigados.
Depois fomos ver o Castelo
Lá de cima, cenário tão belo
Ficámos mesmo entusiasmados.
XI
Mas tivemos de correr
Pois começou a chover
Cada vez com mais intensidade.
- Mas que pena! - Diziam uns
- Não faz mal! - Respondiam alguns
Entrar na camioneta, uma necessidade.
XII
O Paço dos Duques de Bragança
Entusiasmou toda a criança
O altaneiro Castelo e a Igreja.
Ficará sempre nas suas memórias
Conhecer todas estas histórias
É o que o(a) professor(a) deseja.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Final do ano lectivo 2007/2008
I
Parece que foi ontem
Mais um ano se passou!
Não deixa muitas saudades
Ainda bem que acabou!
II
Foram muitas as canseiras
Os trabalhos? Nem se fala!...
Vamos agora de férias
Temos de fazer a mala.
III
Mas como sempre acontece
Há o Conselho de Docentes.
Recebemos a convocatória
Estivemos todos presentes.
IV
Mais ou menos há hora marcada
Todos nos apresentamos.
Queríamos acabar cedo
Para o almoço saborearmos.
V
O tempo passou depressa
Chegou o fim da reunião.
Lá nos metemos no carro
Mas foi muita a confusão.
VI
Cada um para o seu lado
Esperando em local diferente.
Mas olhando sempre p’ro mapa
Fomos seguindo em frente.
VII
Não encontramos ninguém
Só víamos céu e monte.
Queríamos encontrar depressa
O restaurante D´Além da Ponte.
XIV
O tempo não espera por nós
A festa estava a acabar!
O Carlos botou faladura
Sobre o ano quase a findar.
XV
E mesmo no fim da festa
Sentindo calor nas veias!
Alguém resolveu tirar
Os sapatos e …as meias!
XVI
E lá foram três pôr de molho
Os pés, na água a correr!
Estava boa, afinal!
Ninguém iria morrer!
XVII
Ai como aquilo era bom!
E como sabia bem!
A água nem estava fria
Diziam eles também!
VIII
Muitos quilómetros fizemos
E depois de muito andar!
Sem percalços nem enganos
Lá conseguimos chegar!
IX
E de repente um barulho
O telefone tocava!
Era o chefe muito aflito
Nunca mais a gente chegava!
X
Lá nos sentamos à mesa
Era presunto, queijo e chouriço!
E mais pão, azeitonas e vinho
Num instante levou sumiço!
XI
Com o estômago aconchegado
Veio bacalhau com broa.
Estava uma maravilha
Era uma posta muito boa!
XII
No espeto bem grelhados
Vieram nacos de vitela!
Todos puseram o dente
Gostaram muito, muito dela.
XIII
Também fizeram anos
O Zé Santos e a Vanessa!
Levaram a sobremesa
Não se livraram dessa.
XVIII
O que é bom acaba depressa
O tempo passa a voar.
E depois da brincadeira
Tivemos que regressar.
XIX
E depois daquele repasto
Naquele lugar fabuloso.
Era a hora de regressar
Ao nosso vale formoso!
XX
Só espero que para o ano
Em franca camaradagem!
Levemos o “barco” a bom porto
Até ao fim da “viagem”!
Parece que foi ontem
Mais um ano se passou!
Não deixa muitas saudades
Ainda bem que acabou!
II
Foram muitas as canseiras
Os trabalhos? Nem se fala!...
Vamos agora de férias
Temos de fazer a mala.
III
Mas como sempre acontece
Há o Conselho de Docentes.
Recebemos a convocatória
Estivemos todos presentes.
IV
Mais ou menos há hora marcada
Todos nos apresentamos.
Queríamos acabar cedo
Para o almoço saborearmos.
V
O tempo passou depressa
Chegou o fim da reunião.
Lá nos metemos no carro
Mas foi muita a confusão.
VI
Cada um para o seu lado
Esperando em local diferente.
Mas olhando sempre p’ro mapa
Fomos seguindo em frente.
VII
Não encontramos ninguém
Só víamos céu e monte.
Queríamos encontrar depressa
O restaurante D´Além da Ponte.
XIV
O tempo não espera por nós
A festa estava a acabar!
O Carlos botou faladura
Sobre o ano quase a findar.
XV
E mesmo no fim da festa
Sentindo calor nas veias!
Alguém resolveu tirar
Os sapatos e …as meias!
XVI
E lá foram três pôr de molho
Os pés, na água a correr!
Estava boa, afinal!
Ninguém iria morrer!
XVII
Ai como aquilo era bom!
E como sabia bem!
A água nem estava fria
Diziam eles também!
VIII
Muitos quilómetros fizemos
E depois de muito andar!
Sem percalços nem enganos
Lá conseguimos chegar!
IX
E de repente um barulho
O telefone tocava!
Era o chefe muito aflito
Nunca mais a gente chegava!
X
Lá nos sentamos à mesa
Era presunto, queijo e chouriço!
E mais pão, azeitonas e vinho
Num instante levou sumiço!
XI
Com o estômago aconchegado
Veio bacalhau com broa.
Estava uma maravilha
Era uma posta muito boa!
XII
No espeto bem grelhados
Vieram nacos de vitela!
Todos puseram o dente
Gostaram muito, muito dela.
XIII
Também fizeram anos
O Zé Santos e a Vanessa!
Levaram a sobremesa
Não se livraram dessa.
XVIII
O que é bom acaba depressa
O tempo passa a voar.
E depois da brincadeira
Tivemos que regressar.
XIX
E depois daquele repasto
Naquele lugar fabuloso.
Era a hora de regressar
Ao nosso vale formoso!
XX
Só espero que para o ano
Em franca camaradagem!
Levemos o “barco” a bom porto
Até ao fim da “viagem”!
Publicada por
Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas
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terça-feira, julho 01, 2008
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quinta-feira, 17 de abril de 2008
Almoço do dia 18 de Março de 2008.
I
O dia dezoito de Março
Foi um dia memorável.
Acabava o segundo período
Estava tudo mais afável.
II
E como sempre acontece
Há sempre uma reunião.
Mas quando esta acaba
O pessoal é comilão.
III
- Mas onde é que nós vamos?
- Onde vai ser o comer?
- Vamos para Pessegueiro
- Perto da Ponte, pode ser?
IV
E lá fomos todos nós
Em grupo e caravana.
Era preciso chegar todos
Ao lugar da comezaina.
V
Depois de já lá estarmos
E de encomendada a comida.
Era grande a cavaqueira
Pedimos também bebida.
VI
Mas o tempo ia passando
Estávamos fartos de esperar.
Demorou tanto tempo
Não valeu nada encomendar.
VII
Mas eis que lá chegou
No tacho, directamente.
O arroz com a lampreia
Saboreámos gulosamente.
XV
Mas a aventura não acabou
Resolvemos caminhar.
Até à Fábrica das Massas
Não custou nada andar.
XVI
Mas pela estrada fora
A sede começou a apertar.
Foram roubar laranjas
Ali perto a um pomar.
XVII
Mas que pouca sorte aquela
Não se podiam tragar.
As laranjas eram azedas
Ao mato foram parar.
VIII
Mas nem todos a quiseram
Também escolheram bacalhau.
Outros quiseram cabrito
Que não estava nada mau!
IX
E no fim a sobremesa
Um leite-creme, já se via.
Era a camada tão fina
Em pouco tempo desaparecia.
X
Também veio a aletria
Muito mole e muito quente.
Não tinha grande aspecto
Mas todos meteram o dente.
XI
Veio depois a “dolorosa”
Cada qual pagou o seu.
Não havia lá misturas
Foi assim que aconteceu.
XII
E depois deste almoço
Alguém propôs visitar.
A ponte lá de cima
Mas era preciso caminhar.
XIII
Fomos visitar a ponte
P’lo mato tivemos de subir.
Houve alguém que escorregou
Não tinha mais por onde ir.
XIV
A vista era fabulosa
Tirámos a fotografia.
Ficará a recordar
O almoço deste dia.
XVIII
Lá continuámos viagem
Os resistentes, eram sete.
Chegámos sãos e salvos
Connosco ninguém se mete!
XIX
Mas depois da caminhada
Meia hora sempre a andar.
Apareceu a nossa boleia
A aventura estava acabar!
XX
Realmente quem diria
Coisa assim nunca aconteceu.
Mas valeu bem a pena
Quem não foi, não sabe o que perdeu!
Alberto Bastos na E. B. 1 do Covo
I
Puxando pela cabeça
Depois de muito pensar.
Convidei o Alberto Bastos
Não teve alma de recusar.
II
Mas no dia aprazado
Não pode comparecer.
Um compromisso com a filha
Tinha muito que fazer.
III
Noutro dia ele apareceu
Sempre alegre, pois então!
Bateu à porta da sala
Bem disposto e brincalhão.
IV
Palhaçadas e caretas
Fazendo rir toda a gente.
Eram saltos e cabriolas
Brincando à nossa frente.
V
Convidou alguns alunos
Para com ele actuar.
Leram “A Ratinha Vaidosa”
Para o tentar imitar.
VI
Falou também dos livros
Daqueles que ele escreveu.
“Palco da Vida” ele trouxe
E à escola os ofereceu.
VII
Os alunos desta escola
Participaram também neste dia.
Leram alguns poemas
Todos de sua autoria.
VIII
Ele ficou admirado
Não esperava tal.
Já tinha escrito os poemas
Há muitos anos, afinal.
IX
Recordou o teatro
De Cavião e Castelões.
Falou também de poesia
Berrou a plenos pulmões.
X
Desta E. B. 1 do Covo
Alunos e Pessoal Docente.
Nunca mais o esquecerão
Tudo ficou bem contente.
XI
Como tudo o que começa
Também este dia terminou.
Foi mesmo um tempo de festa
E saudades já deixou.
XII
E p’ra acabar esta prosa
Resta-nos agradecer.
A visita do Alberto Bastos
Que nos deu muito prazer.
Puxando pela cabeça
Depois de muito pensar.
Convidei o Alberto Bastos
Não teve alma de recusar.
II
Mas no dia aprazado
Não pode comparecer.
Um compromisso com a filha
Tinha muito que fazer.
III
Noutro dia ele apareceu
Sempre alegre, pois então!
Bateu à porta da sala
Bem disposto e brincalhão.
IV
Palhaçadas e caretas
Fazendo rir toda a gente.
Eram saltos e cabriolas
Brincando à nossa frente.
V
Convidou alguns alunos
Para com ele actuar.
Leram “A Ratinha Vaidosa”
Para o tentar imitar.
VI
Falou também dos livros
Daqueles que ele escreveu.
“Palco da Vida” ele trouxe
E à escola os ofereceu.
VII
Os alunos desta escola
Participaram também neste dia.
Leram alguns poemas
Todos de sua autoria.
VIII
Ele ficou admirado
Não esperava tal.
Já tinha escrito os poemas
Há muitos anos, afinal.
IX
Recordou o teatro
De Cavião e Castelões.
Falou também de poesia
Berrou a plenos pulmões.
X
Desta E. B. 1 do Covo
Alunos e Pessoal Docente.
Nunca mais o esquecerão
Tudo ficou bem contente.
XI
Como tudo o que começa
Também este dia terminou.
Foi mesmo um tempo de festa
E saudades já deixou.
XII
E p’ra acabar esta prosa
Resta-nos agradecer.
A visita do Alberto Bastos
Que nos deu muito prazer.
quinta-feira, 20 de março de 2008
E. B. 1 DO COVO
Este ano a Páscoa calha mais cedo, no dia 23 de Março de 2008. Por esse motivo, a festa da nossa escola também foi no dia 14 de Março. Durante a semana andamos todos ansiosos por causa das fichas de avaliação mas, na sexta-feira, todas as tristezas passaram porque tivemos a festa. De manhã todos os alunos estavam contentes.
Estivemos a acabar os trabalhos para o Dia do Pai, depois estivemos a embrulhá-los para os entregar só no dia próprio. Pintámos desenhos, cantámos, conversámos sobre o significado desta quadra – a Morte e Ressurreição de Jesus Cristo para os que acreditam. Pintámos e colámos várias figuras em dois grandes cartazes que representam a Primavera e a Páscoa. Ficaram muito bonitos a alegrar as paredes da nossa escola.
A seguir houve um lanche partilhado com todos os alunos da escola, professores, professores das AEC e auxiliar. Também brincámos muito. Foi muito divertido este último dia que passámos na escola, antes das férias da Páscoa.
quinta-feira, 13 de março de 2008
DESPACHO
Assunto: - Justificação de Faltas
- Plenário Sindical de 12/02/2008
Atendendo a que dezassete docentes deste agrupamento faltaram ao serviço no dia 12/02/2008, a fim de se deslocarem ao Porto, para participarem num plenário sindical, justificando posteriormente a sua ausência ao abrigo dos artigos 27º a 32º do Decreto-Lei nº 84/99, não sendo a reunião sindical realizada no local de serviço e considerando o teor do ofício nº 4253/2008/DREN, o Presidente do Conselho Executivo pretende deixar claro o seguinte:
1- O Despacho do Secretário de Estado da Educação que limita as reuniões de cariz sindical ao local do serviço, no concernente à justificação de faltas, é datado de 06.03.01;
2- Tal normativo era do conhecimento das organizações sindicais;
3- Algumas destas, conforme se pôde visualizar no sítio da Internet, referiram que os docentes poderiam faltar ao serviço, sem comunicar ao órgão de gestão e sem fazerem entrega de qualquer plano de aula, para que se justificasse a falta ao serviço, podendo assistir ao plenário já enunciado;
4- A Senhora Directora Regional de Educação do Norte, através do ofício acima citado, em 13.02.2008 remeteu às escolas cópia do Despacho atrás aludido;
5- O PCE, em 18.02.2008, oficiou superiormente (telefax nº 29/08), alertando para os factos relatados em 1) e 3) do presente despacho e fazendo uma consulta acerca do procedimento a adoptar;
6- Na consulta referida no ponto anterior, o PCE colocava de parte a possibilidade de justificar as faltas através do artigo 102º do ECD (desconto nas férias), pois não fora o órgão de administração e gestão informado em tempo útil acerca da pretensão de faltar.
Após este hiato temporal, e tendo por base os princípios da razoabilidade e do bom-senso, interligado com a necessidade de se manter um clima de harmonia na instituição escolar e para que aos docentes não seja injustificada uma falta, cuja responsabilidade não lhe imputamos, o PCE decidiu:
a)- considerar a data das faltas como sendo anterior ao ofício enviado pela DREN;
b)- aceitar, excepcionalmente, a justificação das faltas dadas pelos dezassete professores;
b)- considerar, doravante, o cumprimento integral das orientações emanadas da tutela, pelo que, ao abrigo do artigo 29º do Decreto-Lei nº 84/99, as ausências ao serviço só contarão como serviço efectivo, se verificadas nos Serviços a que o trabalhador está adstrito, pois o regime estabelecido nos artigos 27º a 32º (DL84/99, de 19/03) destina-se à actividade sindical a desenvolver nos serviços, pelos respectivos trabalhadores[1].
EB2,3 Dairas – 2008/03/13
Presidente do Conselho Executivo
(Nelson da Silva Martins)
[1] Conferir Ofício nº 4253/2008, de 06.02.2008
- Plenário Sindical de 12/02/2008
Atendendo a que dezassete docentes deste agrupamento faltaram ao serviço no dia 12/02/2008, a fim de se deslocarem ao Porto, para participarem num plenário sindical, justificando posteriormente a sua ausência ao abrigo dos artigos 27º a 32º do Decreto-Lei nº 84/99, não sendo a reunião sindical realizada no local de serviço e considerando o teor do ofício nº 4253/2008/DREN, o Presidente do Conselho Executivo pretende deixar claro o seguinte:
1- O Despacho do Secretário de Estado da Educação que limita as reuniões de cariz sindical ao local do serviço, no concernente à justificação de faltas, é datado de 06.03.01;
2- Tal normativo era do conhecimento das organizações sindicais;
3- Algumas destas, conforme se pôde visualizar no sítio da Internet, referiram que os docentes poderiam faltar ao serviço, sem comunicar ao órgão de gestão e sem fazerem entrega de qualquer plano de aula, para que se justificasse a falta ao serviço, podendo assistir ao plenário já enunciado;
4- A Senhora Directora Regional de Educação do Norte, através do ofício acima citado, em 13.02.2008 remeteu às escolas cópia do Despacho atrás aludido;
5- O PCE, em 18.02.2008, oficiou superiormente (telefax nº 29/08), alertando para os factos relatados em 1) e 3) do presente despacho e fazendo uma consulta acerca do procedimento a adoptar;
6- Na consulta referida no ponto anterior, o PCE colocava de parte a possibilidade de justificar as faltas através do artigo 102º do ECD (desconto nas férias), pois não fora o órgão de administração e gestão informado em tempo útil acerca da pretensão de faltar.
Após este hiato temporal, e tendo por base os princípios da razoabilidade e do bom-senso, interligado com a necessidade de se manter um clima de harmonia na instituição escolar e para que aos docentes não seja injustificada uma falta, cuja responsabilidade não lhe imputamos, o PCE decidiu:
a)- considerar a data das faltas como sendo anterior ao ofício enviado pela DREN;
b)- aceitar, excepcionalmente, a justificação das faltas dadas pelos dezassete professores;
b)- considerar, doravante, o cumprimento integral das orientações emanadas da tutela, pelo que, ao abrigo do artigo 29º do Decreto-Lei nº 84/99, as ausências ao serviço só contarão como serviço efectivo, se verificadas nos Serviços a que o trabalhador está adstrito, pois o regime estabelecido nos artigos 27º a 32º (DL84/99, de 19/03) destina-se à actividade sindical a desenvolver nos serviços, pelos respectivos trabalhadores[1].
EB2,3 Dairas – 2008/03/13
Presidente do Conselho Executivo
(Nelson da Silva Martins)
[1] Conferir Ofício nº 4253/2008, de 06.02.2008
segunda-feira, 3 de março de 2008
Professor Doutor José Eduardo Pinto da Costa enriqueceu alunos das Dairas
22 de Fevereiro, outros tantos graus de temperatura, misturados com jovens de 14/15 anos ávidos/as de curiosidades, com uma parca dose de professores/as e convidados q.b., na voz sapiente, concisa e humorística do Professor José Eduardo Pinto da Costa, tornaram inesquecivelmente enriquecedora a tarde passada no auditório da ACR de Vale de Cambra.[1]
Sob o tema «Criminalidade e Comportamentos Desviantes», aquele distinto Professor, agora Jubilado[2], que chegou com cerca de uma hora de antecedência, a fim de se precaver de obstáculos no trânsito e para melhor se enquadrar com o cenário a encontrar, deslocou-se à EB2,3 Dairas para conhecer parte das suas instalações e dialogar brevemente com alguns elementos desta comunidade educativa.
Acompanhado da Professora Catarina Caetano Camilo, a docente que conseguiu convencê-lo a palestrar aos nossos alunos, o Professor foi aplaudido de pé pelos/as jovens do 9º ano, numa demonstração de educação e de respeito, indiciadora de que os/as Professores/as conseguem motivar a adolescência para as boas práticas. Iniciada a palestra, que poderemos dividir em três partes, apareceram primeiramente os conceitos, depois a componente pragmática e, finalmente, a das interacções com o público.
Afirmando que cada um de nós é dono do seu próprio saber, explicou o significado da desviância e do comportamento desviante. Este varia consoante o ângulo de observância, porquanto a desviância contestatária poderá conduzir à integração do jovem em grupos marginais e, consequentemente à delinquência. Nenhuma conduta é desviante por si só, mas é-o pelo significado que lhe atribuímos; desviante é quem não respeita as normas[3] e as transgride. Quando um jovem mantém o desvio das normas socialmente aceites, para lá daquilo que se entende como contestação juvenil, será rejeitado, refugiando-se em grupos minoritários, mas com regras próprias de grande coesão…
A visão do crime por ópticas diferentes, bem como a co-relação entre os tipos de crime e as penas a aplicar, também foram conteúdos levemente abordados, antes da entrada na parte mais apelativa da sessão. Começando por classificar os serial kealler’s, como um fenómeno recente, enormemente difundidos pela comunicação social e com grande impacto nos estudos da medicina legal, o Professor discorreu sobre psicóticos e psicopatas[4], enumerou os diversos tipos de crimes, falou da ética e da importância do exame bem feito ao local do crime[5], serviu-se do humor e dos exemplos para cativar uma plateia que gostou bué de ali ter estado.
Na parte destinada às questões do público, o Professor defendeu a importância da Comunicação Social, não como um instrumento de difusão do crime, mas como uma mais valia informativa para ajudar a prevenir e a desvendar o crime e o respectivo móbil. Falou sobre séries televisivas como o CSI ou de crimes imortalizados pelo cinema, deixou pormenores lapidares acerca da personalidade de alguns dos mais pérfidos criminosos – portugueses e mundiais.[6]
Passámos rapidamente pelo tempo sem nos termos apercebido, pelo que era chegado o momento de encerrar a sessão e agradecer, porque os principais convidados[7] tinham de partir. Todos/as nos sentimos mais enriquecidos/as pela simplicidade de um Homem conhecedor e sapiente, que partilhou a sua longa vivência profissional numa brilhante e não menos cativante palestra.
Nelson da Silva Martins
[1] A Professora Organizadora e o Conselho Executivo agradecem à Direcção da ACR, ao Senhor Manuel Pinho em particular, e a todos os seus sócios, a prestimosa colaboração prestada, quer pela cedência do espaço e de alguns equipamentos, quer pela disponibilidade evidenciada, antes, durante e após a sessão.
[2] Cinquenta anos a leccionar é muito tempo…
[3] No Código Penal encontram-se as normas a respeitar para que a sociedade funcione em segurança e em liberdade.
[4] Bem como sobre a importância das palavras na forma como se transmite a mensagem: se dissermos a um/a psicopata que ele/a sofre de alteração da personalidade, o mais certo é sermos agradecidos!
[5] Três quartos da investigação criminal poderá resolver-se com um rigoroso exame ao local do crime, seguindo-se a autópsia médico-legal, em que as pistas dadas pela comunicação social são tidas em consideração… para que o cenário do crime perfeito não possa ser construído.
[6] Um serial kealler afirmou, antes de ser executado nos EUA, a propósito da doação da sua córnea ocular para se proceder a um estudo: «Se em vida ninguém quis saber de mim, como é que depois de morto eu vou querer saber dos outros?»
[7] Alunos/as, Conferencista, Professores/as e Representantes das entidades partiriam: uns para as suas residências, outros para os seus afazeres…
Sob o tema «Criminalidade e Comportamentos Desviantes», aquele distinto Professor, agora Jubilado[2], que chegou com cerca de uma hora de antecedência, a fim de se precaver de obstáculos no trânsito e para melhor se enquadrar com o cenário a encontrar, deslocou-se à EB2,3 Dairas para conhecer parte das suas instalações e dialogar brevemente com alguns elementos desta comunidade educativa.
Acompanhado da Professora Catarina Caetano Camilo, a docente que conseguiu convencê-lo a palestrar aos nossos alunos, o Professor foi aplaudido de pé pelos/as jovens do 9º ano, numa demonstração de educação e de respeito, indiciadora de que os/as Professores/as conseguem motivar a adolescência para as boas práticas. Iniciada a palestra, que poderemos dividir em três partes, apareceram primeiramente os conceitos, depois a componente pragmática e, finalmente, a das interacções com o público.
Afirmando que cada um de nós é dono do seu próprio saber, explicou o significado da desviância e do comportamento desviante. Este varia consoante o ângulo de observância, porquanto a desviância contestatária poderá conduzir à integração do jovem em grupos marginais e, consequentemente à delinquência. Nenhuma conduta é desviante por si só, mas é-o pelo significado que lhe atribuímos; desviante é quem não respeita as normas[3] e as transgride. Quando um jovem mantém o desvio das normas socialmente aceites, para lá daquilo que se entende como contestação juvenil, será rejeitado, refugiando-se em grupos minoritários, mas com regras próprias de grande coesão…
A visão do crime por ópticas diferentes, bem como a co-relação entre os tipos de crime e as penas a aplicar, também foram conteúdos levemente abordados, antes da entrada na parte mais apelativa da sessão. Começando por classificar os serial kealler’s, como um fenómeno recente, enormemente difundidos pela comunicação social e com grande impacto nos estudos da medicina legal, o Professor discorreu sobre psicóticos e psicopatas[4], enumerou os diversos tipos de crimes, falou da ética e da importância do exame bem feito ao local do crime[5], serviu-se do humor e dos exemplos para cativar uma plateia que gostou bué de ali ter estado.
Na parte destinada às questões do público, o Professor defendeu a importância da Comunicação Social, não como um instrumento de difusão do crime, mas como uma mais valia informativa para ajudar a prevenir e a desvendar o crime e o respectivo móbil. Falou sobre séries televisivas como o CSI ou de crimes imortalizados pelo cinema, deixou pormenores lapidares acerca da personalidade de alguns dos mais pérfidos criminosos – portugueses e mundiais.[6]
Passámos rapidamente pelo tempo sem nos termos apercebido, pelo que era chegado o momento de encerrar a sessão e agradecer, porque os principais convidados[7] tinham de partir. Todos/as nos sentimos mais enriquecidos/as pela simplicidade de um Homem conhecedor e sapiente, que partilhou a sua longa vivência profissional numa brilhante e não menos cativante palestra.
Nelson da Silva Martins
[1] A Professora Organizadora e o Conselho Executivo agradecem à Direcção da ACR, ao Senhor Manuel Pinho em particular, e a todos os seus sócios, a prestimosa colaboração prestada, quer pela cedência do espaço e de alguns equipamentos, quer pela disponibilidade evidenciada, antes, durante e após a sessão.
[2] Cinquenta anos a leccionar é muito tempo…
[3] No Código Penal encontram-se as normas a respeitar para que a sociedade funcione em segurança e em liberdade.
[4] Bem como sobre a importância das palavras na forma como se transmite a mensagem: se dissermos a um/a psicopata que ele/a sofre de alteração da personalidade, o mais certo é sermos agradecidos!
[5] Três quartos da investigação criminal poderá resolver-se com um rigoroso exame ao local do crime, seguindo-se a autópsia médico-legal, em que as pistas dadas pela comunicação social são tidas em consideração… para que o cenário do crime perfeito não possa ser construído.
[6] Um serial kealler afirmou, antes de ser executado nos EUA, a propósito da doação da sua córnea ocular para se proceder a um estudo: «Se em vida ninguém quis saber de mim, como é que depois de morto eu vou querer saber dos outros?»
[7] Alunos/as, Conferencista, Professores/as e Representantes das entidades partiriam: uns para as suas residências, outros para os seus afazeres…
Encerramento do Primeiro Curso de Educação e Formação de Adultos
Aos treze dias do mês de Fevereiro de dois mil e oito, na escola EB2,3 de Dairas, na presença da segunda geração de formadores e sob a presidência da mui distinta Professora Ana Maria Bastos Castanheira, compareceram treze formandas e dois formandos[1] da turma B do curso B3, com o objectivo de rescindirem o contrato de estudo que os ligava àquela instituição escolar.
As formandas, e os dois heróicos representantes do sexo masculino, que desde o ano passado, de segunda a quinta-feira, teimavam em abandonar o aconchego da cozinha, a alegre tarefa rotineira de lavar a loiça e a leveza de colocar o jantar na mesa, caminhando na noite como formigas em direcção às Dairas, voltaram à escola numa bem sucedida casmurrice para concluir o nono ano escolaridade.
A princípio algo desconfiados das suas próprias capacidades, mas depois com apetites de quererem sempre saber mais e chegar o mais longe possível, foram colocando em água as cabeças da timoneira Ana Castanheira, da visita habitual, a Professora Augusta Marques, e de todos os simpáticos e dedicados formadores.
Noite após noite, após mais um dia de trabalho, as canseiras da lida de casa arrastavam-se para o fim-de-semana, porque as limpezas não apareciam feitas e os filhos estavam lá, mais crescidos mas mais necessitados de atenção. As tentativas para desistir apareciam a cada esquina e em cada conversa, mas a indomável vontade de continuar vencia sempre. Quantos não se perguntaram: «valerá a pena tanto esforço?». Quantos não terão questionado: «Para que serve tudo isto?»
Hoje, com o esforço de cada um/a, com a ajuda de todos/as e com a colaboração de dois excelentes grupos de professores/as (não esquecer que desde Setembro outra equipa de formadores/as comandou as operações), é o primeiro dia do resto das vidas de cada um. Amanhã será dia de começar a pensar na fase seguinte: está na hora de concluir o Ensino Secundário!
A iniciativa «Novas Oportunidades» pretende certificar milhares de cidadãos que, ao longo da sua vida de trabalho e de estudo aprenderam imensas coisas, pelo que cada um deve parar, respirar, descansar e partir em busca de uma nova etapa, para ter uma melhor certificação e mais condições para competir no mercado de trabalho. A EB2,3 Dairas, que foi a primeira escola de Vale de Cambra a avançar para os cursos EFA, não só deseja as maiores felicidades a cada um/a dos formandos/as que tiveram a coragem de apostar nela, como apela a que cada um/a prossiga a viagem de estudo iniciada em finais de dois mil e seis.
Bem hajam! Nelson da Silva Martins
[1] Aldina, Alice, Alírio, Ana, Cláudia, Conceição, Florbela, José, Mafalda, Margarida, Mª Amélia, Mª Fernanda, Mª Helena, Mª Margarida e Paula.
As formandas, e os dois heróicos representantes do sexo masculino, que desde o ano passado, de segunda a quinta-feira, teimavam em abandonar o aconchego da cozinha, a alegre tarefa rotineira de lavar a loiça e a leveza de colocar o jantar na mesa, caminhando na noite como formigas em direcção às Dairas, voltaram à escola numa bem sucedida casmurrice para concluir o nono ano escolaridade.
A princípio algo desconfiados das suas próprias capacidades, mas depois com apetites de quererem sempre saber mais e chegar o mais longe possível, foram colocando em água as cabeças da timoneira Ana Castanheira, da visita habitual, a Professora Augusta Marques, e de todos os simpáticos e dedicados formadores.
Noite após noite, após mais um dia de trabalho, as canseiras da lida de casa arrastavam-se para o fim-de-semana, porque as limpezas não apareciam feitas e os filhos estavam lá, mais crescidos mas mais necessitados de atenção. As tentativas para desistir apareciam a cada esquina e em cada conversa, mas a indomável vontade de continuar vencia sempre. Quantos não se perguntaram: «valerá a pena tanto esforço?». Quantos não terão questionado: «Para que serve tudo isto?»
Hoje, com o esforço de cada um/a, com a ajuda de todos/as e com a colaboração de dois excelentes grupos de professores/as (não esquecer que desde Setembro outra equipa de formadores/as comandou as operações), é o primeiro dia do resto das vidas de cada um. Amanhã será dia de começar a pensar na fase seguinte: está na hora de concluir o Ensino Secundário!
A iniciativa «Novas Oportunidades» pretende certificar milhares de cidadãos que, ao longo da sua vida de trabalho e de estudo aprenderam imensas coisas, pelo que cada um deve parar, respirar, descansar e partir em busca de uma nova etapa, para ter uma melhor certificação e mais condições para competir no mercado de trabalho. A EB2,3 Dairas, que foi a primeira escola de Vale de Cambra a avançar para os cursos EFA, não só deseja as maiores felicidades a cada um/a dos formandos/as que tiveram a coragem de apostar nela, como apela a que cada um/a prossiga a viagem de estudo iniciada em finais de dois mil e seis.
Bem hajam! Nelson da Silva Martins
[1] Aldina, Alice, Alírio, Ana, Cláudia, Conceição, Florbela, José, Mafalda, Margarida, Mª Amélia, Mª Fernanda, Mª Helena, Mª Margarida e Paula.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
A Visita das Enfermeiras na EB1 de Junqueira
No dia 20 de Fevereiro vieram duas enfermeiras do Centro de Saúde de Vale de Cambra, falar sobre a higiene e a alimentação.
– O que devemos fazer para a nossa higiene? - Perguntou a enfermeira. E nós respondemos:
- Lavar os dentes, tomar banho, lavar os pés as mãos e ver se tem piolhos.
Vimos uma enfermeira a mostrar como se lava os dentes. Disse que os devemos lavar depois das refeições e lavar as mãos antes de comer.
Também falou da nossa alimentação e que devemos comer muita fruta e hortaliça. Devemos comer um pouco de tudo. Mas devemos comer menos azeite e manteiga. Também não devemos comer muitos doces, só de vez em quando.
No fim fizeram-nos perguntas e entregaram uns diplomas.
Eu gostei muito da visita das enfermeiras.
Fábio – 4º ano
– O que devemos fazer para a nossa higiene? - Perguntou a enfermeira. E nós respondemos:
- Lavar os dentes, tomar banho, lavar os pés as mãos e ver se tem piolhos.
Vimos uma enfermeira a mostrar como se lava os dentes. Disse que os devemos lavar depois das refeições e lavar as mãos antes de comer.
Também falou da nossa alimentação e que devemos comer muita fruta e hortaliça. Devemos comer um pouco de tudo. Mas devemos comer menos azeite e manteiga. Também não devemos comer muitos doces, só de vez em quando.
No fim fizeram-nos perguntas e entregaram uns diplomas.
Eu gostei muito da visita das enfermeiras.
Fábio – 4º ano
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
INFORMAÇÃO DO PRESIDENTE DO CONSELHO EXECUTIVO
Assunto: Avaliação do Pessoal Docente
1- no dia 01/02/2008 reuniu o Conselho Pedagógico, com a equipa que constitui o CCAvaliação;
2- essa sessão começou com uma questão acerca do processo de avaliação em marcha, tendo o Presidente feito uma introdução e questionado sobre a posição do Conselho Pedagógico no sentido de se iniciar, ou não, o processo;
3- considerou-se que os prazos dados pela tutela eram bastante reduzidos;
4- constatou-se que a tutela não estava a respeitar os princípios da democraticidade e da transparência, entre outros;
5- acordou-se que os trâmites inerentes ao processo avaliativo teriam de ser seguidos, tendo em conta os novos prazos e a inevitabilidade da existência de um novo modelo avaliativo;
6- enfim, concordando com o objectivo de avaliar de forma diferente da anteriormente realizada, discordavam todos do processo encontrado pela tutela;
7- em 06 e 07/02/2008 reuniram os Departamentos / Conselhos de Docentes para tomarem conhecimento do conteúdo das fichas de avaliação e de auto-avaliação;
8- em 08/02/2008 reuniu novamente o Conselho Pedagógico, de forma extraordinária;
9- nessa reunião, foi lida uma Declaração do Departamento de Expressões, tendo-se considerado que a mesma devia ser remetida para a tutela, pois, sobre a grande maioria dos pontos aí focados estava todo o plenário de acordo;
10- foram apresentados alguns Instrumentos de Registo como base de trabalho para os Departamentos e o Conselho Pedagógico se pronunciarem e aprovarem, respectiva e sequencialmente;
11- em 13/02/2008 nalguns Departamentos poderão ter havido tentativas de boicote à ordem de trabalhos previamente estabelecida pelos respectivos presidentes;
12- para que o espírito de democraticidade interna, que deve começar pelo RESPEITO A TODOS OS ÓRGÃOS, prevaleça sobre o divisionismo e o mau clima/ambiente de trabalho potenciados por eventuais tentativas de desestabilização / imposição, no âmbito dos princípios do bom-senso, da razoabilidade e da defesa da DIGNIDADE, da COERÊNCIA, do RESPEITO e da UNIDADE DOCENTE, solicito aos colegas que presidiram às reuniões referenciadas no ponto 11 que:
a)- descrevam exaustivamente o modo como a Ordem de Trabalhos foi alterada e a forma de cumprimento dos trâmites legais para se proceder a alterações;
b)- que tipo de documento e em que circunstância foi lido/imposto/discutido na sessão ?;
c)- quem trouxe e com que objectivos tal/tais documentos para uma reunião de departamento?;
d)- houve ou não perturbação da reunião e em que moldes?;
e)- houve ou não cumprimento da Ordem de Trabalhos previamente estabelecida ?
f)- houve, ou não, tentativas de imposição de vontades?
Para que o processo seja transparente e construtivo, enquanto PRESIDENTE ELEITO POR 75,00% do corpo eleitoral[1], tenho o dever de apelar ao bom-senso e de exigir razoabilidade e respeito para com todo e qualquer colega, seja qual for a sua opinião. Tenho o direito e a obrigação de zelar pelo cumprimento das mais elementares regras de convivência democrática, dentro dum espírito de responsabilização e de construção, onde a hipotética imposição de tomadas de posição será passível de enquadramento legal.
Se uns são acusados de seguir a tutela, outros parecem querer impor o caos e a desordem. Não haverá lugar ao meio termo ? Se iniciamos um processo e se nele podemos criar indicadores, medidores, objectivos … vamos parar e demonstrar que todos os dias avaliamos, mas que não queremos ser avaliados, ou vamos, com mais tempo, mais calma e mais partilha, criar mecanismos para que a Avaliação se concretize?
Para que se considere a alteração de prazos decidida pela tutela e se mostre que nós PROFESSORES DESEJAMOS UMA AVALIAÇÃO DIFERENCIADA, e não continuar com um fato surrado onde cabia o mais inovador e o mais incompetente como parecia ser o modelo anterior, saibamos RUMAR PELA DIGNIDADE![2]
Dairas, 2008/02/14
Presidente do Conselho Executivo
(Nelson da Silva Martins)
[1] A representatividade é para 100% da Comunidade Educativa!
[2] Reclamámos dos prazos e da falta de indicadores; deram-nos autonomia para estabelecer prazos, mas exigem-nos datas.
1- no dia 01/02/2008 reuniu o Conselho Pedagógico, com a equipa que constitui o CCAvaliação;
2- essa sessão começou com uma questão acerca do processo de avaliação em marcha, tendo o Presidente feito uma introdução e questionado sobre a posição do Conselho Pedagógico no sentido de se iniciar, ou não, o processo;
3- considerou-se que os prazos dados pela tutela eram bastante reduzidos;
4- constatou-se que a tutela não estava a respeitar os princípios da democraticidade e da transparência, entre outros;
5- acordou-se que os trâmites inerentes ao processo avaliativo teriam de ser seguidos, tendo em conta os novos prazos e a inevitabilidade da existência de um novo modelo avaliativo;
6- enfim, concordando com o objectivo de avaliar de forma diferente da anteriormente realizada, discordavam todos do processo encontrado pela tutela;
7- em 06 e 07/02/2008 reuniram os Departamentos / Conselhos de Docentes para tomarem conhecimento do conteúdo das fichas de avaliação e de auto-avaliação;
8- em 08/02/2008 reuniu novamente o Conselho Pedagógico, de forma extraordinária;
9- nessa reunião, foi lida uma Declaração do Departamento de Expressões, tendo-se considerado que a mesma devia ser remetida para a tutela, pois, sobre a grande maioria dos pontos aí focados estava todo o plenário de acordo;
10- foram apresentados alguns Instrumentos de Registo como base de trabalho para os Departamentos e o Conselho Pedagógico se pronunciarem e aprovarem, respectiva e sequencialmente;
11- em 13/02/2008 nalguns Departamentos poderão ter havido tentativas de boicote à ordem de trabalhos previamente estabelecida pelos respectivos presidentes;
12- para que o espírito de democraticidade interna, que deve começar pelo RESPEITO A TODOS OS ÓRGÃOS, prevaleça sobre o divisionismo e o mau clima/ambiente de trabalho potenciados por eventuais tentativas de desestabilização / imposição, no âmbito dos princípios do bom-senso, da razoabilidade e da defesa da DIGNIDADE, da COERÊNCIA, do RESPEITO e da UNIDADE DOCENTE, solicito aos colegas que presidiram às reuniões referenciadas no ponto 11 que:
a)- descrevam exaustivamente o modo como a Ordem de Trabalhos foi alterada e a forma de cumprimento dos trâmites legais para se proceder a alterações;
b)- que tipo de documento e em que circunstância foi lido/imposto/discutido na sessão ?;
c)- quem trouxe e com que objectivos tal/tais documentos para uma reunião de departamento?;
d)- houve ou não perturbação da reunião e em que moldes?;
e)- houve ou não cumprimento da Ordem de Trabalhos previamente estabelecida ?
f)- houve, ou não, tentativas de imposição de vontades?
Para que o processo seja transparente e construtivo, enquanto PRESIDENTE ELEITO POR 75,00% do corpo eleitoral[1], tenho o dever de apelar ao bom-senso e de exigir razoabilidade e respeito para com todo e qualquer colega, seja qual for a sua opinião. Tenho o direito e a obrigação de zelar pelo cumprimento das mais elementares regras de convivência democrática, dentro dum espírito de responsabilização e de construção, onde a hipotética imposição de tomadas de posição será passível de enquadramento legal.
Se uns são acusados de seguir a tutela, outros parecem querer impor o caos e a desordem. Não haverá lugar ao meio termo ? Se iniciamos um processo e se nele podemos criar indicadores, medidores, objectivos … vamos parar e demonstrar que todos os dias avaliamos, mas que não queremos ser avaliados, ou vamos, com mais tempo, mais calma e mais partilha, criar mecanismos para que a Avaliação se concretize?
Para que se considere a alteração de prazos decidida pela tutela e se mostre que nós PROFESSORES DESEJAMOS UMA AVALIAÇÃO DIFERENCIADA, e não continuar com um fato surrado onde cabia o mais inovador e o mais incompetente como parecia ser o modelo anterior, saibamos RUMAR PELA DIGNIDADE![2]
Dairas, 2008/02/14
Presidente do Conselho Executivo
(Nelson da Silva Martins)
[1] A representatividade é para 100% da Comunidade Educativa!
[2] Reclamámos dos prazos e da falta de indicadores; deram-nos autonomia para estabelecer prazos, mas exigem-nos datas.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
A Visita da Equipa Escola Segura

No dia 11 de Janeiro, a convite da turma do 1º e 4º anos da E. B. 1 de Junqueira, a Equipa Escolas Segura da Guarda Nacional Republicana veio à nossa escola falar-nos de Segurança.
Decidimos juntar os alunos do 2º e 3º anos e do Jardim de Infância para ouvir e ver o que nos iam mostrar. Era um tema muito importante para todos!
Começaram por nos mostrar um filme com uns guardas e crianças a falar dos cuidados que devemos ter na rua e em casa. Por exemplo, não mexer em armas, não falar com pessoas desconhecidas, atravessar nas passadeiras, não mexer na lixívia nem nos medicamentos, entre outras coisas.
No fim, fizemos perguntas e conversamos sobre o filme e sobre outras coisas importantes. Também nos deram uns panfletos e uma régua.
Foi uma tarde muito divertida e aprendemos muitas coisas!
Alunos do 4º ano
Decidimos juntar os alunos do 2º e 3º anos e do Jardim de Infância para ouvir e ver o que nos iam mostrar. Era um tema muito importante para todos!
Começaram por nos mostrar um filme com uns guardas e crianças a falar dos cuidados que devemos ter na rua e em casa. Por exemplo, não mexer em armas, não falar com pessoas desconhecidas, atravessar nas passadeiras, não mexer na lixívia nem nos medicamentos, entre outras coisas.
No fim, fizemos perguntas e conversamos sobre o filme e sobre outras coisas importantes. Também nos deram uns panfletos e uma régua.
Foi uma tarde muito divertida e aprendemos muitas coisas!
Alunos do 4º ano
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
O Carnaval na E. B. 1 do Covo
Como vem sendo hábito nesta escola, todos os anos nesta altura, no Carnaval, os alunos e professores festejam esta data.
Assim, combinámos e viemos todos mascarados, cada um como pôde e como lhe apeteceu, e, à hora marcada, todos nos apresentámos na escola. Eram bruxas, palhaços, chinesas, chineses, fadas, cinderelas, árabes, rainhas e princesas, eu sei lá, éramos tantos e tão diferentes!... Mas ficou muito, mas muito, bonito.
Começámos a formar o cortejo na escola, aos pares, para desfilar, e lá fomos todos contentes a cantar. Então saímos da escola, atravessámos a estrada, passámos em vários lugares da freguesia como o Souto, a Formiga, a Igreja, e fomos fazer uma visita à sede da Junta de Freguesia de S. Pedro de Castelões. Entrámos, vimos as fotos e mapas que estavam lá e que representavam a freguesia. Depois saímos em direcção ao Centro Social de S. Pedro de Castelões. Fomos lá fazer uma visita aos idosos daquele Centro, que ficaram todos contentes, bem dispostos e sorridentes, quando nos viram entrar. No fim, entregámos um miminho para sobremesa deles a uma responsável do Centro e saímos. Encontrámos também o Sr. Presidente da Junta de Freguesia que fez questão de tirar uma fotografia connosco.
Regressámos à escola por outro caminho, pelo Engenho, e chegámos à escola. Estávamos muito cansados mas felizes.
Mas para surpresa nossa, quando entrámos na sala, ficámos deveras admirados: tínhamos à nossa espera um delicioso lanche. Era batatas fritas (não podiam faltar), biscoitos, bolachas variadas, pães-de-leite, três qualidades de bolos, sumos, água e leite. Foi um verdadeiro banquete!...
No fim, de barriga cheia e mais cansados ainda, lá fomos embora, cada um para suas casas.
Foi mesmo um dia divertido, alegre, todos nos portámos muito bem.
Apesar de sermos ainda crianças, também nos lembrámos daqueles que já não o são, mas que também são gente e que precisam que alguém, de vez em quando, se lembre dos que já têm alguns anos.
Gostámos muito, mas mesmo muito, deste nosso Cortejo de Carnaval.
Professores e alunos da E. B. 1 do Covo
01 de Fevereiro de 2008.
Assim, combinámos e viemos todos mascarados, cada um como pôde e como lhe apeteceu, e, à hora marcada, todos nos apresentámos na escola. Eram bruxas, palhaços, chinesas, chineses, fadas, cinderelas, árabes, rainhas e princesas, eu sei lá, éramos tantos e tão diferentes!... Mas ficou muito, mas muito, bonito.
Começámos a formar o cortejo na escola, aos pares, para desfilar, e lá fomos todos contentes a cantar. Então saímos da escola, atravessámos a estrada, passámos em vários lugares da freguesia como o Souto, a Formiga, a Igreja, e fomos fazer uma visita à sede da Junta de Freguesia de S. Pedro de Castelões. Entrámos, vimos as fotos e mapas que estavam lá e que representavam a freguesia. Depois saímos em direcção ao Centro Social de S. Pedro de Castelões. Fomos lá fazer uma visita aos idosos daquele Centro, que ficaram todos contentes, bem dispostos e sorridentes, quando nos viram entrar. No fim, entregámos um miminho para sobremesa deles a uma responsável do Centro e saímos. Encontrámos também o Sr. Presidente da Junta de Freguesia que fez questão de tirar uma fotografia connosco.
Regressámos à escola por outro caminho, pelo Engenho, e chegámos à escola. Estávamos muito cansados mas felizes.
Mas para surpresa nossa, quando entrámos na sala, ficámos deveras admirados: tínhamos à nossa espera um delicioso lanche. Era batatas fritas (não podiam faltar), biscoitos, bolachas variadas, pães-de-leite, três qualidades de bolos, sumos, água e leite. Foi um verdadeiro banquete!...
No fim, de barriga cheia e mais cansados ainda, lá fomos embora, cada um para suas casas.
Foi mesmo um dia divertido, alegre, todos nos portámos muito bem.
Apesar de sermos ainda crianças, também nos lembrámos daqueles que já não o são, mas que também são gente e que precisam que alguém, de vez em quando, se lembre dos que já têm alguns anos.
Gostámos muito, mas mesmo muito, deste nosso Cortejo de Carnaval.
Professores e alunos da E. B. 1 do Covo
01 de Fevereiro de 2008.
A Nossa Escola do Covo
I
É na nossa escola
Que vamos aprender.
Tantos livros bonitos
Que vamos poder ler.
II
Nesta nossa escola do Covo
Tantos amigos vamos conhecer.
E pela nossa vida fora
Nunca os iremos esquecer.
III
Aprendemos muitas coisas
Temos muito p’ra trabalhar.
Mas só seremos alguém
Se, para isso, estudar!...
IV
Mas para que isso aconteça
Temos a ajuda de muita gente.
Alunos, professoras e família
Por isso, seguimos em frente.
V
Mas não podemos só estudar
Precisamos de distracção.
A brincar também se aprende
Já diz a velha canção.
Alunos da escola do Covo, 29 de Janeiro de 2008.
É na nossa escola
Que vamos aprender.
Tantos livros bonitos
Que vamos poder ler.
II
Nesta nossa escola do Covo
Tantos amigos vamos conhecer.
E pela nossa vida fora
Nunca os iremos esquecer.
III
Aprendemos muitas coisas
Temos muito p’ra trabalhar.
Mas só seremos alguém
Se, para isso, estudar!...
IV
Mas para que isso aconteça
Temos a ajuda de muita gente.
Alunos, professoras e família
Por isso, seguimos em frente.
V
Mas não podemos só estudar
Precisamos de distracção.
A brincar também se aprende
Já diz a velha canção.
Alunos da escola do Covo, 29 de Janeiro de 2008.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Novos equipamentos na EB2,3 Dairas
AVISO Nº24
Rapidamente te aperceberás que na EB2,3 Dairas existem mais equipamentos à tua disposição, para que a qualidade do ensino e do lazer possa ser melhor e o teu dia-a-dia na escola seja mais agradável.
Tens uma Sala de Convívio melhor equipada (agora com mesas de matraquilhos e de ténis de mesa), um exterior com uma mesa de ténis[1] e uma Área Desportiva com novos instrumentos (mini-trampolim, mesas novas matraquilhos e de ping – pong, que só poderás usar com a autorização do/a professor/a de Educação Física, do Coordenador do Departamento de Expressões e/ou do Conselho Executivo).
Existe uma nova Mufla[2] na Sala 25, para que os/as professores/as de EVT (ou outros que sejam capacitados) desenvolvam trabalhos de cozedura com os/as seus/suas alunos/as.
Na Sala dos/as Professores/as há uma fotocopiadora nova[3], a fim dos/as docentes, em momentos de maior aperto e necessidade, poderem mais rapidamente desenvolver os instrumentos de trabalho necessários à aprendizagem dos/as seus/suas alunos/as.
Mais Quadros Interactivos e Vídeo-Projectores se colocaram à disposição dos/as Senhores/as Professores/as, para estes, junto dos/as discentes, poderem optar por diversificar as estratégias de ensino-aprendizagem, de modo a terem mais recursos, onde a monotonia de métodos expositivos poderá ser substituída por uma maior interactividade.
O Agrupamento dispõe agora de uma webpage renovada, onde mais facilmente se poderá aceder às informações que interessam à vida desta associação de estabelecimentos de ensino.
Outros recursos foram agora, e nos meses anteriores, colocados à disposição da Comunidade Educativa das Dairas, pelo que apelamos ao bom e responsável uso dos mesmos, para que possamos dotar a escola e o agrupamento de outros instrumentos educativos.
Estes são alguns dos resultados do investimento feito pelo Conselho Executivo, com o apoio do Pessoal Não Docente, nomeadamente das funcionárias que trabalham na Secretaria e também de alguns/mas Docentes que se esmeraram para além do exigível, especificamente aquelas que procuraram juntar verbas para a aquisição de material interactivo[4].
Entendemos que as sementes lançadas agora darão frutos a curto e a médio prazo, pelo que todos/as serão poucos/as para melhorar a vida educativa deste agrupamento, daí apelarmos à erradicação imediata de alguns comportamentos, nomeadamente:
1- os/as alunos/as terão de cumprir as instruções dadas pelos/as professores/as e pelo pessoal não docente;
2- na sala de aula, uma vez mais se refere que é proibido usar telemóvel, mp3, máquinas fotográficas, bonés e chapéus na cabeça, chiclets …;
3- fora e dentro da sala de aula é proibido estragar material (mesas, cadeiras, paredes, computadores, vídeo-projectores, quadros interactivos, retroprojectores, televisões, vídeos, cacifos, redes, balizas, tabelas, jardins, estores, vidros, portas, …MATERIAL DE OUTROS/AS ALUNOS/AS);
4- se acharem que os seus direitos não estão a ser garantidos, os/as alunos deverão dirigir-se ao/à seu/sua Director/a de Turma e/ou aos membros do Conselho Executivo;
5- os/as professores/as em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para que a escadaria entre a Biblioteca e a Sala de Professores/as não seja usada pelos/as discentes, para se evitarem estragos e distúrbios (exceptuam-se casos autorizados por razões de acidente, por exemplo);
6- os/as professores/as em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para que estes/as não se amontoem junto à entrada da Sala de Professores/as e Secretaria, pois os/as Docentes poderão prestar as informações / trabalhos noutro espaço a combinar mutuamente;
7- os/as professores/as em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para serem silenciosos quando se dirigirem à Secretaria;
8- os/as professores/as em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para não se amontoarem junto à Portaria, a fim de evitar acidentes;
9- os/as professores/as em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para que não corram nos corredores, nem destruam os espaços em volta do edifício escolar;
10- os/as professores/as em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para não usarem uma linguagem imprópria, onde o palavrão e o insulto sejam prática corrente;
11- os/as professores/as em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para o dever de estudar e de se comportar adequadamente;
12- os/as professores/as deverão requisitar os computadores no novo espaço indicado, fazendo presencialmente a requisição, o levantamento e a entrega do material, indicando sempre o assunto/motivo do uso;
13- os/as professores/as não deverão enviar os/as alunos/as à área dos cacifos destinados ao pessoal docente, para que não se possa afirmar serem alguns discentes os responsáveis por alguns estragos / desaparecimentos de material;
14- os/as professores/as deverão entrar e sair atempadamente das aulas, pois assim se evitam muitos estragos de material, muito ruído e alguns conteúdos curriculares por ministrar;[5]/[6]
15- os/as professores/as deverão comunicar ao/à Director/a de Turma todos os casos de indisciplina detectados nas salas de aula;[7]
16- os/as professores/as de Educação Física em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para que não entrem no Pavilhão com o calçado enlameado.
Dairas,2008/01/03
Presidente do Conselho Executivo
[1] Em fase de instalação.
[2] Que o Presidente, por indicação da DREN e com transporte disponibilizado pela Câmara Municipal, foi buscar a Vila do Conde.
[3] Com códigos de utilização individual, para que cada um seja responsável pelos seus gastos.
[4] Louvamos e agradecemos a todos/as os/as que têm colaborado através de ideias e da dinamização de projectos que só engrandecem e dignificam cada um de nós em particular e a escola pública em geral.
[5] A tolerância que existe é só para o primeiro tempo da manhã e deve ser usada como recurso e não sistematicamente.
[6] Há uma AAE com instruções para identificar os/as professores/as que se atrasem no cumprimento de horários.
[7] Fazendo-se a correspondente Participação Disciplinar.
Rapidamente te aperceberás que na EB2,3 Dairas existem mais equipamentos à tua disposição, para que a qualidade do ensino e do lazer possa ser melhor e o teu dia-a-dia na escola seja mais agradável.
Tens uma Sala de Convívio melhor equipada (agora com mesas de matraquilhos e de ténis de mesa), um exterior com uma mesa de ténis[1] e uma Área Desportiva com novos instrumentos (mini-trampolim, mesas novas matraquilhos e de ping – pong, que só poderás usar com a autorização do/a professor/a de Educação Física, do Coordenador do Departamento de Expressões e/ou do Conselho Executivo).
Existe uma nova Mufla[2] na Sala 25, para que os/as professores/as de EVT (ou outros que sejam capacitados) desenvolvam trabalhos de cozedura com os/as seus/suas alunos/as.
Na Sala dos/as Professores/as há uma fotocopiadora nova[3], a fim dos/as docentes, em momentos de maior aperto e necessidade, poderem mais rapidamente desenvolver os instrumentos de trabalho necessários à aprendizagem dos/as seus/suas alunos/as.
Mais Quadros Interactivos e Vídeo-Projectores se colocaram à disposição dos/as Senhores/as Professores/as, para estes, junto dos/as discentes, poderem optar por diversificar as estratégias de ensino-aprendizagem, de modo a terem mais recursos, onde a monotonia de métodos expositivos poderá ser substituída por uma maior interactividade.
O Agrupamento dispõe agora de uma webpage renovada, onde mais facilmente se poderá aceder às informações que interessam à vida desta associação de estabelecimentos de ensino.
Outros recursos foram agora, e nos meses anteriores, colocados à disposição da Comunidade Educativa das Dairas, pelo que apelamos ao bom e responsável uso dos mesmos, para que possamos dotar a escola e o agrupamento de outros instrumentos educativos.
Estes são alguns dos resultados do investimento feito pelo Conselho Executivo, com o apoio do Pessoal Não Docente, nomeadamente das funcionárias que trabalham na Secretaria e também de alguns/mas Docentes que se esmeraram para além do exigível, especificamente aquelas que procuraram juntar verbas para a aquisição de material interactivo[4].
Entendemos que as sementes lançadas agora darão frutos a curto e a médio prazo, pelo que todos/as serão poucos/as para melhorar a vida educativa deste agrupamento, daí apelarmos à erradicação imediata de alguns comportamentos, nomeadamente:
1- os/as alunos/as terão de cumprir as instruções dadas pelos/as professores/as e pelo pessoal não docente;
2- na sala de aula, uma vez mais se refere que é proibido usar telemóvel, mp3, máquinas fotográficas, bonés e chapéus na cabeça, chiclets …;
3- fora e dentro da sala de aula é proibido estragar material (mesas, cadeiras, paredes, computadores, vídeo-projectores, quadros interactivos, retroprojectores, televisões, vídeos, cacifos, redes, balizas, tabelas, jardins, estores, vidros, portas, …MATERIAL DE OUTROS/AS ALUNOS/AS);
4- se acharem que os seus direitos não estão a ser garantidos, os/as alunos deverão dirigir-se ao/à seu/sua Director/a de Turma e/ou aos membros do Conselho Executivo;
5- os/as professores/as em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para que a escadaria entre a Biblioteca e a Sala de Professores/as não seja usada pelos/as discentes, para se evitarem estragos e distúrbios (exceptuam-se casos autorizados por razões de acidente, por exemplo);
6- os/as professores/as em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para que estes/as não se amontoem junto à entrada da Sala de Professores/as e Secretaria, pois os/as Docentes poderão prestar as informações / trabalhos noutro espaço a combinar mutuamente;
7- os/as professores/as em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para serem silenciosos quando se dirigirem à Secretaria;
8- os/as professores/as em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para não se amontoarem junto à Portaria, a fim de evitar acidentes;
9- os/as professores/as em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para que não corram nos corredores, nem destruam os espaços em volta do edifício escolar;
10- os/as professores/as em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para não usarem uma linguagem imprópria, onde o palavrão e o insulto sejam prática corrente;
11- os/as professores/as em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para o dever de estudar e de se comportar adequadamente;
12- os/as professores/as deverão requisitar os computadores no novo espaço indicado, fazendo presencialmente a requisição, o levantamento e a entrega do material, indicando sempre o assunto/motivo do uso;
13- os/as professores/as não deverão enviar os/as alunos/as à área dos cacifos destinados ao pessoal docente, para que não se possa afirmar serem alguns discentes os responsáveis por alguns estragos / desaparecimentos de material;
14- os/as professores/as deverão entrar e sair atempadamente das aulas, pois assim se evitam muitos estragos de material, muito ruído e alguns conteúdos curriculares por ministrar;[5]/[6]
15- os/as professores/as deverão comunicar ao/à Director/a de Turma todos os casos de indisciplina detectados nas salas de aula;[7]
16- os/as professores/as de Educação Física em geral, e os/as Directores/as de Turma em particular, sensibilizarão os/as alunos/as para que não entrem no Pavilhão com o calçado enlameado.
Dairas,2008/01/03
Presidente do Conselho Executivo
[1] Em fase de instalação.
[2] Que o Presidente, por indicação da DREN e com transporte disponibilizado pela Câmara Municipal, foi buscar a Vila do Conde.
[3] Com códigos de utilização individual, para que cada um seja responsável pelos seus gastos.
[4] Louvamos e agradecemos a todos/as os/as que têm colaborado através de ideias e da dinamização de projectos que só engrandecem e dignificam cada um de nós em particular e a escola pública em geral.
[5] A tolerância que existe é só para o primeiro tempo da manhã e deve ser usada como recurso e não sistematicamente.
[6] Há uma AAE com instruções para identificar os/as professores/as que se atrasem no cumprimento de horários.
[7] Fazendo-se a correspondente Participação Disciplinar.
RECLAMAÇÃO DE ALGUMAS ENCARREGADAS DE EDUCAÇÃO DA EB1 DE JANARDO
Com o objectivo de manter a transparência, a democraticidade e o direito à informação que é inerente ao espírito desta Comunidade Educativa das Dairas, e aproveitando este instrumento de divulgação informativo, que poderá evitar deturpações informativas intermediárias, publicamos a resposta enviada à primeira subscritora de uma Carta dirigida à Equipa de Apoio às Escolas de Entre Douro e Vouga, com conhecimento ao Conselho Executivo deste Agrupamento Vertical.
A cópia da nossa missiva, que agora se publica na íntegra, foi enviada à Equipa de Apoio atrás referenciada, esperando que cada um tire as suas ilações, porquanto este Conselho Executivo pauta as suas actuações pelo rigor e pela responsabilidade, tentando potenciar o melhor para os/as alunos/as, não se escondendo em subterfúgios ou fugindo aos problemas quando, e se, estes surgirem.
Todavia, relembramos que todos os compromissos implicam o assumir de responsabilidades e de obrigações por parte dos intervenientes, pelo que apelamos a uma partilha consciente de decisões.
Ex.mos Senhores Representantes dos Encarregados de Educação da E.B. 1 de Janardo:
(nome omitido)
17-12-2007
CC ao Senhor Coordenador de Apoio às Escolas
Assunto: Falta de professora do ensino regular e de substituição.
Acuso a recepção da V/ carta s/ data, sobre o assunto em epígrafe, a qual nos merece os seguintes comentários, após averiguados os factos:
Todas as faltas dadas pelo Pessoal Docente colocado nesse estabelecimento estão devidamente justificadas e de acordo com a legislação em vigor,
A professora titular de turma (nome omitido) tem dispensa para amamentação de acordo com o estipulado no artº12º da Lei nº 4/84 de 5 de Abril,
O acordo feito com a referida professora sobre o seu direito ao período de amamentação, não resultou de qualquer tipo de reivindicação por parte de V/Excelências,
O período de amamentação está a ser substituído pela professora dos Apoios Educativos (nome omitido),
Esta mesma professora substituiu a professora em falta por atestado médico, desde o passado dia 5 do corrente. As faltas apresentadas pela referida professora, para acompanhar a enfermidade do seu filho, foram pedidas numa primeira fase por um período provável de 5 dias, pelo que não seria possível pedir a sua substituição,
Não é verdade que neste período de atestado da professora, sito “ …desde o dia 4-12-2007 ficando desde então as crianças juntas com as outras duas turmas e outras vezes ficando em casa sem ter aulas.”, uma vez que a substituição foi feita pela professora já referida,
No passado dia 4, quando a professora teve de inesperadamente socorrer o seu filho e acompanhá-lo ao hospital, por tal facto ter comunicado só nesse dia a sua falta não havendo, por isso mesmo a possibilidade de substituir a professora, tendo os alunos, da parte da manhã, ficado com a professora (nome omitido), da outra turma. Da parte de tarde continuaram na escola os alunos que não tinham transporte porque são de uma povoação mais distante.
Todo o cuidado e preocupação com as faltas dos professores e sua substituição foi tido em conta, tentando-se sempre colmatar estas lacunas, recorrendo aos recursos humanos disponíveis neste Agrupamento,
Todo este esforço e responsabilidade foram sempre uma constante tanto dos professores em causa como do Órgão de Gestão, tanto mais, que no passado dia 23 de Novembro, precisando a professora (nome omitido), de faltar e estando esta destacada para substituir a professora (nome omitido) no período de amamentação e para que os alunos não ficassem sem escola, resolveram trocar o dia de amamentação, nessa semana.
A professora (nome omitido) apesar de usufruir da sua hora de amamentação, prescindiu deste seu direito na Sexta-feira, dia 12 de Outubro, por falta da professora (nome omitido).
Sem outro assunto de momento, apresento a V. Excia., os meus respeitosos cumprimentos,
A cópia da nossa missiva, que agora se publica na íntegra, foi enviada à Equipa de Apoio atrás referenciada, esperando que cada um tire as suas ilações, porquanto este Conselho Executivo pauta as suas actuações pelo rigor e pela responsabilidade, tentando potenciar o melhor para os/as alunos/as, não se escondendo em subterfúgios ou fugindo aos problemas quando, e se, estes surgirem.
Todavia, relembramos que todos os compromissos implicam o assumir de responsabilidades e de obrigações por parte dos intervenientes, pelo que apelamos a uma partilha consciente de decisões.
Ex.mos Senhores Representantes dos Encarregados de Educação da E.B. 1 de Janardo:
(nome omitido)
17-12-2007
CC ao Senhor Coordenador de Apoio às Escolas
Assunto: Falta de professora do ensino regular e de substituição.
Acuso a recepção da V/ carta s/ data, sobre o assunto em epígrafe, a qual nos merece os seguintes comentários, após averiguados os factos:
Todas as faltas dadas pelo Pessoal Docente colocado nesse estabelecimento estão devidamente justificadas e de acordo com a legislação em vigor,
A professora titular de turma (nome omitido) tem dispensa para amamentação de acordo com o estipulado no artº12º da Lei nº 4/84 de 5 de Abril,
O acordo feito com a referida professora sobre o seu direito ao período de amamentação, não resultou de qualquer tipo de reivindicação por parte de V/Excelências,
O período de amamentação está a ser substituído pela professora dos Apoios Educativos (nome omitido),
Esta mesma professora substituiu a professora em falta por atestado médico, desde o passado dia 5 do corrente. As faltas apresentadas pela referida professora, para acompanhar a enfermidade do seu filho, foram pedidas numa primeira fase por um período provável de 5 dias, pelo que não seria possível pedir a sua substituição,
Não é verdade que neste período de atestado da professora, sito “ …desde o dia 4-12-2007 ficando desde então as crianças juntas com as outras duas turmas e outras vezes ficando em casa sem ter aulas.”, uma vez que a substituição foi feita pela professora já referida,
No passado dia 4, quando a professora teve de inesperadamente socorrer o seu filho e acompanhá-lo ao hospital, por tal facto ter comunicado só nesse dia a sua falta não havendo, por isso mesmo a possibilidade de substituir a professora, tendo os alunos, da parte da manhã, ficado com a professora (nome omitido), da outra turma. Da parte de tarde continuaram na escola os alunos que não tinham transporte porque são de uma povoação mais distante.
Todo o cuidado e preocupação com as faltas dos professores e sua substituição foi tido em conta, tentando-se sempre colmatar estas lacunas, recorrendo aos recursos humanos disponíveis neste Agrupamento,
Todo este esforço e responsabilidade foram sempre uma constante tanto dos professores em causa como do Órgão de Gestão, tanto mais, que no passado dia 23 de Novembro, precisando a professora (nome omitido), de faltar e estando esta destacada para substituir a professora (nome omitido) no período de amamentação e para que os alunos não ficassem sem escola, resolveram trocar o dia de amamentação, nessa semana.
A professora (nome omitido) apesar de usufruir da sua hora de amamentação, prescindiu deste seu direito na Sexta-feira, dia 12 de Outubro, por falta da professora (nome omitido).
Sem outro assunto de momento, apresento a V. Excia., os meus respeitosos cumprimentos,
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
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